Quando andei pela Marinha Grande, no verão passado, tirei umas notas: no triste museu do vidro só falam praticamente os patrões, alardeando “responsabilidade social” e tudo; temos de sair dali, para rotunda do vidreiro, para ver a memória da heróica resistência operária, a do 18 de janeiro de 1934.
domingo, 18 de janeiro de 2026
Eterna glória antifascista
Quando andei pela Marinha Grande, no verão passado, tirei umas notas: no triste museu do vidro só falam praticamente os patrões, alardeando “responsabilidade social” e tudo; temos de sair dali, para rotunda do vidreiro, para ver a memória da heróica resistência operária, a do 18 de janeiro de 1934.
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