Enquanto a PJ desmantelava uma rede nazifascista com ligações a Ventura, detendo dezenas de suspeitos, João Miguel Tavares declarava: “Esta coisa de se andar aos gritos de ‘vem aí o fascismo’ é muito aborrecida”.
Perante a evidente falta de argumentos, Tavares revela sempre uma curiosa obsessão com “gritos”, já não é a primeira vez que o apanho nestes preparos retóricos.
Tende compreensão pelos interesses: sabemos da história que se o fascismo vier por arrasto, este tipo de poltrão não só terá as suas sinecuras mediáticas garantidas, como terá a perspetiva de ter outras, eventualmente ainda mais lucrativas.


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