“Se não estivesse nos ficheiros do Epstein, seria uma afronta, porque significa que era um falhado” (Victoria Hervey, ex-namorada do ex-príncipe Andrew).
Esta declaração já foi proferida há uns dias e não me sai da cabeça. Contado ninguém acredita, é como se nem a mais marxista das imaginações conseguisse antecipar a realidade sórdida da classe dominante. Na realidade, sabemos cada dia melhor como a realidade tem um viés marxista, diria até marxista-leninista.
Valha-nos, entretanto, Sérgio Godinho, um dos que nos podem valer: “Não me digas que não me compreendes. Quando os dias se tornam azedos. Não me digas que nunca sentiste. Uma força a crescer-te nos dedos”.
A função da melhor teoria prática e da organização mais consequente é precisamente a de mobilizar e dirigir a raiva para o alvo certo, transformando-a nesse processo em amor exemplar, o que revoluciona as condições de existência.


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