Um desabafo de Juncker: “Eu não percebo – sem dúvida sou demasiado ingénuo – esta perversidade europeia que exige que, quando se trata de atribuir à Grécia volumes financeiros importantes em matéria de coesão e de política regional, continuemos a insistir na obrigação de co-finaciamento daqueles programas”.
Eu além de não perceber o mesmo que Junker, também não percebo por que é que é preciso esperar que se chegue à situação extrema da Grécia para que questões obvias como esta sejam suscitadas.
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2 comentários:
Seria a hipótese do federalismo fiscal, não seria J. Maria Caldas?
Nuno
A malta que está no BCE e na UE não entende nada de macro-economia e por isso anda a arrastar as soluções.
Então qual é o problema de "dar" o dinheiro à Grécia e a Portugal dos fundos estruturais, nesta altura ?
Porra, que gente incompetente !
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