sexta-feira, 16 de março de 2018

Dependência alimentar

Não se percebe muito bem na imagem. Mas de um lado estão bananas da Costa Rica a 1,78 euros/kg e do outro bananas da Ilha da Madeira, a 2,98 euros/Kg.

Muito haveria a estudar sobre a estrutura dos preços destes dois produtos homogéneos.

Mas a tese neoliberal diz que, num mercado globalizado, os custos intermédios tendem a ser semelhantes, à excepção dos custos do trabalho. E que, portanto, essa deve ser a variável a ajustar para que os produtos nacionais sejam competitivos.

Ora, neste caso, admitindo a ideia absurda de que os custos salariais representam metade dos custos de produção (absurda porque são muito menores do que isso), os custos salariais teriam de baixar 40% para que os dois produtos tivessem o mesmo preço em território português...

Peso dos salários nas bananas da Madeira: 2,98 euros x 50% = 1,49 euros
Peso dos salários nas bananas da Costa Rica: 1,78 x 50% = 0,89 euros
Diferença dos salários pagos entre os dois produtos: 1,49 - 0,89 = 0,6 euros
Peso da diferença de salários nos salários dos bananeiros da Madeira: 0,6 / 1,49 x 100 = 40%

E isto é pressupor que os custos intermédios na Madeira teriam de baixar de igual forma os mesmos 40%, o que pode parecer estranho à luz do pressuposto teórico de que nada se pode reduzir nos custos intermédios... Porque se não for possível mexer aí, os cortes salariais teriam de ser ainda mais pronunciados - 80%!

Faz isto sentido?
Ora, não fazendo, isso obriga a que - não se podendo usar outros instrumentos de política económica - Portugal esteja condenado a ficar dependente das bananas da Costa Rica...

Fatalidades a que nos obrigam, em prol de... em prol de quem?

24 comentários:

Gil António disse...

Visitando, lendo, gostando e elogiando as suas publicações. Lindas bananas. Voltarei...
.
* Nosso Amor ... a alvura do Universo *
.
Deixo cumprimentos.

Anónimo disse...

Supondo que é efetivamente indiferente para o consumidor comprar os dois tipos de bananas, podíamos fazer algumas perguntas:
- devemos proibir a entrada de bananas da Costa Rica obrigando quem quer comer bananas a pagar mais?
- se não houvesse bananas da Costa Rica à venda, será que o consumo total se manteria? E se houvesse bananas da Costa Rica, mas com uma taxa especial à entrada para igualar os preços?
- face a esta diferença de preços, faz sentido plantar bananas na Madeira?

Jose disse...

Se os produtos são idênticos, uma coisa é certa, só a marca Madeira (que incorpora uma dose de patriotismo) garante a venda da banana da Madeira.

Se me explicassem a que vem esta conversa, talvez percebesse a sua utilidade.
Será que um soberano imposto aduaneiro punha o país a comer bananas a 2,98 para a felicidade geral?

Jaime Santos disse...

Já tinha reparado nisto, porque compro dos dois tipos de bananas. Sucede que na época de Verão, as bananas da Madeira são mais baratas do que as da Costa Rica, pelo que se calhar, a explicação é distinta, e não é neo-liberal, é liberal clássica, deve-se muito simplesmente a variações de produção sazonal. Quando a oferta é maior o preço desce, quando é menor sobe... Aconselho pois a que não se deixe seduzir pelo primeiro exemplo que lhe aparece à frente... A realidade normalmente é mais complexa do que aquilo que desejaríamos que fosse...

Anónimo disse...

O modelo de globalização que está institucionalizado é o que já conhecemos, muito para uns poucos e pouco ou nada para muitos, uma vasta maioria finge não perceber a ilegitimidade de tudo isto, a única atitude sensata perante este absurdo é a revolta. O comercio global está transformado numa guerra, uma guerra que nem em nome das pessoas é, utiliza-se uma conveniente noção de País para a materialização do inimigo desejável, uma farsa bem urdida para garantir que ganham sempre os mesmos e que perdem sempre os mesmos, o abuso absoluto, é disso que se trata.

Anónimo disse...

Bananas da Madeira mais baratas no verão? Só para escoar produto deteriorado e nas lojas de alguns consumidores privilegiados

João Ramos de Almeida disse...

Caros leitores,

Todas as razões aventadas são razoáveis. A única coisa que não parece razável é defender a descida dos salários para justificar uma equilização de competitividade. Simplesmente não chega e é ineficaz, para lá de matar à fome os produtores nacionais.

Claro que se pode tentar perceber a sazonalidade e que forma actua nos preços (e não há sazonalidade na Costa Rica?); ou que melhorias se poderia introduzir no processo de produção e de comercialização; ou tentar perceber que custos de contexto poderiam ser tidos em conta e de que forma actuar sobre eles; ou até ver até que ponto seria mais razoável impor taxas alfandegárias ou apoios aos agricultores. Há toda uma panóplia de políticas a adoptar.

A questão é perceber se a UE nos deixa (e se essa limitação é razoável) e como poderão essas políticas ser eficazes. Tudo em nome de uma independência alimentar.

Parece ser um tema importante, não acha caro José?

Anónimo disse...

Talvez o exemplo não seja dos mais felizes porque as diferenças climatéricas entre a Madeira e a Costa Rica podem determinar diferenças de produtividade que obliterem totalmente os custos salariais.

Dito isto, é muito mais significativo o caso das frutas e legumes importadas de Espanha, da região de Málaga e Murcia, com larga utilização de mão-de-obra ilegal (clandestinos magrebinos) ou até mesmo mão-de-obra escrava, como tem sido repetidamente detectado.

Como é possível concorrer nessas condições de dumping salarial?

E não é caso único. Por exemplo, há uns anos a EU fez um acordo comercial com Marrocos em que passávamos a importar laranja sem as restrições de pesticidas da EU e em troca Marrocos passava a comprar lacticínios da EU. Está bem de ver quem perdia e quem ganhava com o negócio. Os produtores nacionais de laranja que se lixassem, baixassem os preços se quisessem vender, e quem exportava os lacticínios eram os países do centro da Europa.
Os negociadores nacionais esboçaram uma tímida oposição mas acabaram por ceder às pressões (ou chantagens) da EU.

Antigamente, em tempos que já lá vão, existia o conceito de reserva alimentar estratégica...
S.T.

Anónimo disse...

Mas há um aspecto em que as "inocentes" bananas são paradigmáticas, que é no esmagamento dos direitos sociais e humanos.

Como de costume, links interessantes (para quem leia inglês).

The Banana Kings' Reign of Terror

https://www.alternet.org/story/78334/the_banana_kings%27_reign_of_terror

E mais recente, na The Nation: "More Than 30 Trade Unionists Have Been Killed in Honduras Since 2009"

https://www.thenation.com/article/more-than-30-trade-unionists-have-been-killed-in-honduras-since-2009/

S.T.

Alice disse...

O José não come, e se anda a comer, já se devia ter deixado dessas coisas típicas de esquerdalhos.

Qual é o problema de impor tarifas às bananas importadas? Até parece que somos um país que não pode produzir qualquer tipo de fruta e que os cidadãos morrerão à fome sem as bananas da Costa Rica.
Coma-se outra fruta e venha lá a taxa alfandegária para as bananas. Será que a satisfação da minha vontade de comer bananas está acima de garantir salários condignos a quem as produz?

A globalização, despida de formas de equilibrar o que é claramente desequilibrado, não funciona. Ou melhor, a globalização até funciona... mas apenas para os do costume...

Jose disse...

Ó das 21:42, tudo funciona 'para os do costume', com ou sem bananas.
E no fim acabas por ir comprar o potássio às farmacêuticas - vais de mal a pior que nem sequer é comparticipado pelo SNS.

Anónimo disse...

Por mim, prefiro as bananas da madeira, por uma análise economica muito racional. Se comprar 1 kg de bananas da costa rica, ao fim de uma semana, tenho 1 kg de lixo. Se comprar as bananas da madeira ao fim de uma semana continuo a ter 1kg de bananas da madeira.

Anónimo disse...

Que posta medíocre e redutora!

Os tomates da Holanda, país pequeno e sem sol - e o tomate precisa de espaço e de muito sol - são mais baratos que os tomates portugueses e gregos, nos mercados portugueses e gregos! Ou seja - maravilhas do neoliberalismo - a Holanda, um país pequeno onde praticamente não se vê o sol, exporta tomates para o sul da Europa. O tomate, um fruto que precisa de imenso sol!

De acordo com a tralha esquerdalha, a culpa é da Europa, o facto dos holandeses invadirem o mercado português com tomates mais baratos! Mas os trabalhadores dos tomateiros na Holanda já ganham mais do que os portugueses! Lá se vai a teoria esquerdalha que a culpa é da Europa!

E que tal serem os impostos sobre as empresas produtoras/exportadoras? O investimento tecnológico? A regulação agrícola? A automatização? Os custos de energia?

Anónimo disse...

A burguesia neomarxista pode-se dar ao luxo de comer bananas da madeira, e ficam todavia muito indignados quando o proletariado prefere a opção mais em conta! Toda a gente sabe que a Madeira, ao contrário da Costa Rica, é um país tropical propenso ao cultivo de bananas.

Anónimo disse...

"Será que um soberano imposto aduaneiro punha o país a comer bananas a 2,98 para a felicidade geral?"

Caro José, neste caso, já não sei! O automóvel paga 40% de impostos aduaneiros, e todavia é ver o tuga da favela contente e alegre, na sua lata motorizada!

Anónimo disse...

Aviso à navegação:

Pelas 20 e 28 e logo de rajada pelas 20 e 30, surge pimentel ferreira montado no seu automóvel, a fazer propaganda ao seu automóvel e com aquela sua coragem proverbial que o caracteriza.

As fraudes são assim. Até por aqui se vê a confiança que estes neoliberais de pacotilha merecem

Escondidos sob um entulho de conceitos equivalentes ( sociais-liberais por exemplo) ou sob uma tonelada de nicks diferentes ( aonio eliphis outro exemplo) não passam de máscaras ( bem nutridas por sinal) que ocultam o mesmo rosto.

De facto não prestam

Anónimo disse...

( claro que o comentário das 20 e 25, medíocre e cheio de tomates holandeses, é do mesmo tipo de nome João Pimentel ferreira. Mas isso já toda a gente tinha percebido.

E um tipo falar de tomates para exportação, quando um dos seus problemas é a falta deles não merece qualquer credibilidade)

Anónimo disse...

Será que jose consome potássio na farmácia? E que prescinde das bananas?
O que fará jose ter tais hábitos de consumo? E tais preocupações com a comparticipação do dito potássio?
E quem são os do "costume" para o jose do costume?

E porque carga de água extrapola assim, deste modo no mínimo grosseiro, os seus hábitos sanitários ou as suas limitações alimentares para o comum dos mortais?

Anónimo disse...

Claro que os conhecimentos do pimentel ferreira também sobre os ditos tomates estão ao mesmo nível dos seus conhecimentos matemáticos ou das equivalências que inventa para o PIB . Estão assim ao nível do patuá vazio e aldrabão. Neoliberal com toda a certeza

"e o tomate precisa de espaço e de muito sol " e "O tomate, um fruto que precisa de imenso sol!"

Pois é.

Uma pena. Mas não é o muito sol, nem o imenso sol,nem a linguagem sobre a "esquerdalha" usada pelo pimentel ferreira que caracteriza a produção de tomate.

É a sua produção em estufas, com ambientes controlados, em que se utilizam canais de luz artificial com controlo climático e em que as culturas crescem 24 horas por dia em qualquer tipo de condições.

Discute-se e estuda-se se o tomate cresce melhor quando banhado com iluminação LED vinda de cima, de lado, ou uma combinação entre ambas.

Já há muito se sabe que as plantas não devem estar expostas directamente ao sol para
prevenir que as folhas se queimem. Já há muito se sabe que a parte dos frutos que está mais exposta ao sol apodrece mais rapidamente. Pode-se prevenir isto fornecendo mais sombra durante o amadurecimento dos frutos, através do plantio de árvores ou de uma cultura intercalar judiciosa. A queima solar ocorre mais frequentemente nos tomateiros não empados.

Ou podem utilizar-se estufas que é onde predomina o cultivo de tomate em Portugal. Na região Norte, mais de 92% da área é de estufa, tendo a grande maioria das estufas, estrutura metálica, mas sem sistema de climatização. No Algarve, cerca de 53% da área de tomate fresco é produzido em estufa. Este regime de produção contribuiu com mais de 70% da produção de tomate regional.

Falar do Sol a este propósito é idiota. Mas não é só idiota, é desonesto. Percebe-se assim como âs custas do Sol se partem para aquelas comparações também idiotas sobre o nosso desenvolvimento agrícola e o da Holanda. Ambos os países capitalistas mas de desenvolvimento tão diferente.

E de tal forma diferente que tivemos por cá tralha neoliberal que ainda arruinou mais a nossa pecuária, as nossas pescas, a nossa agricultura. Precisamente para passarmos a ser consumidores de outros países, que reforçaram as suas qualificações nestas áreas. Um país não autónomo na área alimentar é um país em risco.

Ora é precisamente esta posição subalterna ( e não tenhamos medo dos nomes, de vende-pátrias vulgar) que este pimentel ferreira defende.À custa dum paleio vergonhoso e sem coluna vertebral

Que todavia o qualifica e qualifica a sua ideologia

Anónimo disse...

Para que fique registado, se há coisa que o Cuco não tem, nem nunca teve, é tomates para se identificar! Típico do esquerdalho que se esconde detrás de um teclado para "fazer a revolução"!

Sim, tem razão, na Holanda há muitas estufas, mas em Portugal muito tomate não vem de estufas. Não há dinheiro, o estado mama tudo! A lei laboral é inflexível! Os impostos são altos! A regulamentação é caótica! A tecnologia é baixa!

Na Holanda ainda usam gasodutos das refinarias de Roterdão para injetar CO2 (apenas CO2, o ar que sai dos pulmões quando respiramos) nas estufas para aumentar o crescimento dos tomates. Maldita eficiência capitalista! O que é bom mesmo é ser funcionário público e falar sobre tomates!

Anónimo disse...

Mais um vez é inútil o joão pimentel ferreira vir aqui com argumentos da treta sob a questão do anonimato.

As condições para comentar neste blog estão definidas e não é um tipo com aspirações a komandantur que vai modificar esta situação.

A questão da falta dos ditos da parte de joão Pimentel Ferreira passa por ele no mesmo post utilizar várias identificações. O motivo para tal deixa-se à especulação cognitiva

Também se deixa à apreciação alheia a idiotia de repetir idiotias alheias , como as em uso por um sujeito de nickname jose.

Anónimo disse...

Depois não se está a discutir nem a revolução nem o teclado, por mais que seja perceptível a tentativa de fuga ou de pequeno insulto idiota.

O que se desmascara é a pesporrência de quem usa uma linguagem adequada ao seu perfil intelectual e cívico:

"burguesia neomarxista" mais o "tuga da favela" mais "Que posta medíocre e redutora!" mais "o estado mama tudo!"

São comentários desagradáveis que etiquetam os demais de forma insultuosa, sem terem qualquer base para serem proferidos.É manifestamente baixo. Procura-se desqualificar quem escreve ou comenta. Mais, encontramos este tipo de "comentários" em caixas de alguns jornais generalistas, que consecutivamente são conspurcadas por este tipo de paleio populista, com objectivos ideológicos determinados. Curiosamente ( ou talvez não) o joão pimentel ferreira, sob outros nicknames anónimos, nomeadamente o de aonio eliphis, é useiro e vezeiro nesta forma de se comportar.

Claro que depois as considerações "filosóficas" que pimentel ferreira invoca são também grosseiras:
"maravilhas do neoliberalismo" "tralha esquerdalha", "a culpa é da Europa", "holandeses invadirem o mercado português com tomates mais baratos"!" os trabalhadores dos tomateiros na Holanda já ganham mais do que os portugueses! Lá se vai a teoria esquerdalha que a culpa é da Europa!" "E que tal serem os impostos sobre as empresas produtoras/exportadoras?" "A lei laboral é inflexível"
São comentários adequados à sua ideologia,com aquele tom acentuadamente demagógico e superficial característicos.Tem todavia pimentel ferreira azar.Não está a falar para os seus e esta forma de actuar não passa impune. Os mantras neoliberais são aqui consecutivamente desmontados e expostos na sua perversidade criminosa

Mas aqui nem sequer se perde tempo a desmontar tais calinadas. O que se chamou ( e muito bem) a atenção foi a idiotice, a mentira e a aldrabice ( há qualificativos mais fortes mas estes são suficientes, porque evidentes) de quem tentou invocar o Sol, o muito Sol, o imenso Sol a caracterizar a produção de tomate. Tentou-se manipular a informação, como se fosse pela nossa incapacidade "inata" de não aproveitar o nosso Sol que a nossa produção é o que é

Levou uma lição (e ainda bem) sobre a produção de tomate. Teve que meter os pés pelas mãos e falar nas estufas.Teve que confessar que os outros têm razão e abandonar a rábula do Sol. Pela calada, sem corrigir o disparate e sem pedir desculpa pela manipulaçaozita.

Como é típico de resto.

Anónimo disse...

Chega a ser patética a tentativa de corrigir o tiro falando na "eficiência" capitalista e no CO2 ( não vale a pena apontar para a sua caracterização primária do CO2 como " o ar que sai dos pulmões quando respiramos").

Portugal e a Holanda são ambos países capitalistas. Com desenvolvimentos diferentes.

Mas o que se assiste depois é a repetição da tralha neoliberal pura e dura:
-"o estado mama tudo!" (que linguagem chungosa), ficando patente o ódio que esta malta tem ao Estado e às suas funções sociais.

"a lei laboral é inflexível", sendo notória a aldrabice de tal afirmação, já desmontada aqui no LdB n vezes. Pensará este sujeito que por repetir desta forma catatónica este mantra neoliberal, este se converte em verdade? Tentará seguir os princípios daquele criminoso que dizia que uma mentira mil vezes repetida se torna verdade?

-"os impostos são altos" mas quem subiu mais a carga fiscal foi a tralha neoliberal comanditada por Passos Coelho.

-"a tecnologia é baixa". Então não é? Houve até tralha neoliberal pura e dura que se vendeu aos dinheiros da Europa para dar cabo da produção nacional - na agricultura, pecuária, pescas, indústria. Precisamente para passarmos a ser consumidores de outros países, que reforçaram as suas qualificações nestas áreas. Um país não autónomo na área alimentar é um país em risco.

Será mesmo isso que este Pimentel quer?

Mas há uma última nota a sublinhar. É esta sua baba rancorosa quanto aos funcionários públicos:
-Em primeiro lugar como é que este traste sabe que quem lhe desmonta as preces é ou não funcionário público?
-Em segundo lugar a sua posição num instituto público significa uma autocrítica envergonhada e atabalhoada à sua própria praxis?
-Em terceiro lugar cabe perguntar se ele vivesse nos tempos dos nazis alemães qualificaria também os FP como aqueles qualificavam os judeus e os comunas? É que a sanha é parecida e os processos assemelham-se.

Anónimo disse...

( quanto ao falar de tomates...

Quem começou por invocá-los foi precisamente Pimentel Ferreira

Mais um escrito na água em forma de disparate ou mais uma auto-critica sobre o que é mesmo bom para este pimentel Ferreira? )