Irei relutantemente, dada a presença de figuras como Francisco Pereira Coutinho: em pleno genocídio na Palestina chegou a negar este facto, alinhou pela propaganda, já negada, de que o Governo da Venezuela era um cartel da droga e assim sucessivamente.
Felizmente, pessoas como Nuno Ramos de Almeida salvarão a honra anti-imperialista.

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