terça-feira, 31 de março de 2026

Haja república dos pijamas


No início de 2015, Alexander Hamilton, um dos fundadores dos Estados Unidos da América (EUA) e o seu primeiro secretário do Tesouro, vivia um inesperado renascimento. O motivo não era nenhuma política inspirada no seu legado, ou um novo museu sobre o secretário do Tesouro, muito menos a descoberta de novos manuscritos. Hamilton passou a ter um musical dedicado à sua vida na Broadway de Nova Iorque. Hamilton, o musical de Lin-Manuel Miranda fugia à norma. A sonoridade era dominada pelo hip-hop e o seu elenco era composto na totalidade por minorias étnicas. O sucesso comercial foi imediato e incontestável, Hamilton esgotava bilheteiras e tornou-se um dos maiores sucessos da
Broadway desse ano. 

Assim começa mais uma análise de A República dos Pijamas. Acaba em Portugal, garanto ao leitor, e pelo meio tem uma breve lição de história da economia política e de política económica internacionais. Já aqui o afiancei e faço-o outra vez: faça um favor à sua cultura económico-política, subscrevendo este substack.

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