La opción de la rendición no es la opción de Cuba. Hay mucho que defender, hay muchos cubanos y cubanas dignas que dieron la vida por este país, por la independencia de este país en todas las épocas.
Desgraçadamente, até agora só vi tomadas de posição individuais e coletivas na esfera comunista. E há momentos na história em que não há cá terceiras vias.
Não custa muito. Quereis ver alguém dos EUA, para os quais muitos ainda olham com enlevo em busca de referências e onde até é necessário mais coragem para ter o mínimo de decência do que por cá? Atentai na simplicidade luminosa de Ilham Omar, da Câmara dos Representantes dos EUA:
‘Rotular Cuba como uma “ameaça à segurança nacional” é uma mentira usada para justificar uma guerra económica. O objetivo é esmagar o povo cubano, fabricar uma catástrofe humanitária e forçar uma mudança de regime a qualquer custo.’
Sim, Paulo Coimbra tem toda a razão: a esquerda brâmane portuguesa foi infectada por um vírus liberal, a antítese de qualquer espírito libertador.
E Cuba esteve sempre lá no momento certo, na vitória e na derrota, com soldados quando foi necessário, com médicos e professores sempre, porque as necessidades eram muitas: de Angola à Venezuela, do Vietname à Guiné.
Gostais muito de alardear cosmopolitismo, que nada tem que ver com internacionalismo, mas sois tão paroquiais, tão eurocentrados. Dizei qualquer coisa de esquerda, qualquer coisa civilizada, qualquer coisa, sem mas, nem meio mas, pá.


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