sexta-feira, 21 de abril de 2017

E que tal discutir ao vivo, olhos nos olhos?


5 comentários:

Anónimo disse...

Um convite difícil de declinar.

E um desafio a mostrar que quem sente s razão do seu lado tem a coragem para ultrapassar a mediocridade de quem faz do medo e da passividade a sus cassete argumentativa

esteves, ayres disse...

Em Lisboa ou arredores, podem contar comigo

Unabomber disse...

"Uma verdade:
«Claro que existe injustiça, desigualdade, corrupção, abuso; mas em menor grau na Europa que em qualquer outra região do mundo.
Nos Estados Unidos há quase pleno emprego, mas em muitos casos os salários são tão baixos que se pode ser trabalhador e sem abrigo ao mesmo tempo.»

Um aviso:
«Marine Le Pen, Putin e Theresa May celebram por antecipação o fim da Europa.
Donald Trump e o déspota da Coreia do Norte, cada um com o seu transtorno capilar, brincam às vésperas do fim do mundo.
Seria triste que fosse preciso perder o que tanto nos custou ganhar para saber apreciá-lo, para sentirmos vergonha de não o haver defendido.»"

De:Antonio Muñoz Molina
In: https://www.facebook.com/ruibebiano?fref=nf&pnref=story

Anónimo disse...

Ah.

Este Unanimber agora cita Molina. A prova provada que um escritor na vida pública tem todo o direito a dizer patetices e lugares-comuns medíocres mas ideologicamente denunciados.

A verdade dele é a sua verdade. Mas infelizmente não corresponde à verdade. Só um aldrabao fala na Europa como se esta fosse a UE.. E vice-versa.

Anónimo disse...

Quanto à tristeza de se perder o que se custou a ganhar...

Molina não saberá que o que custou a ganhar a um alemão por via deste directorio europeu e desta união disfuncional nao foi o mesmo que custou a ganhar a um grego que se viu na miséria? E que já perdeu o que lhe tinha custado a ganhar?

Até que ponto vai o debate político para se ter que ir buscar estas banalidades de Molina como argumento para o que quer que seja?