1. Esta formulação não me sai da cabeça em tempo de catástrofes: “A resposta que pode ser dada à degradação por vezes violenta do estado da natureza depende, em última instância, da natureza do Estado”. E depois há o estado a que isto chegou.
2. Das primeiras coisas de que Montenegro se lembrou foi elogiar a “solidariedade” das seguradoras, um dos mais sórdidos negócios num contexto crescentemente para lá dos seguros privados. A intenção dele é clara: não podeis contar com o Estado para nada.
3. Leitão Amaro, um desgraçado egótico, decidiu colocar um vídeo sobre si mesmo, que depois retirou perante a indignação geral. O liberalismo é um egoísmo cobarde.
4. Por falar de liberais, a IL quer esventrar a lei de bases do clima. O negacionismo climático está na massa do sangue da extrema-direita, porque é a única forma de manter o seu fundamentalismo de mercado.
5. Por contraste, o PCP abriu à população o seu centro de trabalho da Marinha Grande, fornecendo alguns serviços úteis. É um dos partidos que sabe: fim do mundo, fim do mês, a mesma luta.
6. Sim, vale-nos a ação coletiva generosa das populações que se mobilizam, valem-nos servidores públicos no poder local e no central, vale-nos o povo.


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