Já se falava nas suas ligações a Epstein quando Keith Starmer o nomeou embaixador nos EUA. Agora, ficámos a saber que, segundo o Financial Times, em plena crise financeira, como responsável pela pasta do comércio, verteu documentos sensíveis para Epstein sobre planos fiscais do Governo britânico, ao mesmo tempo que o estimulava a usar as suas ligações ao poderoso Banco JPMorgan para que este pressionasse o Governo a eliminar uma taxa sobre banqueiros.
Mais sórdido na submissão política só entre os “novos democratas”, de Clinton a Summers, um dos mais nefastos economistas dos EUA, cujas ligações a esta rede estamos também a conhecer cada vez melhor. Há aqui vários e tenebrosos padrões, muito instrutivos da economia política de um capitalismo sem freios e contrapesos, onde a predação no topo da pirâmide social é criminosamente ilimitada.
Um jornal digital coloca a questão que se impõe neste contexto e dá uma resposta satisfatória (deixo a citação em castelhano, porque é uma das línguas irmãs do outro lado da fronteira):
“Epstein es un error del sistema o es su consecuencia lógica? La abrumadora cantidad de ricos y poderosos que aparecen en los archivos del magnate pedófilo hacen obligatoria la pregunta”.


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