Ontem, em várias cidades do país, milhares de pessoas saíram à rua. Em solidariedade com a Palestina, em luta contra a crise do custo de vida, que é um dos muitos sub-produtos da guerra, e em luta contra a transformação das casas num ativo financeiro num mercado desregulado, ou melhor, regulado para os que lucram.
Outras manifestações se seguirão: a 17 de Outubro, a CGTP tem uma manifestação nacional em Lisboa, Coimbra e Porto. A 14 de Novembro será o Movimento Casas para viver. Datas fundamentais para os que não lucram. Se há coisa que a luta contra o pacote laboral nos mostrou é que este governo pode ser derrotado, que a rua conta. Talvez conte hoje mais que nunca. Com unidade e persistência. O melhor antídoto contra o ultraliberalisno e o seu heterónimo fascista é a luta popular de uma esquerda e de um povo unido.


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