quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Debate sobre «A Crise, a Troika e as Alternativas Urgentes» na Biblioteca da Assembleia da República



«Este livro, do meu ponto de vista, é um livro que deve ser lido e estudado por todos os que queiram compreender, independentemente de opções ideológicas, quais são as origens efectivas da crise. As causas efectivas e estruturais da crise a que chegámos nos últimos anos.» (Octávio Teixeira)

«É excelente como narrativa explicativa da crise, como narrativa de crítica à resposta à crise.» (João Cravinho)

«Aquilo que é a visão, uma visão do percurso "crise-troika-alernativas" à esquerda, segundo os autores, está aqui escrito. E portanto isso limita o debate político desde logo a quem esteja do outro lado, o que é naturalmente o meu caso, não é surpresa para ninguém.» (João Almeida)

«Eu também acho que este livro devia ser lido por toda a gente. Aliás, se fosse possível fotocopiar milhões de exemplares, eu voluntariava-me para ir pelas ruas oferecer nas paragens de autocarro e nos sinais de trânsito e ia distribuir por toda a gente.» (Isabel Moreira)

«Quando confrontado com os erros sucessivos dos cenários macroeconómicos desenvolvidos pela troika, em parceria com o governo português, ele [Olli Rehn] disse: "para nós o que é importante não é o cumprimento das metas do ajustamento orçamental, para nós o que é importante é o empenho do governo no prosseguimento, na concretização da agenda de reformas estruturais". E portanto é disso que se trata: o objectivo do Memorando de Entendimento é conseguir uma reconfiguração do regime económico, social, e portanto político, da sociedade portuguesa.» (José Guilherme Gusmão)

Breves excertos das intervenções e comentários na sessão de apresentação e debate do livro «A Crise, a Troika e as Alternativas Urgentes», promovido pelo Congresso Democrático das Alternativas e que teve lugar na Biblioteca da Assembleia da República no passado dia 6 de Novembro. Disponibilizaremos aqui, brevemente, os vídeos com as intervenções de todos os oradores.

1 comentário:

Jorge Luís Figueiredo Fernandes disse...

Este livro deve ser nomeado para o Prémio Nobel. Uma maravilha.