Feliz o país que tem gigantes musicais que sabem que toda a arte é um compromisso político, como Caetano Veloso ou Chico Buarque.
O primeiro é leitor de Losurdo e não conheço melhor para pensar histórico-filosoficamente.
O segundo acabou de ensinar à esquerda euro-já-nem-se-percebe-bem-o-quê o valor da solidariedade sem adversativas com Cuba cercada, o país com a política externa mais solidária do sistema internacional, onde está a convite de Sílvio Rodriguez, o músico que pediu uma arma para defender o seu país.
Haja quem aprenda com os melhores exemplos, num país onde a arte parece a academia: cada dia mais submissa ao europeísmo e logo ao imperialismo.


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