Já que, graças a Daniel Oliveira, fiquei com a fama de ser um coletivo sectário, ao menos que tenha o proveito (aceitando a sua convenção linguística, claro, onde a discordância se chama sectarismo).
Aplico-lhe então no caso de Cuba o método que apliquei a Pedro Adão e Silva no caso da Palestina: com poder mediático vem responsabilidade política, notamos, reparai no plural sectário, que ainda não escreveu uma crónica sobre o último crime imperialista em Cuba.
Já passaram semanas e há bebés a morrer em incubadoras por falta de energia, dado o bloqueio total. Porquê o silêncio? Dão-se alvíssaras a quem adivinhar.
Já agora, pergunto a António José Seguro: quando se solidariza com Cuba?


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