sábado, 10 de março de 2018

Do Estado que «asfixia a economia»


«São 5,5 mil milhões de euros de ganho, entre poupança com faltas ao trabalho evitadas pelos cuidados de saúde prestados pelo Estado e o retorno económico desses cidadãos que, não tendo ficado doentes em casa, foram trabalhar, produziram, receberam um pagamento por esse trabalho e gastaram parte em bens de consumo. Explicado assim, em economês de grau zero, parece simples, mas o facto é que estamos muito mais habituados a ouvir falar do que o SNS nos custa, a todos enquanto contribuintes, e também do que o serviço faz menos bem ou onde tem falhas graves. A espaços também vamos ouvindo que este é um sistema insustentável, que representa um fardo financeiro excessivo para o país, que consome recursos que seriam mais bem aplicados noutras áreas e, por último, que estaríamos todos muito melhor com uma passagem mais decidida destas responsabilidades para a esfera privada. 5,5 mil milhões é, para que se tenha noção da grandeza, cerca de metade do orçamento do Estado para a saúde, para o SNS. Dito de outra forma, o SNS consegue "devolver" ao país, à economia, metade do que absorve em dinheiro público, dos contribuintes. Será assim um negócio tão mau como nos tem sido vendido?».

Paulo Tavares, Afinal, o SNS vale o que pagamos

52 comentários:

Jose disse...

Comovente análise que dramatiza invocando argumentos que nunca se ouviram enunciados por quem tenha qualquer relevância na matéria.

Como tudo que é serviço de Estado, mais dramático do que a sua existência ou o seu custo, é o contributo para um laxismo do 'venha a nós' de direitos e abusos.
E o SNS é até um exemplo de bom profissionalismo ao serviço de muita dessa pieguice e oportunismo, a começar pelas baixas médicas.

Geringonço disse...

A criação do SNS foi de facto um péssimo negócio para as "elites" degeneradas que estavam habituadas usar a doença daqueles com parcas posses para os abusar ainda mais...
As "elites" degeneradas gostam é de enfermos e analfabetos de forma a fazerem deles o que bem entendem...

E basta ver o exemplo dos EUA, um sistema privado, mais caro e pior que TODOS os países ditos industrializados.

Os EUA, país tão avançado, onde coisas como estas acontecem

Hospital despeja na rua mulher praticamente nua.

https://www.youtube.com/watch?v=X4buCVc2afw

Jose disse...

O geringonço e as suas élites a propósito de um facto tão básico quanto o é o princípio geral dos preços de bens e serviços: quanto mais desejado e mais escasso, mais preço.
Agora que é abundante, a regra do preço ainda não serve face ao esquerdalho princípio geral dos preços: dado e arregaçado!

Anónimo disse...

O SNS foi uma das maiores conquistas de Abril.

Logo alvo da fúria incontida de quem anda a pregar as balls de salazar.

Registe-se a impotência de quem aponta desta forma impotente contra "argumentos que nunca se ouviram enunciados".

Pobre sujeito.Quem ataca, como o faz jose, o "Aprender a Aprender", é sempre apanhado com as calças na mão quando confrontado com a novidade e o não decorado.

Anónimo disse...

Percebe-se também a irritação e o ódio desta gente pelo SNS.

Por um lado porque se está a falar de um Serviço do Estado. Ora o Estado não serve, de acordo com o caderno de encargos da tralha neoliberal, para assegurar funções sociais. Serve sim para cobrir os prejuízos da banca e para dar dinheiro do erário público aos banqueiros, para fazer pagar as rendas das PPP e dos Swaps a uma cambada de chulos, para promover por via directa o desvio de dinheiro para os offshores, vulgo bordéis tributários.

Serve para fazer leis para promover a concentração do Capital e leis laborais ao serviço da vampiragem. É para isso que serve o tal Estado para estas coisas.


Estamos a falar na saúde

É que a saúde ainda por cima é uma fonte inesgotável de rendas para os privados interesses. Sobretudo para os grandes interesses.

Os cofres públicos suportam 51% da despesa total dos hospitais privados, de acordo com dados oficiais.

É fartar vilanagem .

Anónimo disse...

O SNS em Portugal, mesmo depois da tentativa do seu aniquilamento, mesmo depois da acção concertada de vários governos para a sua privatização, mesmo depois dos discursos da tralha neoliberal, a afirmar que quem quisesse saúde tinha que a pagar, mesmo depois dos anos de chumbo da governança de Passos/ Cristas, mesmo depois de todos os atentados contra ele, permanece, segundo indicadores de 2017, num honroso 14º lugar. À frente de países bem mais ricos do que nós:Reino Unido (15.º), Espanha (18.º), Itália (21.º) e Irlanda (24.º).


Em relação ao SNS, o que preocupa um sujeito de nickname jose, o que lhe faz verter uma lagrimazinha de ódio, é o "contributo do SNS para o laxismo", para a "pieguice", para "o "oportunismo".

Percebem-se estas prioridades. No tempo de salazar nem contávamos. Agora a questão da saúde das populações está reduzida ao umbigo das preocupações dum patronato explorador e sem vergonha, à cata do que possa impedir o aumento da taxa do lucro, mesmo que à custa da saúde dos trabalhadores.

Entretanto jose preocupa-se também com o facto de ter e cito " os 'Discursos ( de Salazar) também encadernados, mas lamentavelmente de edições sortidas."

São estes os lamentos e preocupações de.

Tudo dito


Jose disse...

Há por aí uns idiotas que julgam que o SNS poderia ter crescido como cresceu sem que o Estado tivesse que recorrer ao investimento e serviços privados, ou que ainda hoje deles pudesse prescindir.
Cães raivosos de tudo que é privado, seguramente se babam de gozo sonhando a alternativa de tudo ser obtido por saque e dívida pública.

Mas assim como no ensino tornaram inertes esses investimentos privados na sua sanha de tudo incluir no Estado, seguramente o farão na saúde, se lhes deram oportunidade e dinheiro.

Anónimo disse...

Quem serão os idiotas convocados por herr jose?

Anónimo disse...

Parece que o "idiota" do jose não percebeu que quem financia o privado é o estado.

Todos nós.

51% dos hospitais privados são financiados pelo estado.

A que propósito dar dinheiro assim desta forma a intermediários?

Cães raivosos de tudo que é público, seguramente se babam de gozo sonhando a alternativa de tudo ser obtido por saque ao erário público.

E a ganir em prol dos lucros privados...à custa da saúde de todos nós

Anónimo disse...

Um post que faz a separação de águas.

De como o louvor do SNS, cujo desempenho, avaliado internacionalmente, demonstra uma vez
mais excelentes resultados, em função da competência dos profissionais, da organização dos serviços e das políticas saídas da Revolução de Abril ( pesem as tentativas da sua descaracterização e privatização) deixam em polvorosa um ou outro indivíduo. E todos sabemos que o SNS está pior depois da governança neoliberal

Começará por tentar caracterizá-lo como laxista, piegas e oportunista.

Não passou.

Depois solidarizou-se com o despejo de uma mulher praticamente nua por um Hospital nos EUA. EUA, onde "vigora um sistema privado, o mais caro e pior que TODOS os países ditos industrializados".
E fê-lo com base no "princípio geral dos preços de bens e serviços" e numa coisa francamente esquisita. Num "dado e arregaçado" sinistro, a lembrar as prioridades para quem tem da vida humana tais concepções e para quem a saúde é um negócio

Mais uma vez não passou.

Desafiado a vir para o meio da arena, despido das suas considerações idiotas laxistas, oportunistas e piegas,o tal indivíduo despe-se de preconceitos e assume-se daquela forma vergonhosa aí em cima exposta.

Vejam como se assume piegas em defesa dos interesses privados na saúde. Que existem e devem ser complementares. Mas nunca este "dado e arregaçado" aos tais interesses, tão querido ao nosso indivíduo.

Falará também na Educação. E volta a adivinhar-se o apetite e a gula mais o "princípio geral dos preços de bens e serviços"

Basta agitar um pouco as águas.E surgem os que defendem a barbárie.Também num hospital longínquo, nos EUA. Ou aqui em Portugal


A.R.A revolução disse...

Por falar em idiotas!!

Alguma vez o facto da existência do SNS tornou impossível o aparecimento de unidades de cuidados de saúde privados? Não, pois não? Mas e o inverso? Caso não houvesse um SNS?
https://www.dn.pt/portugal/interior/doentes-trocam-hospitais-privados-por-publicos-a-meio-dos-tratamentos-5537034.html

E por falar em idiotices!!!
Caberá na cabeça de alguém que a coisa publica (paga por todos os contribuintes) seja "obrigada" a financiar privados através de PPP's na area da saúde incentive o contribuinte a pagar em duplicado num suposto "interesse publico" que acaba sempre em contratos ruinosos para o Estado e uma renda fixa milionária para os consórcios privado?
http://expresso.sapo.pt/revista-de-imprensa/2018-01-02-PPP-na-Saude-custaram-479-milhoes-ao-Estado-em-2017#gs.JSymCAI

E o idiota sou só eu?
Parece que não pois os Idiotas dos Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS) apresentaram no seu relatório de primavera 2016 uma constatação, essa sim, verdadeiramente Idiota demonstrando que existem em Portugal desigualdades que se traduzem "numa melhor saúde para os ricos e numa pior saúde para os pobres" e mesmo perante a evidencia de um aumento de serviços privados, através dos seguros de saúde, mais acentuado em tempos de crise, que esta escolha só existe quando as pessoas não estão doentes pois "Quando estiverem doentes, vão ver que a verdadeira resposta existe no SNS" afirmou José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos ... esse grande idiota!

Em estilo de conclusão, creio que ou a alusão aos "idiotas" é o constatar de alguém com Ideias exultando alvissaras ou então só mesmo alguém que perante as evidencias se mostra incapaz de coordenar ideias, denotando estupidez e ou com laivos de idiotia, que persiste espelhar nos outros a sua própria Idiotice.

Jose disse...

Idiotas que se fazem cegos para não distinguirem investimento de exploração, e ignorarem os milhões em seguros privados.
E na sua imbecilidade fingem acreditar que a maior ambição possível é a de quem se entrega à guarda dos cuidados do Estado.

Jose disse...

A coisa tem foro de extravagância idiota:
« "obrigada" a financiar privados através de PPP's na area da saúde»... quando as PPP's são financiamentos privados a um Estado que não tem meios para cumprir o que definiu ser a sua missão!!!

Jose disse...

E parece não haver limites à idiotice:
«desigualdades que se traduzem "numa melhor saúde para os ricos e numa pior saúde para os pobres"».

Extraordnário!
Será que os ricos não usam o SNS?
Será que os ricos têm melhor informação sobre cuidados de saúde?
Será que os ricos comem mais e melhor ou que se estragam em cocktails e orgias?
Será que os ricos são mais explorados pela medicina comercial?
Será que os ricos são operados com bisturis mais afiados?

Tudo magnas questões a requerer não um Observatório mas desde já vários Grupos de Trabalho especializados, para determinar o que se passa com a saúde dos ricos.

Jose disse...

Mas há idiotice muito mais ampla, abrangente, diria do tamanho do universo da idiotia.

«Parece que o "idiota" do jose não percebeu que quem financia o privado é o estado.»

O que o José sabe é que o Estado se financia com os impostos sobre os PRIVADOS.

Anónimo disse...

A raiva pelo facto que a saúde não seja só privada hein José ?
E os seguros a facturarem mesmo que tenha que expulsar mulheres para a rua, hein José?
Mais uma renda para adicionar, hein José?
Mais uns palavrões investidos por ti hein José?

Anónimo disse...

Estes nem sabem fazer uma conta de subtrair. Custa 10 mil milhões e devolve 5 mil milhões e é um excelente negócio. Deve ser da China.

João Pimentel Ferreira disse...

Aviso à navegação: a Holanda, de acordo com vários rankings idónees internacionais, tem o melhor sistema de saúde de mundo, onde se analisa cuidados preventivos, igualdade no acesso, cuidados continuados e qualidade do serviço, tendo todos acesso independentemente da capacidade económica do cidadão. E todavia na Holanda funciona tudo por seguros e os hospitais são todos privados. As pessoas, por ignorância do social-liberalismo, associam o regime privado ao caos e desumanização do sistema americanos. E paradoxalmente quem mais desgosta do sistema holandês são os ricos, porque o sistema é único e não dicotómico como em Portugal.

João Pimentel Ferreira disse...

Na Holanda não há sistema nacional de saúde, mas não fogem do princípio social europeu de acesso total à saúde independentemente das condições financeiras dos cidadãos. Caso a pessoa não tenha condições financeiras, o município paga-lhe o seguro de saúde. Na Holanda cada cidadão é obrigado por lei a ter seguro de saúde, tal como acontece em Portugal por exemplo para o seguro contra terceiros que os automobilistas são obrigados a contrair. No seguro de saúde holandês, o preço mensal para cada pacote é fixo e não pode depender de idade ou de doenças que o paciente possa ter, rondando cerca de 150€ mensais que são descontados no salário para quem trabalha. Embora segundo consta este sistema não seja assim tão eficaz em termos de custos, o sistema de saúde holandês ficou situado em primeiro lugar num estudo que comparava vários sistemas de saúde, onde foram analisadas qualidade, eficiência, acessos a cuidados de saúde, igualdade, e a capacidade de transmitir hábitos de vida saudáveis. Aqui os hospitais apesar de públicos são geridos por privados e as pessoas podem escolher os médicos que querem ir não havendo o conceito de que certo médico precisa de estar associado a certo seguro. Quando os meus pais me visitaram tiveram de ir a uma clínica privada para tratamento e pagaram 20€ pela consulta.

Em Portugal reina a dualidade gritante de um sistema diria iníquo, semelhante ao praticado na América Latina, onde os hospitais públicos são para pobres e os privados para ricos. A taxa moderadora nos hospitais públicos em Portugal é de 20€, aquele valor que os meus pais pagaram para terem acesso a uma consulta no sistema privado aqui na Holanda. Já uma consulta de especialidade em Portugal, ronda para lá dos 100€, um valor que representa 1/4 do salário líquido mínimo no país. Segundo o Eurostat, em percentagem do PIB, gasta-se o mesmo em saúde em Portugal e na Holanda.

Anónimo disse...

Não,para informação do das 12 e 21 estamos a falar em Saúde. Estamos a falar num direito constitucional. Não estamos a falar em negócios nem da China nem em patacoadas primárias.

O SNS para além de garantir um direito e uma função social do estado ainda permite retorno nele investido.

É obra. Tanto que deixa a tralha neoliberal assim azamboada.

Mais um que justificaria a expulsão da mulher do Hospital nos States

Anónimo disse...

"quando as PPP's são financiamentos privados a um Estado que não tem meios para cumprir o que definiu ser a sua missão!!!"

Tretas. Tretas de aldrabão a tentar esconder o que os move.

As Parcerias Público Privadas (PPP) são sem dúvida um modelo acabado do «menos Estado» e das características anti-sociais de certa «eficiência privada», mostrando também como as boas intenções de «privatizar e regular» apenas servem para enganar incautos. As PPP foram uma forma de, ao arrepio da própria lei que regula o seu funcionamento, entregar uma renda do Estado ao grande capital.

As PPP foram introduzidas por Cavaco Silva. Foi uma prenda que deixou.E para que conste tal “oferta” não teve nem aceitação universal, nem foi despida de críticas.Logo de início. Um dos casos com génese cavaquista (e do seu ministro, Ferreira do amaral, que depois foi para onde foi)é o da Lusoponte.

E quando se fala em rendas, jose dá um passo em frente.

Uma mina para os privados. Um rombo para o Estado

Jose disse...

Como cliente fidelizado ao SNS, sempre me divertem estas raivinhas com os privados que me prestam excelentes serviços.

Anónimo disse...

Muito haveria a dizer sobre as PPP. Também na saúde. Para proveito dos privados

O modelo de Parcerias Público-Privados (PPP) para a saúde que foi implementado em Portugal, contrariamente ao que começaram por dizer, não foi “o mais avançado do mundo”, representando mesmo um retrocesso em relação ao modelo inglês onde se inspirou. Efectivamente, na Inglaterra não foi incluída na parceria a prestação de cuidados de saúde por ser incompatível com a lógica económica que domina a actividade dos privados, enquanto em Portugal as prestações de saúde foram incluídas no modelo adoptado, o que levou à degradação da qualidade dos serviços de saúde prestados e ao aumento dos custos a pagar pela população.

Uma renda pois então. O Estado a fazer aquilo que gosta de fazer,nomeadamente quando entregue às mãos de quem tantos privados negócios tem.

Entretanto lembre-se o que o grupo Mellos exigia mais. De acordo com declarações do seus responsáveis disponíveis no seu sítio web – www.josedemello.pt – este grupo exigia a privatização imediata de metade do Serviço Nacional de Saúde

Anónimo disse...

( Para informação do tal jose:
Não estamos particularmente interessados nas raivinhas do sr jose. Nem nas fidelidades do mesmo.
O que se discute é outra coisa. Por mais que agora se tente atirar para o lado)

Anónimo disse...

Aviso à navegação.

O pimentel ferreira surgira já a falar num negócio da China. Da forma como é seu hábito. Adquirindo um outro nick.

Pelo que o "anónimo das 12 e 21" é mesmo o aonio pimentel ferreira. A fazer o que sabe fazer. E por entre as referências em versalhada livre ao físico da namorada surgem aí mais uns ataques soezes ao SNS português.

Nem o disfarce de chinês o inibiu do asneiredo e do disparate

Anónimo disse...

Dá francamente gozo observar a quem a tralha neoliberal tenta comparar Portugal.

Já não é com o terceiro mundo, com a cauda da Europa ( como no tempo da outra senhora) mas com países que estão no topo do PIB.
Claro que o pimentel ferreira ainda fala a páginas tantas na América Latina. Mas francamente devia estar pedrado ou alcoolizado na altura. Estas tontices devem ser relevadas.

Anónimo disse...

Convém observar objectivamente o que a tralha neoliberal fez ao país. Convém ver o que fez ao SNS. Objectivamente. Com dados concretos e reais. Para onde se vai quando se tenta privatizar a saúde. E quais as suas consequências.

Um documento, produzido pelo Observatório Português dos Sistemas de Saúde - uma parceria da Escola Nacional de Saúde Pública, da qual fazia parte do atual ministro da Saúde, do Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra, da Universidade de Évora e da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa -deu à luz em 2017

O relatório refere que apesar das melhorias no estado de saúde da população, as desigualdades mantêm-se. Recorrendo a comparações europeias, o Observatório aponta que houve uma "diminuição do financiamento público da saúde e o aumento das despesas financiadas através de out of pocket (pagamentos diretos) por parte dos portugueses". Acrescenta que "para se manterem saudáveis, os portugueses gastam muito mais do seu próprio bolso do que a maioria dos europeus".

José Aranda da Silva, um dos responsáveis do relatório, lembra que em Portugal o investimento na saúde durante os anos de crise diminuiu, ao contrário do que outros países europeus fizeram. "A nossa percentagem da despesa em saúde, que era acima da média europeia, hoje está abaixo e já com valores bastante significativos. O que é mais grave, aumentou a parte paga directamente pelas famílias e pelos cidadãos", aponta.

E exemplifica: "No nosso país, 40% da despesa com medicamentos são suportadas directamente pelos cidadãos, quando na maior parte dos países anda à volta dos 15 a 20%. Isso é preocupante. Temos um sistema que cada vez menos está a investir em saúde porque cada vez mais os cidadãos estão a pagar pela saúde, o que leva a que as camadas populacionais com menos recursos comecem a ter dificuldades em aceder ao sistema de saúde", diz.

O que leva a outro alerta do relatório. "As barreiras no acesso aos cuidados de saúde permanecem relevantes em Portugal e marcadas do ponto de vista socioeconómico" e que "os mais pobres continuam a ter menor utilização de consultas da especialidade, face a necessidades iguais". Iniquidade "particularmente marcada" no acesso à saúde oral, à saúde mental e a medicamentos. "Os resultados que se viram no estudo da equidade, tanto no acesso como na utilização, demonstram que é muito preocupante a situação. Há uma camada de população que tem acesso porque tem seguros privados e outra que não tem acesso", refere Aranda da Silva.

Anónimo disse...

Temos aí em cima um tipo ( acho que o nickname é jose) a fazer versinhos em torno da saúde dos ricos:

"numa melhor saúde para os ricos e numa pior saúde para os pobres"». `
É um facto. E contra factos não há argumentos. Por isso os versinhos para distrair o pagode

-"Será que os ricos não usam o SNS"?
Claro que o usam. É ainda em muitas situações o topo de cuidados de saúde. E é muito mais económico quando os cuidados de saúde são muito onerosos para o cidadão. É ver os "ricos" começarem a fazer os tratamentos oncológicos no privado e depois a passarem-se para o público, ou por esgotamento dos plafonds ou por incompetência técnica de alguns privados

-Será que os ricos têm melhor informação sobre cuidados de saúde?
Têm melhor informação

-Será que os ricos comem mais e melhor ou que se estragam em cocktails e orgias?
A actividade alimentar sólida,liquida ou sexual dos designados ricos é uma coisa que me ultrapassa. Há alguns indicadores que poderiam ser úteis,como por exemplo a taxa de alcoolismo nas diversas camadas sociais. Também há casos de orgias célebres frequentadas por ricos e pela fina-flor do entulho económico, patronal e social do fascismo, como foi o caso do Ballet-rose, mas isso agora desviaria a discussão

-Será que os ricos são mais explorados pela medicina comercial?
Não se trata de serem mais ou menos explorados. Têm mais dinheiro e podem optar. Em muitos casos a fortuna de tais "ricos" resultou de actividades como a do DDT. Ou a de António Borges, que não pagava impostos. Mas isso afastaria o debate.
Claro que se o prestador de cuidados de saúde for um tipo sem escrúpulos e segundo a lei da máxima rentabilização da taxa de lucro, ele irá também explorar o rico.

-Será que os ricos são operados com bisturis mais afiados?
Isso é uma questão que indicia quem a faz. Tem a ver mais com a capacidade cognitiva deste. Não merece resposta porque a pergunta está respondida. E o perguntador devidamente etiquetado por quem nos lê

Anónimo disse...

Alguém aí em cima afirma isto:

«Parece que o "idiota" do jose não percebeu que quem financia o privado é o estado.»
O que o José sabe é que o Estado se financia com os impostos sobre os PRIVADOS."
Fim de citação

Eis, aqui em toda a sua extensão e de modo explícito, a forma como o patronato quer viver em Portugal.

Vive e quer viver à custa do erário público. A viver de mordomias. Com lucros assegurados em forma de rendas.E com o desvio de rendimentos dos de baixo para os de cima

já vimos que o estado financia também na saúde a actividade privada. Enquanto se reduzem as despesas com o SNS, o Estado, segundo dados só agora fornecidos, suportou em 2015, 51% da despesa total dos grupos de saúde privados no país

O Estado cobra impostos que servem para as diferentes actividades ligadas às funções do Estado. Entre as quais as designadas funções sociais do Estado.

Dados colhidos em 2014 ( a situação agravou-se desde essa data, em benefício do Capital), mostram que os trabalhadores pagam 75% de todos os impostos. Também se sabe que os perdões fiscais recaem estranhamente sobre os grandes grupos económico-financeiros. E que a fuga ao fisco é uma das actividades favoritas de grandes empresários e de grandes conglomerados económicos. Consta que durante o governo de Passos foi nomeado um governante para facilitar a passagem de grandes fortunas para os offshores por debaixo do escrutínio das finanças e da opinião pública.

Pois sobre os impostos colectados pelo estado, resultante sobretudo da contribuição do trabalho, há quem queira que uma parte destes impostos seja desviado para o bolso dos privados que actuam na saúde. Para que estes consigam obter mais lucro à custa de todos nós.À custa da saúde de todos nós. À custa da depauperação dum Serviço de Saúde que devia ser público e universal

Se usássemos a linguagem em uso por alguns fanáticos da coisa, o que querem é "mamar" do erário público. O que querem são rendas garantidas para garantidamente continuarem a distribuir pelos accionistas ganhos obtidos à custa de todos nós. Umas quantas vezes até pedem empréstimos para distribuir mais dinheiro por aqueles, do que o resultante da sua própria actividade dita empresarial. Depois outros que paguem a conta.

Foi o que aconteceu com a actividade bancária e com os banqueiros em Portugal, onde o erário público,todos nós fomos obrigados a pagar-lhes os desmandos e as falcatruas.

Os lucros, contabilizados em milhares de milhões, foram privatizados, directamente para o bolso dos accionistas e dos administradores-banqueiros.

Os prejuízos foram nacionalizados, à custa directamente do bolso de quem trabalha

O que este grande patronato quer é viver à custa do Estado. Tal como o tem feito desde há muitos e muitos anos,desde o tempo da outra senhora.

Anónimo disse...

O sistema de saúde holandês na óptica do utilizador:~

seguro de saúde obrigatório.

qualquer coisa que tenhas (sem ser emergências ou acidentes, isto é, se não for preciso chamar uma ambulância) deves dirigr-te ao teu medico de família.

tu é que escolhes o médico de família - há listas, tem de ser obrigatoriamente no teu bairro.

é o médico de família que decide se precisas de um especialista ou não. não podes ir a um especialista sem que seja o médico de família a enviar-te... tipo tens de pedir por favor, muitas vezes, para que te enviem ao especialista.

quando vais ao médico de família, quase sempre te manda para casa descansar uma semana e tomar paracetamol (isto é mesmo verdade). se a coisa piora então voltas e logo se vê. entretanto reza para que te mandem fazer uns examezinhos.

o sistema é bom porque toda a gente tem acesso a cuidados. os hospitais tem belíssimas condições e tratam-te bem. há mentalidade de contenção absoluta de custos (holandeses são forretas) e portanto só mandam fazer exames auxiliares de diagnóstico se a coisa está mesmo preta. já ouvi contar tantas histórias de maus diagnósticos.....

aliás comigo, andei um ano a tomar paracetamol para as dores nas costas, a minha médica de família dizia que eu tinha um lumbago, eu dizia que conhecia a dor e que devia ser outra hérnia, ela que não... enfim. acabei noutra operação pois quando cheguei a portugal fui direitinha ao meu operador.

conclusão, este sistema é uma merda. é caro - pago 108,00 por mês, e os primeiros 250.00 que gastas pagas tu na mesma. portanto só a partir de 250,00 em despesas é que não pagas nada (excluindo a mensalidade) não sei se me faço entender. há muitos erros nos diagnósticos porque eles não gastam dinheiro nenhum em exames (nem as pessoas querem, pois até 250.00 temos de pagar nós).

fiquei surpreendida com a falta de qualidade dos médicos. impressionante. nós em portugal temos péssimas condições e óptimos médicos. devíamos melhorar o nosso sistema mas mantê-lo fora das garras das seguradoras.

Anónimo disse...

Ó Pimentel mas vossemecê não deixa de mentir?
Tenta comparar a Holanda com Portugal o que só por si demonstra muita coisa
Mas dizer que segundo o Eurostat, em percentagem do PIB, gasta-se o mesmo em saúde em Portugal e na Holanda?

Ó pimentel. Dados do Eurostat saídos em finais de Agosto de 2017 e respeitantes ao ano de 2015 revelavam que Portugal gastou 6,2% do PIB na saúde (abaixo da média europeia)
A União Europeia despendeu 7,2% do PIB na saúde, o que faz com que o nosso país tenha gasto 1% a menos do que o total do bloco.
E os países que lideram a tabela são a Dinamarca (8,6%), a França (8,2%) e a Áustria e a Holanda (ambos com 8,0%)
Segundo também o Eurostat, os países europeus que gastaram mais de 3.000 por habitante foram o Luxemburgo (4112 euros), a Dinamarca (4094 euros), a Holanda (3194 euros), a Suécia (3170 euros), a Áustria (3149 euros), a Irlanda (3138 euros) e o Reino Unido (3020 euros).

http://oje-50ea.kxcdn.com/wp-content/uploads/2017/08/portugal-768x576.jpg

6,2% do PIB é muito diferente de 8 % do PIB.

Pimentel, é muito feio mentir. Ou isto é apenas não saber matemática? Ou é não saber matemática e mentir tudo ao mesmo tempo?

João Pimentel Ferreira disse...

@Anónima de 11 de março de 2018 às 17:26

Não disse que o sistema de saúde holandês é perfeito. Lido com o mesmo há 5 anos, e conheço as suas deficiências. Mas não tem de comparar o sistema de saúde holandês com o sistema de saúde português, tem de comparar o sistema de saúde holandês com o SNS. Eu em Portugal usei sempre o SNS, pois tinha repugnância a sistemas lucrativos na saúde, a hospitais privados, a clínicas, e usei sempre o SNS. Obviamente que os médicos em Portugal do SNS são grosso modo excelentes, mas a qualidade do serviço no geral é paupérrima, quando comparado com o holandês. Porquê? Porque os ricos não usam o SNS, e o SNS fica, grosso modo, para os mais carenciados, criando clivagens no sistema de saúde e desigualdade no acesso. Por isso, quem mais se queixa do sistema de saúde holandês são os ricos, que não podem fugir para os hospitais de luxo e clínicas privadas e têm de se sujeitar ao modelo comum e geral, por isso os ricos holandeses vão receber tratamento à Bélgica e à Alemanha. Em Portugal, os ricos não se queixam porque não se sujeitam ao SNS. Acredite que Belmiro de Azevedo nunca esteve em listas de espera para cirurgias.

O sistema de saúde holandês está liberalizado, mas é único, ricos e pobres passam pela mesma metodologia e avaliação médicas.

Anónimo disse...

Pimentel aonio ferreira quer que acreditemos

Em quê?

Que mente e mentiu? A ultima é sobre a percentagem do PIB para a saúde em Portugal e na Holanda

Em vez de vir com histórias de carochinha inventadas sobre os papás e as mamãs, mais os ricos que vão à Bélgica e à Alemanha, mais o Belmiro de Azevedo e mais tretas sobre a liberalização ao som da tralha neoliberal...

e que tal pedir desculpas e assumir o que é?

Anónimo disse...

" Por isso, quem mais se queixa do sistema de saúde holandês são os ricos, que não podem fugir para os hospitais de luxo e clínicas privadas e têm de se sujeitar ao modelo comum e geral, por isso os ricos holandeses vão receber tratamento à Bélgica e à Alemanha."

Queixam-se os ricos que não podem fugir para os hospitais de luxo e clínicas privadas?

Mas eles depois vão receber tratamento à Bélgica e à Alemanha

Como se podem queixar depois? Das clínicas belgas e alemãs? Têm que se sujeitar concretamente a quê? Ao processo de fuga ou às clínicas de luxo que não podem frequentar para poderem frequentar as dos países vizinhos?

Mais palavras para quê?
Este tipo é um aldrabão e uma fraude

Anónimo disse...

Venho aqui só para congratular colectivamente os comentadores que têm mantido em respeito o Sr Pimentelónio e as suas tiradas.

Achei uma certa piada ao uso generalizado e exagerado do paracetamol e, adivinha-se, do ibuprofeno na Holanda.

Constata-se pelo testemunho de outra comentadora que o sistema de saúde holandês, ao contrário dos encónios que Pimentelónio lhe tece não é mais eficiente que o português, além de ser 29% mais caro, o que grossomodo deve corresponder à margem de lucro que os privados devem extrair do sistema.

Está certo! Os holandeses não se querem chatear a administrar um SNS e pagam mais 29% a quem o faça. Faz sentido.

Carry on!
S.T.

João Pimentel Ferreira disse...

Lição número 3: o que é a União Europeia?

A União Europeia (UE) é uma união económica e política de 28 Estados-membros independentes situados principalmente na Europa. A UE tem as suas origens na Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e na Comunidade Económica Europeia (CEE), formadas por seis países em 1957. Nos anos que se seguiram, o território da UE foi aumentando de dimensão através da adesão de novos Estados-membros, ao mesmo tempo que aumentava a sua esfera de influência através da inclusão de novas competências políticas. O Tratado de Maastricht instituiu a União Europeia com o nome atual em 1993. A última revisão significativa aos princípios constitucionais da UE, o Tratado de Lisboa, entrou em vigor em 2009. Bruxelas é a capital de facto da União Europeia.

A UE atua através de um sistema de instituições supranacionais independentes e de decisões intergovernamentais negociadas entre os Estados-membros.[12][13][14] As instituições da UE mais importantes são a Comissão Europeia, o Conselho da União Europeia, o Conselho Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Banco Central Europeu. O Parlamento Europeu é eleito a cada cinco anos pelos cidadãos da UE.

A UE instituiu um mercado comum através de um sistema harmonizado de leis aplicáveis a todos os Estados-membros. No Espaço Schengen (que inclui 22 estados-membros e 4 estados não membros da UE) foram abolidos os controlos de passaporte. As políticas da UE têm por objetivo assegurar a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais, legislar assuntos comuns na justiça e manter políticas comuns de comércio, agricultura, pesca e desenvolvimento regional.[19] A Zona Euro, a união monetária, foi criada em 1999 e é atualmente composta por 18 Estados-membros. Através da Política Externa e de Segurança Comum, a UE exerce um papel nas relações externas e de defesa. A UE tem em todo o mundo missões diplomáticas permanentes, estando representada nas Nações Unidas, na Organização Mundial do Comércio (OMC), no G8 e no G-20. Com uma população total de mais de 500 milhões de pessoas,[20] o que representa 7,3% da população mundial, a UE gerou um produto interno bruto (PIB) de 12,2 mil milhões * de euros em 2010, o que representa cerca de 20% do PIB global, medido em termos de paridade do poder de compra.

Em 2012, a União Europeia foi laureada com o Nobel da Paz, entregue pelo Comité Nobel "por ter contribuído ao longo de mais de seis décadas para o avanço da paz e da reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa". No anúncio do prémio, o Comité referiu que "o terrível sofrimento durante a Segunda Guerra Mundial provou a necessidade de uma nova Europa. (...) Hoje, uma guerra entre a França e a Alemanha é impensável. Isto mostra que, através da boa vontade e construção de confiança mútua, inimigos históricos podem transformar-se em aliados."

João Pimentel Ferreira disse...

As baratas do LdB, como fazem todas parte da elite Louçã, não se sujeitam por certo ao SNS. A velha asquerosa esquerda caviar: estamos com o povo, mas não no meio do povo!

Lição aos pupilos:

"The Dutch healthcare system was ranked the best in Europe for the seventh consecutive year, according to the annual index complied by Sweden’s Health Consumer Powerhouse. The index is based on 48 indicators, including accessibility, costs, results, patients rights and the use of pharmaceuticals. The Netherlands scores better every year and this year took 927 of the 1,000 points in the survey. Waiting lists have improved sharply but further improvement would boost the score, the organisation said. Second on the list, with 904 points, is Switzerland. Accessibility is a major advantage of the Dutch system, the researchers said. They also valued the relative lack of influence politicians and insurers have on decisions taken in the operating room. Nevertheless, the Netherlands also has one of the most expensive healthcare systems in Europe, averaging out at more than $5,000 per capita. The country also makes above average use of institutionalised mental health and geriatric care, the report said. The Netherlands’ lowest sub-index score is 11th in terms of price-quality. Macedonia, with the second lowest per capita healthcare cost, offers the best value for money, the Swedish report said."

"In 2015 the Netherlands gained the number one spot at the top of the annual Euro health consumer index, which compares healthcare systems in Europe, scoring 916 of a maximum 1,000 points"

Malditos liberais, que conseguem conciliar lucro com cuidados de saúde de qualidade para toda a gente! A esquerdalhada caviar, prefere o sistema america latina, para que as suas clínicas privadas não fiquem inundadas de cheiros duvidosos. "Os ciganos são gente que deve ser respeitada, mas não no meu hospital", dirá um esquerdalho qualquer. Beatos católicos e esquerdalhos, venha o diabo e escolha!

João Pimentel Ferreira disse...

Em relação à barata anónima das despesas em percentagens do PIB, é mais um aldrabão que por aqui pulula.

Portugal tem 5.9% em % do PIB e Holanda 7.7%, uma diferença de 1.8%

E donde vem a diferença: investimento em medicamentos, e equipamento médico, porque nos custos hospitalares e curativos os dados são muito semelhantes

http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/images/a/ae/Total_general_government_expenditure_on_health%2C_2016_%28%25_of_GDP_%25_of_total_expenditure%29.png

Mas o mais interessante, que a barata não refere, é porquê? Porque a Holanda não se limita aos cuidados curativos. É a "eficiência" do SNS, gasta apenas dinheiro na cura e praticamente zero na promoção de vida saudável e noutros programas preventivos, ou mesmo em equipamento médico. A Holanda gasta apenas metade das despesa em saúde em cuidado curativo; Portugal gasta 2/3.

Dados EUrostat
http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/File:Healthcare_expenditure_by_function,_2014_(%25_of_current_healthcare_expenditure)_F3_YB17.png

http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/File:Healthcare_expenditure_by_function,_2014_(%25_of_current_healthcare_expenditure)_F3_YB17.png

Anónimo disse...

Fantástico! O Xô Pxôr Pimentel descobriu como se faz copy-paste da Wikipédia.

Palmas para o Xô Pxôr Pimentel!

LOL

S.T.

Anónimo disse...

Cuidado com os sites onde aparece o texto em inglês do Sr Pimentel.

Usam scripts marados para tentar entrar nos browsers.

S.T.

Anónimo disse...

O Xô Pxôr Pimentel deixou os neurónios a descansar na gaveta da secretária.

É por isso que não percebe que de acordo com os seus próprios dados, mesmo que só haja uma diferença de 1,8% em termos de PIB, gastar 7,7% significa gastar mais 30% do que Portugal que só gasta 5,9%.

LOL
S.T.

João Pimentel Ferreira disse...

Oh caro S.ousa T.avares, vamos então lá a um comentário ad hominem, prática recorrente nos habituais cocomentadores. Pergunta ao pupilo: usa sempre o SNS, ou já cometeu o pecado marxista de entrar no hospital da Luz?

Anónimo disse...

Que tem o Sr com o que faço ou deixo de fazer?

Nunca ouviu falar numa coisa chamada privacidade?

Meta o nariz nos seus assuntos e esqueça os meus que não lhe dizem respeito.

S.T.

Anónimo disse...

Barata é?

Pimentel continua a dar a imagem de marca do que é um social-liberal. Uma coisa assim para o rasca e ainda por cima mal educado.

Virá depois a lastimar-se amargamente sobre comentários ad hominem. Nem uma ponta de dignidade nem uma ponta deles no sítio para assumir a fraude que é

Anónimo disse...

Foi apanhado. Apanhado pela descrição factual do que é o SNS na Holanda.

Depois de voltas sobre voltas, condimentadas com mais umas tretas, afirma que a digna comentadora que lhe desnuda as idiotices fanfarronas sobre a saúde na Holanda não está a comparar o sistema de saúde holandês com o português. Está sim a comparar com o SNS de Portugal.

De como ele tira a conclusão de que a nossa "holandesa" não está a falar do SNS português é um mistério.

Não.É apenas uma pimentalice. Desonesta como se mostra em pessoa

Anónimo disse...

Saltaremos por cima daquela idiotice transcrita pelo aonio pimentel sobre a UE. Se não se enxerga, talvez os papás contribuam para o chamar à razão.

Há sempre sujeitos que se prestam a tais infantilidades. Completa mais uma foto do queé este Pimentel.Paciência, mas estes trejeitos de propagandista não são eficazes por aqui. Já sabemos que uma vez até citou o ministro de propaganda nazi. Aprendeu alguma coisa com ele foi?

Mas o desespero de Pimentel permite a gargalhada sincera. Depois da "lição nº 3 ( sinceramente Pimentel, não tem um espelho?) agarra em si e põe-se a debitar sobre as qualidades do sistema de saúde holandês.

Acontece que nós não competimos no campeonato dos grandes, nós competimos é no campeonato dos pequeninos. E apesar disto temos um SNS bem superior a muitos países muito mais ricos do que nós. Saltámos do fim da Europa para o lugar onde nos encontramos. Só mesmo um tresmalhado intelectual consegue debitar coisas como estas:

" A esquerdalhada caviar, prefere o sistema america latina, para que as suas clínicas privadas não fiquem inundadas de cheiros duvidosos. "Os ciganos são gente que deve ser respeitada, mas não no meu hospital", dirá um esquerdalho qualquer. Beatos católicos e esquerdalhos, venha o diabo e escolha!"

Francamente Pimentel .Isto é a cara chapada de um energúmeno. De onde lhe saiu este pedaço de pura trampa? De onde tira estes pedaços de merda que o desqualificam tanto,como o tornam tão irrespirável como um produto tóxico?

Anónimo disse...

Passamos agora ao PIB?

Bora lá

Quem falou no PIB foi o pimentel aonio ferreira. E falou nestes termos:

"Segundo o Eurostat, em percentagem do PIB, gasta-se o mesmo em saúde em Portugal e na Holanda" (11 de março de 2018 às 12:33)

Tretas. Aldrabão. Mentiroso.

Avançaram-se números e citou-se a fonte. Agosto de 2017. Pimentel avançou com outros números, mas curiosamente não citou a fonte. Tanto faz. A diferença dos números que apresentei e os números apresentados AGORA pelo pimentel ferreira é exactamente a mesma: 1,8 % da percentagem do PIB

Manda a verdade,manda a lisura,manda a honestidade, João Pimentel Ferreira (vulgo aonio eliphis ou vitor ou toda uma série de outros nicks) assumir o erro. E pedir desculpa.

Não o faz. O que faz é um exercício penoso, de artista circense ( sem desprimor para tais artistas) em torno dos gastos e da qualidade dos gastos e mais um par de botas.

Francamente, pimentel ferreira não repara o espectáculo que dá? Ninguém está aqui a discutir nem investimento em medicamentos, custos hospitalares e curativos , cuidados curativos.

O que se discute, o que se desmentiu, foi a percentagem indicada pelo pimentel ferreira quanto ao PIB gasto em saúde.

Segundo o Eurostat, em percentagem do PIB, NÂO se gasta o mesmo em saúde em Portugal e na Holanda.

Podíamos admitir que fora um "lapso" de Pimentel ferreira.

Não.Pela forma como reage, como aldraba , como tenta tapar a mentira, como tenta atirar números para o ar, confirma-se que pimentel ferreira tentou aldrabar de propósito. Tentou manipular o debate.

E de forma serena e repetindo o seu nome completo confirma-se que joão pimentel ferreira é uma fraude. E um aldrabão

Anónimo disse...

E de forma propositada, para dar toda a liberdade ao autor do post para ser "censurado" pelo que vou dizer a seguir, de forma individualizada e num comentário solitário:

Confirma-se que João Pimentel Ferreira não tem tomates para assumir o que disse, para corrigir o que debita e para pedir desculpa pelas fraudes que pratica

Anónimo disse...

O último "comentário" do dito pimentel é apenas aquela "lagrimazita" a que já nos habituou, a tentar vitimizar-se. Tem também a ver com a falta de carácter e com aquela falta referida anteriormente.

A forma como passa da "barata" para o "caviar" faz lembrar uma barata a chafurdar no caviar.

A forma como de forma ridícula ( e imbecil, já agora) passa para o "pecado marxista" faz lembrar um exauramento intelectual e argumentativo deplorável.

João ferreira pimentel nem baratas nem caviares. Nem cobardias, nem silêncios.


Pois é João Ferreira Pimentel e mais as mil caras com que se disfarça para ver se assim consegue mais efeito ( o "comentário anónimo " de 11 de Março de 2018 às 12:21 já agora é seu, confirmado e reconfirmado) alguém lhe devia mesmo colocar um espelho diante da sua cara. E ser seu amigo.

João Pimentel Ferreira disse...

ST

Não é uma questão de privacidade, mas de coerência!

Não se pode ser gay, e votar na AR contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, como é o caso de vários deputados do CDS.

Anónimo disse...

@JPF

É acima de tudo uma questão de privacidade!

Primeiro porque não estamos na Assembleia da Republica. Estamos nos comentários, ainda por cima anónimos, dos LdB. E se eu procurasse fama e quisesse aparecer publicamente fá-lo-ia. Sem falsas modéstias, tenho muito melhor cabeça do que muitos.

Segundo porque não tenho qualquer satisfação a dar nesse aspecto ou noutros da minha vida privada. Muito menos a aventesmas como vossa excelência!

Terceiro, porque para si posso vir de Marte, expressamente do reino de Hades para o atazanar ou da quinta nuvem à direita de Jesus Cristo vindo expressamente com a missão de derrubar as bancas dos vendilhões do Euro.

Simplesmente não é da sua conta
S.T.

Anónimo disse...

Simplesmente repugnante essa conversa da treta do Pimentel Ferreira