Uma grande capa, 122 anos de fidelidade à humanidade dos subalternos. A classe conta, como contou em 1968, como contou sempre que contou: estudantes e classe trabalhadora, estudantes da classe trabalhadora, agora contra o macronismo e o fascismo que gera.
Por cá, a nossa elite do atraso intelectual, vira-latista até à medula, aproveita para apoucar o país onde se realizaram duas greves gerais em menos de um ano, derrotando um pacote laboral que atacava miúdos e graúdos: “só ao nosso cul-de-sac liberal-salazarento é que nada chega”.
Faz parte de um programa obcecado em substituir a luta de classes por lutas de gerações. Tantos livros exibidos e é trampa deste calibre político que produzem as variantes de liberalismo.
Por cá, estão previstos protestos para o dia 17 de outubro, da CGTP-IN, e para o dia 14 de novembro, do movimento amplo Casa para Viver. O resto será ordem espontânea, ou seja, laboriosamente organizada.


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