segunda-feira, 16 de março de 2026

Só o anti-imperialismo pára a espiral da guerra


Hoje irei à sessão para parar a espiral da guerra, a partir das 21h00, na Cantina Velha da Cidade Universitária, em Lisboa. 

Irei relutantemente, dada a presença de figuras como Francisco Pereira Coutinho: em pleno genocídio na Palestina chegou a negar este facto, alinhou pela propaganda, já negada, de que o Governo da Venezuela era um cartel da droga e assim sucessivamente. 

Felizmente, pessoas como Nuno Ramos de Almeida salvarão a honra anti-imperialista.

2 comentários:

Anónimo disse...

Concordo com a relutância, mas construir maiorias sociais é falar com pessoas de quem não gostamos e que têm diferentes visões do mundo. Haver vozes de direita que são contra a guerra não prejudica a esquerda, prejudica a maioria da direita que é a favor da guerra.

Paulo Coimbra disse...

O meu ponto é que negar o genocídio e contar historietas sobre cartéis é objectivamente apoiar a guerra. Nada contra a ideia da inclusão da Direita que de facto se opõe à guerra e é anti-fascista.