terça-feira, 14 de abril de 2026

Momentum, dizem eles

Von der Leyen aproveita o “momentum” para reforçar a sua agenda contra a soberania nacional, impondo um federalismo crescentemente autoritário, militarista, vassalizado e em deriva estratégicacúmplice do sionismo genocida. No fundo, é o regresso da federalização proposta por Giscard d’Estaing na infame Constituição e que foi rejeitada nos países onde foi referendada.

5 comentários:

Anónimo disse...

Permita me discordar. Autoritária é a possibilidade de vetar. A democracia vive bem com opiniões contrárias, mas nao com bloqueios minoritários.

São Canhões? Sabem mesmo a manteiga... disse...

permita-me concordar

Óscar Pereira disse...

Caro anónimo das 07:50, teria (alguma) razão, *se a comissão europeia fosse eleita por sufrágio directo*!! Mas como não é o caso, a possibilidade de veto, longe de autoritária, é uma *salvaguarda* contra as direcções cada vez mais inauspiciosas que a política externa de Bruxelas tem querido seguir (basta ver a tolerância absolutamente inenarrável que houve com o genocídio em Gaza...).

Razão tinha Varoufakis, quando argumentou, no seu *And The Weak Suffer What They Must? * (2016), que a UE caminha para uma tirania administrativa, na qual o voto do povo serve para cada vez menos: e aqui está mais uma prova, se as que já existem não bastassem...

sidonio terralheiro disse...

Nao era bloqueios minoritarios ,era uso da razao .sem veto acabou

Anónimo disse...

Permita-me discordar da sua discordância. O veto não é necessariamente autoritário. Ele é um entre muitos outros mecanismos do equilíbrio democrático. Permite evitar a "ditadura" da maioria e, só por esse motivo, deveria ser acarinhado como expressão da existência de alternativas.