Quero revelar-vos um segredo, mas tendes de prometer não contar a ninguém: no P sem S não há convicções profundas. Há medo e até do cuquedo. A única preferência política que daí resulta e superficial: alinhar com o Consenso de Washington-Bruxelas.
De resto, viabilizar este orçamento de retrocesso alimenta o processo de fascização, objetiva e subjetivamente, permitindo a Chega-IL alardear uma falsa oposição.
E isto é do mais irresponsável que existe, mas reconhecê-lo pressupõe no mínimo uma ética da responsabilidade social-democrata; convicções profundas, lá está.


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