É uma súcia de miúdos mimados que não fazem a menor ideia do que a vida custa e bodes velhos sem um pingo de empatia no organismo.
Não há realmente outra maneira de pôr a questão da IL, César Teixeira. Afinal de contas, andaram a mentir durante a campanha, tendo havido queixas de assédio que foram convenientemente ignoradas pela IL.
Negacionista climático e não só, Cotrim de Figueiredo foi agora premiado com uma sinecura mediática na sociedade indigente de comunicação que não dá notícias, vulgo SIC.
Já agora, no contexto das denúncias de abuso, não há comparação possível entre a IL e o Centro de Estudos Sociais (CES), quer na justa ação coletiva das queixosas, quer na reação da instituição, sem paralelo com qualquer outra em Portugal, incluindo na criação de uma comissão internacional e no seu apuramento.
Não me esqueço do que fez, por exemplo, Ana Cordeiro Santos, do Ladrões de Bicicletas, imprescindível em anos decisivos na presidência do conselho científico do CES.
E, por contraste, não me esqueço também dos Conrarias e quejandos liberais, os que chamaram ao CES, em artigo no Expresso, Centro de Encontros Sexuais, entre outras infâmias pelas quais deviam ter sido responsabilizados. O plural justifica-se pelo programa, que não nascemos ontem.
Enfim, é uma gente tão poderosa quanto medíocre. Estão direta ou indiretamente no Ministério da Educação, capitaneados por um membro da direção do mais liberdade (para explorar e expropriar).
Ao encontrar-se com o embaixador israelita, que há muito devia ter sido expulso, e ao anunciar a sua ida a Israel, Fernando Alexandre ganha aura de apoiante confesso do genocídio colonial, em linha com a história nada secreta do liberalismo realmente existente.
Do negacionismo climático ao negacionismo do genocídio, passando pela forma como se usa e abusa do poder, incluindo do mediático, lançando insultos soezes, sem esquecer toda a sorte de erros económicos grosseiros, o poderoso liberalismo até dizer chega tem mesmo de ser travado.


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