quarta-feira, 15 de julho de 2009

A Economia Política da Gripe A (II)

Antes de continuar a minha série de posts, vale a pena responder ao chorrilho de disparates e desonestidade intelectual sobre a gripe A de que este post é um bom exemplo. Primeiro desvaloriza-se a ameaça. Afinal, a gripe aviária de 2005 só (?) matou 250 pessoas... Comparada com outros problemas de saúde globais, a capacidade mortífera da doença é relativizada até à irrelevância. Isto seria só manipulação mediática da indústria farmacêutica e do Rumsfeld.

A memória pode ser longínqua, mas foi exactamente este vírus da gripe (H1N1) que provocou uma das maiores pandemias do século XX: a famosa gripe “espanhola” de 1918, provavelmente nascida nas infectas trincheiras da primeira Guerra Mundial, que matou entre 25 e 100 milhões de pessoas num total de 500 milhões de doentes. Em Portugal, estima-se em 120 mil mortes. Santa-Rita Pintor e Amadeo de Souza Cardoso foram duas destas vítimas. Entretanto, outros surtos epidémicos têm surgido com mortalidades menores, mas mesmo assim muito preocupantes, por exemplo, em 1957, com uma mortalidade de 2 milhões de pessoas, e em 1968 com uma mortalidade entre 2 e 7 milhões.

Se a gripe aviária de há poucos anos matou pouca gente foi porque os países asiáticos empreenderam vastos programas de abate maciço de aves, prevenindo a propagação do mortífero vírus e consequente possibilidade de mutação que permitisse o contágio entre humanos (a discussão ainda está em aberto acerca desta possibilidade ter realmente acontecido). A actual gripe parece não ter a mesma agressividade da gripe aviária ou mesmo da gripe “espanhola”. Aliás, o H1N1 foi endémico nas populações humanas até ser substituído, em 1957, pelo H2N2 – o que pode explicar a menor incidência do actual vírus nas populações mais idosas. No entanto, o seu potencial de contágio é muito maior e nada impede que se transforme numa estirpe mais mortal à medida que se expande por todo o mundo.

Quanto ao Tamiflu, ao contrário do que se afirma, este é, de facto, um dos dois antivirais eficazes contra a gripe A. Ninguém nega que a Roche lucra imenso com a actual gripe. Face à sua muito limitada capacidade de produção (em 2004 produzia somente oito milhões de doses por ano), os governos devem, por isso, ignorar os direitos de propriedade intelectual do antiviral e produzi-lo em massa. Esta é única parte deste post com a qual concordo, embora ache estranho que se avance uma solução para um problema que é negado no texto que a antecede.

40 comentários:

Manuel Pestana disse...

Journalist Files Charges against WHO and UN for Bioterrorism and Intent to Commit Mass Murder

http://www.naturalnews.com/026503_pandemic_swine_flu_bioterrorism.html

Diogo disse...

Não seja tão crédulo, Nuno Teles. A ingenuidade tem limites. Já viu quantas pessoas apanharam a gripe A e ao fim de poucos dias estão curados? Quase sem dar por ela?

Diogo disse...

Caro Ingénuo Teles, leia isto:

«nos Estados Unidos, a partir dos dados fornecidos pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) é possível fazer uma estimativa. Desde meados de Abril até ao passado dia 10 de Julho (página actualizada às 11 horas locais), nos EUA, tinham sido contabilizados 37 246 casos, dos quais resultaram 211 mortos. Em igual período, as restantes estirpes de vírus terão infectado, na melhor das estimativas, perto de 4 milhões de americanos (a população está estimada pela CIA em 307 milhões de habitantes e a taxa de infecção varia entre os 5 e os 20% ao ano). Neste período, a totalidade de vírus “influenza” terá morto, naquele país, cerca de 9 mil cidadãos.»

http://terrasdelisboa.blogspot.com/

Alexandre Abreu disse...

Estes comentários lembram-me a piada do "La Haine" em que alguém que cai do 20º andar vai passando em vôo pelos andares mais abaixo e dizendo "até aqui, tudo bem... até aqui tudo bem...".
É que o problema resume-se da seguinte maneira:
a) o vírus H5N1 (o das aves de há uns anos) teve um rácio fatalidades/casos de cerca de 50%, mas não se transmitia directamente de humano para humano;
b) Esta nova estirpe do H1N1 está associada a uma mortalidade muito baixa, mas transmite-se directamente de humano para humano e, ao contrário da gripe "sazonal", não é endémico (pelo que os níveis de imunidade parcial entre os seres humanos são muito baixos); e
c) os vírus da gripe são conhecidos, entre outras coisas, por duas prioridades: a elevada velocidade de mutação genética e a possibilidade de co-infectarem células, recombinando-se com outras estirpes.

Se estes dois processos de antigenic shift e antigenic drift (para quem quiser ir à wikipedia) acontecerem no sentido da combinação da mortalidade do último H5N1 com a velocidade de propagação deste H1N1, o resultado é uma pandemia como a de 1918, com qualquer coisa como 100 milhões de mortos (um bocadinho mais do que os associados à maioria das causas que costumamos defender).
Por isso é tudo uma questão de probabilidades: a pandemia pode entrar em retrocesso mais cedo ou mais tarde, ou até tornar-se endémico na população humana, sem que o cenário catastrófico acima indicado ocorra.
Ou então não.
Não é certo que isto dependa grande coisa do que a humanidade venha a fazer, mas enfiar a cabeça na areia não me parece a melhor resposta...
Obrigado por isso ao Nuno Teles.

Anónimo disse...

"devem, por isso, ignorar os direitos de propriedade intelectual do antiviral e produzi-lo em massa"

Mas o que é isto??? Mas isto agora já é o texas??

yodleri disse...

Tenho que dizer que, de acordo com os meus dados (sou ignornte de raís à copa) a febre aviária não era H1N1, mas sim, H5N1; mais devo acrescentar que apesar de haver semelhanças, de acordo com os meus ignorantes dados, a peste aviária mais recente não era igual à de Espanha, ou seja, o vírus era ligeiramente diferente.
E o link do amigo Manurl Pestana é bem elucidativo do que se passa no mundo fármaco e arredores.
Para um bom esclarecimento é pesquisar o Gerhard Wisnewski (só conheço páginas em alemão daí não colocar qualquer link).
Cumprimentos

L. Rodrigues disse...

"Mas isto agora já é o texas?"
Sim, e sabe o que eles dizem "Don't mess with Texas".

Agora a sério, não é o Texas mas é o Brasil e os retrovirais produzidos à revelias das farmaceuticas gringas... no fim acho que acabaram por receber compensações. E o mundo não acabou. Ou acha que os EUA iam declarar guerra ao Brasil por causa disso?

E já agora, quando os EUA precisaram de fazer aviões para a primeira guerra mundial, também usaram leis de "compulsory licence", porque a industria estava num impasse criado pela guerra de patentes.

A História ensina.

Anónimo disse...

Texto ridículo. Este senhor sabe portanto mais do que a senhora ministra, o senhor director geral e o presidente do instituto ricardo jorge... Ó homem, você não estáem 1918.

Bruno Fehr disse...

Então foi daqui que surgiu o e-mail viral em nome de um tal de Nuno Teles.
Compreendo como alguém pode escrever um texto tão mal informado, só não compreendo é como se possa ser irresponsável ao ponto de o tornarem viral.

Os perigos do H1N1 não são minimizados até à irrelevante, a morte pelo vírus é que é minimizada, pois pelos dados que podemos recolher o perigo está mais na cura do que na doença. Roche???? Rummsfeld??? O que é que Roche tem a ver com isto, as principais empresas a lucrar serão a Baxter AG e a Avir Green Hills Biotechnology os mesmo que já mataram na Republica Checa e Áustria com vacinas H1N1 contaminadas com o vírus H5N1 que eles assumem que não percebem como os vírus se misturaram.

Com que então acha que esta estirpe do H1N1 é a MESMA da gripe Espanhola? Poderia comprovar isso? Não pode! Porque não é, apesar de ser H1N1 é uma estirpe diferente.

Quanto à sua culpabilização dos responsáveis pelas chamadas teorias da conspiração, acho que devem ler mais, muito mais sobre elas antes de escrever tais barbaridades. A não ser que esteja a chamar à Jane Bürgermeister de conspiradora quando ela apresenta FACTOS de que a a gripe A não é mais do que a contaminação propositada da população com vista a impor a obrigatoriedade de uma vacina perigosa.

A sério que estou curioso em saber as suas fontes, pois este seu texto vale o que vale... NADA.

Nuno Teles disse...

Não gosto de e-mails virais. Não enviei nenhum e-mail com o post. Se ler o primeiro post, perceberá de onde retirei a maior parte da minha informação.

Quanto às vacinas enquanto resultado de conspirações do capital, tem uma boa solução: deixe de as tomar.

passar bem

Bruno Fehr disse...

O senhor Nuno Teles não deveria ficar ofendido pela constatação da sua desinformação, poderia simplesmente defender o seu ponto de vista se ele tivesse algum tipo de defesa possível.

A sua solução de deixar de tomar vacinas é reveladora dessa desinformação, pois o que se está a verificar a nível mundial é que a vacina será Obrigatória com prejuízos sociais e criminais para quem não a tomar.

Tal com o seu ataque às chamadas teorias da conspiração, revela a sua ignorância nesse campo. Acho que devemos escrever sobre o que sabemos ou se não sabemos devemos investigar. Textos como o seu publicados na Net, podem prejudicar muitas pessoas, exemplo disto é este texto fazer agora parte do e-mail viral, o que levará os mais desinformados a pensar que isto é uma realidade, quando na verdade é falta de investigação da sua parte.

Podemos brincar ao blogues, mas se vamos falar de assuntos sérios, vamos trabalhar um bocadinho antes de escrever.

Farei questão de voltar, visto que aqui muitos temas interessantes abordados de um ponto de vista no mínimo estranho.

Passe bem

Alexandre Abreu disse...

O capital (ou a OMS, ou o Clube de Bilderberg, ou o Obama, ou o Pai Natal...) a ter como estratégia o extermínio indiscriminado de trabalhadores é a melhor piada que ouvi nos últimos tempos. Acharão talvez que o valor cai do céu, sem que seja preciso explorar ninguém?

Bruno Fehr disse...

Caro Alexandre, se você controla na perfeição um rebanho de 200 ovelhas e no dia seguinte tem 2.000, terá de se desfazer de algumas se quer continuar a ter controlo.

O "pai natal" com um vírus como este não está a atacar a forca de trabalho, só as pessoas que são peso económico. O vírus está a matar doentes e idosos.

Eu já ouvi e li muitas piadas, tal como o seu comentário, mas este assunto só o tempo o dirá se é piada ou não. Até agora os FACTOS documentados e documentáveis apontam para algo muito grave e só vozes sem sustentação factual dizem o oposto.

Mas claro, há que investigar e a maioria escreve opiniões pessoais que só possuem valor pessoal, sem fazerem qualquer investigação ou cruzamento de dados.

Andre Filipe disse...

Estes comentários estão uma maravilha... Depois do Alexandre Abreu ter explicado tim tim por tim tim, ainda há quem continue a insistir na parvoice! Não vi ninguém a dizer que esta estirpe era igual à da gripe espanhola mas apenas que ambas são do subtipo H1N1.
Porém, uma vez que como muito bem disse o Alexandre, esta estirpe específica de H1N1 não é endémica das populações humanas mas sim dos suínos. Como tal, não há imunidade nas populações correndo-se o risco do vírus infectar rapidamente uma elevada parte da população mundial.
E além dos custos económicos que isso teria, devido à capacidade de antigenic shift em caso de uma co-infecção por estirpes diferentes, poderia formar-se um virús altamente virulento para o qual não existem imunidades.
Parece-me que só por estupidez é que não se percebe a necessidade de criar rapidamente uma vacina para os grupos de risco.

Bruno Fehr disse...

André Filipe: Criar uma vacina sem questionar o perigo que a mesma representa? Será que vivem no mesmo planeta que eu?

Eu vivo num planeta onde a empresa que afirma que será a primeira a ter a vacina é a mesma que enviou Vírus H5N1 e H3N1 a laboratórios como sendo uma vacina, que matou a paralisou seres humanos. O mesmo laboratório que contaminou testes de uma vacina H1N1 experimental com o vírus H5N1 e matou pessoas. A mesmo empresa que registou a patente de uma vacina que supostamente ainda não foi criada, em 2008!!!

Como se regista a patente do que ainda não foi criado? Esta empresa é a Baxter AG International.

Além disso estamos a falar de laboratórios que ao criarem a vacina irão receber IMUNIDADE CRIMINAL.

Ninguém disse que o vírus não é um perigo, mas não digam às pessoas que a vacina é a solução pois está patente em todas as investigações até agora de que esta vacina poderá ser pior que a doença.

Antes de falarem na importância da vacinação, façam o mínimo que é exigido a quem escreve sobre o assunto. INVESTIGAR.

É lógico que o senhor não entende o meu ponto de vista, pois é lógico que anda perdido em meias informações sobre este assunto.
O vírus é preocupante mas não tanto como estas campanhas de desinformação conduzidas por pessoas mal informadas.

Anónimo disse...

Bruno Fehr, e se fosses levar na anilha, panasca?

passar bem

Bruno Fehr disse...

@ Anónimo

A elegância das suas palavras e a qualidade do seu Português é sem dúvida prova cabal de que deverá manter-se afastado de tudo quando tiver muitas letras.

Passe bem (pois utilizar o verbo no infinitivo ao dirigir-se a terceiros, é... retardado.)

Anónimo disse...

Bruno Fehr, panasca, e se fosses levar na anilha outra vez?

passar bem

Bruno Fehr disse...

@Anónimo, é importante aprenderes a conjugar verbos. Um coisa é a fraca tentativa de insulto pessoal, outra é o teu insulto à gramática portuguesa.

Podemos discutir durante meses... eu ensino-te!

Anónimo disse...

Para o panasca do Bruno Fehr que não percebe um caralho do que um gajo escreve, eu não insultei esse filha da puta porque não esbanjo insultos com palhaços que foram apanhados com imagens de pornografia infantil no disco do computador, eu apenas o aconselhei a que fosse levar na peidola, que é uma actividade capaz de consolar escumalha desse nível.

siga o meu conselho e passar bem

Bruno Fehr disse...

@Anónimo, é interessante como os proprietários deste blogue autorizam os comentários deste anónimo, bem como a rapidez como ele aqui vem parar... Será que lhe dá dores no rabo não ter poder argumentativo para mim?

Anónimo disse...

Rapaz Fehr, mais interessante é os proprietários deste blogue autorizarem a publicação de comentários de um indivíduo perseguido por parafilias abstrusas e que anda há anos a ver se escapa aos braços da Justiça. Deixe as criancinhas em paz e chame alguém mais velho do que o senhor para lhe ir ao cu, já que se mostra tão apreciador de tais práticas. Para criminosos da sua laia, a sodomia a frio seria uma benesse. Desapareça, porque não faz cá falta!

passar bem

Bruno Fehr disse...

@Anónimo, ahahahahah priceless, sem dúvida um comentário desesperadamente lindo, tal como a sua fixação pelo sexo anal :)

Anónimo disse...

Ri-te, ri-te, panasca Bruno Fehr! Quando souberes que a vaselina leva areia até andas aos piparotes, pedófilo do caralho!

passar bem

Bruno Fehr disse...

@anonimo, você diverte-me com a sua mente doente. Isso parece-me sexualidade reprimida.

Anónimo disse...

Complicado mesmo é desmentires que és pedófilo, Bruno Fehr. Um cabrão do caralho como tu merece apenas que lhe façam o mesmo que faz aos pobres dos miúdos. Vai-te curar, isso não é tara, é mesmo doença. E não é por teres fugido para Alemanha que a polícia vai deixar de te pôr a mão em cima. Oxalá sejas espancado quando fores parar com os costados à penitenciária.

passar bem

Bruno Fehr disse...

@Anonimo, por favor continue :)

Anónimo disse...

Mas atreves-te a desmentir esses actos iníquos, seu grande filho da mãe? Anormais como tu, que se divertem nas barbas de Onan com fotografias de crianças guardadas no computador só merecem um fim: que lhe arranquem os colhões. Bruno Fehr é sinónimo de abusador de menores, oxalá apodreças em Vale de Judeus, seria um bom sítio para passares uns tempos, para teres um bom correctivo e talvez um andar novo.

passar bem

Bruno Fehr disse...

Anónimo, você diverte-me, está a escrever um livro?

Anónimo disse...

Bruno Fehr, você é a puta que te pariu.

Bruno Fehr disse...

Adoro o seu Português :)

Anónimo disse...

Bruno Fehr, antes a tua adoração pelo meu português, do que a deformação mental que te caracteriza e os abusos sexuais que praticaste a crianças. Coça-te e aprende, palhaço. Já que em termos de português não tens nada a ensinar, nem aos putos que fodes.

passar bem

Bruno Fehr disse...

Anónimo, claro que tenho, posso-lhe ensinar imenso, mas ainda não entendi o motivo de falar de mim neste blogue. Poderá visitar o meu espaço e atacar-me lá. Acho triste fazer estas figuras no seu próprio blogue.

Anónimo disse...

Bruno Fehr, se este fosse o meu blogue podes ter a certeza que comentários de abusadores de menores como tu acabavam no caixote do lixo. Obrigado por me deixares visitar o teu blogue, mas não tenho o costume de ler merda. E muito menos merda de um analfabeto que se sente ameaçado. Se te sentes atacado, compra um cão. E agora, com licença, que vais pela sanita abaixo, bronco.

passar bem

Bruno Fehr disse...

Anonimo:

ainda não se calou ladrãozeco de biclas? Você escreve com um lavrador analfabeto e chama-me o mesmo? É claro que você lê, caso contrário não nutria esse amor-ódio por mim.

Eu sou compreensivo com idiotas, não digo burro pois até os burros aprendem.

Passe bem (forma correcta)
Passar bem (forma de atrasado mental por escolha própria)

Anónimo disse...

Pedófilo Fehr, não tens nada a ver se eu me calei ou se eu continuo a falar. Se te incomoda, põe o dedo no cu. É claro que leio, mas já te expliquei que não leio merda, compreendo que não tenhas percebido mas é um problema teu. Comigo merda como tu vai pelo cano abaixo. Agora põe o dedo no olho do cu e segue para o esgoto.

passar bem

Bruno Fehr disse...

Anónimo: Falem bem, falem mal mas falem. Pelo menos dou sentindo à tua vida :)

Anónimo disse...

Fehr, ainda bem que puseste o dedo no cu e foste pelo cano. Já vi elefantes mais espertos do que tu.

passar bem

Bruno Fehr disse...

Anónimo:

Sei que vais ficar triste e voltar à tua solitária vida, mas não te darei mais atenção.

Verme é verme, volta para baixo da pedra que saíste.

Passa bem!

Anónimo disse...

Fehr, pedofilozinho, vai cagar alfinetes. Alguém pediu a tua atenção, seu cara de bóbó? Agradeço a mamada que pedes para fazer de cada vez que vens dar atenção a um comentário meu, mas não é preciso avisares que vais regressar ao monte de bosta de onde saltaste, esterco!

passar bem