sexta-feira, 20 de maio de 2016

O economista conservador que não passava sem Marx

Para os mais interessados, deixo aqui os slides da minha intervenção sobre Schumpeter na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, na passada 4ª feira. A sessão enquadrou-se no ciclo "Pensar os Pensadores da Economia", uma iniciativa do colectivo Economia Sem Muros.


31 comentários:

Manuel Silva disse...

Caro R. P. Mamede:
Para quando um post sobre o milagre do desemprego conseguido pelo governo de Passos/Portas?
Com a economia em recessão, primeiro, depois, nos 2 últimos anos, a crescer, respectivamente, 0,8 e 1,5% - portanto, abaixo do limiar que os economistas, em geral, consideram condição «sine qua non» para que uma economia cresça e possa criar emprego: 2% - em Portugal conseguiu-se o milagre de se criar emprego em recessão ou com um crescimento anémico.
Até Schumpeter consideraria um verdadeiro milagre.
Esclareça-nos, por favor.

Anónimo disse...

Gostava de ver a resposta RPM!!!

Anónimo disse...

Esta coisa dos “pensadores” da economia e´ uma chatice. Faz parecer que o resto do povo não pensa ”economia…”sendo obrigado a pensar nela hora a hora, mas se assim e´… porque não arranjar outra forma de comunicar … de dar a conhecer o que lhes vai na alma… Ah, o elitismo a funcionar..!
Lisboa tornou-se a corte mãe de todas as cortes e parece que os cortesãos tem vaidade nisso.
Considero esta situação uma anomalia da Republica
Que os amigos da monarquia o façam, vá que não vá, mas os republicanos, me desculpem… Mas, bem pensando, por que não …antes que o façam em Bruxelas, Berlim ou Paris?
De Adelino Silva

Anónimo disse...

Muito obrigado por disponibilizar os slides!

Manuel Silva disse...

Caro Ricardo:
Acabo de ler uma notícia sobre o desafio que lhe lancei no comentário acima.
No último trimestre de 2013 o desemprego era de 17%.
Entretanto, a economia crescia a uma taxa muito longe dos 2% que historicamente é considerada necessária para haver criação líquida de emprego.
Como conseguiu o governo Passos/Portas tal milagre?
Com os «ocupados».
Quem eram os «ocupados»?
Pessoas consideradas pelo IEFP como inscritas num Centro de Emprego e integradas num programa de emprego ou de formação profissional.
Segundo a notícia, no final de 2011 eram 30 mil.
No começo de 2013 eram 78 mil.
Em meados de 2015 eram 174 mil.
Como grande parte destes «ocupados» era considerada empregada, a taxa de desemprego descia assim artificialmente.
Agora, como o anterior Quadro comunitário que apoiava essas acções terminou e o actual, o Quadro Portugal 2020, ainda demora algum tempo a produzir efeitos, o desemprego já voltou a crescer.
Veremos se o governo da Geringonça utilizará semelhante estratégia engehosa para nos enganar quando o novo Quadro comunitário produzir efeitos.
Quer confirmar esta informação a apresentar-nos um post esclarecedor sobre o assunto?
--------------------------------
A ser verdade esta informação, o Pinóquio está de parabéns por mais esta mentirola.
Nada a que não estejamos habituados desta personagem:
https://www.youtube.com/watch?v=1OhP5592WI4
E o submarino irrevogável também:
https://youtu.be/6KZvuoKsNio











fernanda disse...

Obrigada por ter partilhado connosco o seu trabalho.
Seria interessante haver iniciativas no sentido de se estudar o pensamento de Marx que está completamente descurado na Academia. Sem tabus nem dogmatismos, penso que ainda teríamos muito a aprender e que o problema das esquerdas se resume em boa parte a um défice de conhecimento.
Tudo leva a crer que serão as contradições internas do modo de produção capitalista que levarão à sua superação, isto se entretanto os danos causados a todos os níveis, nomeadamente a nível ambiental, permitirem tal superação.

fernanda disse...

O título que escolheu faz-me lembrar por contraponto os tempos em que economistas progressistas, como o Thomas Pickety se se vangloriam de não ter lido Marx. Para mim é como se um fisico contemporâneo tivesse o topete de dizer que não conhecia os princípios da física de Newton; com a agravante de que na economia ainda não surgiu nenhum Einstein
Mas é bem sinal dos tempos, para vender livros ou para ser lido e respeitado é preciso renegar o 'mestre'. Uma autêntica vergonha.

Anónimo disse...

E andamos nisto … emprego para a esquerda desemprego para a direita mais um ponto percentual ali, uma queda ligeira acola´. Ah, como as coisas são… Entretenimento já se vê...
E enquanto isto o povo continua a sofrer, pois.
Ainda não viram que o padre/promete o reino dos céus/ ´aqueles que na verdade/vos roubam, os fariseus/Escutai conselhos meus/que são a voz da razão/se em casa não tendes pão/que interessa rezar/deveis nisto meditar/escravos do rei milhão.
Abram os olhos a´ Primavera, ela ai esta´ exuberante, plena de energia, esperando por todos nós…
A Moita esta´ em festa, correm os Toiros nas ruas…ARRIBA ARRIBA com os Homens de
Saber-feito de tanta energia perdida..!
GRACIAS A LA VIDA…que me há dado tanto!
De Adelino Silva

Jose disse...

Manelzinho informa que não haverá crescimento de emprego para os próximos tempos enquanto se aguarda um crescimento >2% em resultado dos geringonçosos estímulos ao investimento!
O que ele chama mentiras será um muito permanente estado do emprego logo que a idiotice do 'trabalho não precário e com direitos' pertencer ao memorial ao reacionarismo a uma economia adaptada à globalização e a uma nova organização da produção.
Há quase 20 anos fui encontrar na Dinamarca vestígios de uma actividade têxtil, em que os trabalhadores passavam largos períodos em cada ano em centros de formação.
Curiosamente havia costureiras num programa de qualificação em que o projecto em execução - e por bem fundadas razões - era a publicação de um jornal!

Manuel Silva disse...

José(zito):
Parece que ficaste incomodado com a tramóia dos teus, não foi.
Pois!
Mas se os da Geringonça fizerem tramóia semelhante, aí já criticas.
Imbecil e desonesto intelectualmente, corrijo, um imbecil não pode ser desonesto intelectualmente porque nem tem consciência da sua imbecilidade.
Os ignorantes e/ou os imbecis acham que sabem tudo.

Anónimo disse...

Quando Passos Coelho e Portas assumiram o poder, com as costas quentes e sonhando já com o descalabro do mundo do trabalho, o das 16 e 51 fazia ouvir a sua voz, devidamente ameaçadora , gabando-se como recém-chegado à pocilga sonhada:
"2012 – o ano do fim dos direitos adquiridos!"

Agora retorna ao tema,duma forma aparentemente mais civilizada mas deixando a sua marca indelével sobre a "idiotice dum trabalho com direitos"

Direitos só mesmo para aqueles que nos offshores procuram garantir " a subsistência de quem corre riscos de investimento" não é mesmo ó das 16 e 51?

Anónimo disse...

Percebe-se que o trabalho com direitos perturbe o das 16 e 51.

Não está agora em causa o "trabalho " do referido sujeito na Dinamarca ou na Bélgica como perito enfeudado aos patrões para as relações laborais e pago com o nosso dinheiro.

O que está mesmo em causa é este ódio assente no memorial ao reaccionarismo a uma economia adaptada à globalização uber alles.

E o domínio e controlo da informação sempre foi um dos seus sonhos, continuação duma realidade que conheceu de perto e que gabava

Jose disse...

Manelzinho, precipitaste-te como é habitual em sectários do teu calibre.
Embora seja certo não seres brilhante, ainda não te faço tão estúpido que não tenhas percebido o que disse acima.
Mas nada como partires para o insulto pata te dispensares de enfrentar a realidade e manteres os mantras que te reconfortam o bestunto.

Anónimo disse...

cobarde meio cagalhão zé

tadinho, ninguém o percebe
claro que te percebemos
és o cobarde meio cagalhão zé

Anónimo disse...

Dispensado de enfrentar a realidade? Mantendo os mantras que reconfortam o bestundo do indivíduo em causa?

Isso mesmo...
A realidade que se quer fazer passar é o trabalho sem direitos.A realidade que se quer fazer passar é o ódio à dignidade laboral.
Enquanto se vai lacrimejando pelo direito do mais forte à liberddade e ao sacrossanto lucro como recompensa dos "riscos" e das rendas, paridas nas negociatas e na exploração dos demais

Jose disse...

Apelando à minha mais enraizada paciência (que não atinge as profundezas da fossa onde habita o badalhôco) sempre vou esclarecendo o seguinte:
- Mais-valias apropriadas sempre haverá. Se são apropriadas por privados ou por um Estado omnipresente e povoado por seitas de funcionários e de 'guias do povo' é a questão a avaliar e que para mim não oferece dúvida. Quanto a exploração nada mais digo, que excepcionando a de um Estado tornado parasita, em toda a demais assinei contratos voluntáriamente.
- Os direitos do trabalho é o salário e dignidade profissional; o resto como bem se diz são 'direitos sociais', ou seja, a sociedade que os pague que para isso cobre de impostos tudo que meche.
- Se rendas são custos de capital tanto se me dá se este resultou de lucros ou de poupança de salários ; remuneram a privação de consumo e têm mérito assegurado.
- Se rendas são tenças, seja de proclamados serviços públicos, seja de majorações de descontos sobre salários, tudo me parece o resultado de votos favoráveis a uma qualquer seita política.

A dignidade laboral não existe. Não é por sair da cama e disponibilizar-se para receber um salário que alguém é digno e dever ser-lhe reconhecida dignidade.
Requer-se que se atribua uma qualificação útil, para a qual reconheça condições de desempenho e que, cumprindo, adquira dignidade profissional.

Mas tudo isto são horrores capitalistas que a 'agenda dos coitadinhos' recusa liminarmente.

Anónimo disse...

A Agenda dos coitadinhos ?

Qual agenda? A que chora pela honra perdida dos banqueiros e da banca? Pela honra perdida de Passos Coelho ou de Portas?

A que se assume perante os desvalidos que têm que depositar os seus proventos nos offshores para ficarem e segurança os resultados dos seus riscos?

Como é exemplo os dos donos dos escassos colégios privados envolvidos no saque?

Anónimo disse...

"Apelando à minha mais enraizada paciência"

Coitado. Um autêntico coitado. Tal como salazar que se "queixava" ( feito membro da agenda dos coitadinhos) do seu pesado fardo em governar a Nação, a Bem da Nação, lolol

Anónimo disse...

Tudo o que "meche"

Eis o exemplar exemplo. Não só do que foi uma educação do tempo da outra senhora (privada e colocada num qualquer país europeu para "industrial" ver? ). Mas sobretudo do que o ódio ao conhecimento e ao saber faz ao percurso de vida e de escrita destes exemplos exemplares

Anónimo disse...

"A dignidade laboral não existe". Pois não. Só a indignidade de quem rouba e explora quem trabalha.

Dignidade,mesmo dignidade, só mesmo por exemplo a de António Borges.Quando se verberava os proventos obscenos e isentos de impostos deste, dizia o tipo que fala na não existência da dignidade laboral (e sobre António Borges):
"Ninguém quer ver que quem se dá ao TRABALHO de aprender (o António Borges), e de lutar para ganhar posições, e de se afirmar ao ponto de poder gerir contactos ( o que não é pouco trabalho), pode legitimamente ambicionar um retorno".

O Borges. O Borges. Esse sim tinha dignidade ao sair da cama e ao gerir contactos. (Gosto sobretudo deste "gerir contactos")

Quem trabalha e ganha o seu sustento mercê do seu trabalho não tem nenhuma dignidade mesmo.

E veja-se o coitado do trabalhador que se "disponibiliza para receber um salário". Voltámos ao tempo da outra senhora e da mão estendida para receber o que é seu? Mais uma vez exemplo do Borges. Esse sim , pode receber com dignidade o retorno que ambiciona"

Que vómito

Anónimo disse...

Parece que para se reconhecer dignidade é preciso uma "qualificação útil".
Mas o que se considera como "útil"? Quem determina o que é útil?
Quem diz a barbaridade acima expressa não considera como úteis os saberes das Ciências Sociais, por exemplo. Logo, aqui começam a descarrilar os apetites "legisladores" de quem se tem por conta de taxonomista social. E a descobrir-se os fundamentos dum ditadorzeco da treta.

Mas há mais. Parece que é preciso reconhecer "condições de desempenho". Aqui podemos sublinhar que muitos dos milhares de vítimas de acidentes de trabalho que reconheceram tardiamente não terem condições de desempenho adequados para a sua profissão (mas que foram sujeitos a tal porque a vida a isso os obrigou ), não são pessoas dignas.

Simplesmente abjecto

Anónimo disse...

"cumprindo" para adquirir "dignidade profissional"

Ora vejamos esta frase do mesmo tipo que fala nos cumpridores:
" vem armada em moralista condenar a tortura que visa obter a verdade sobre acções que ameaçam quem o torturador tem o dever de defender.!"

Considera assim o mesmo tipo como verdadeiramente dignos e com dignidade profissional os torturadores que cumprem o seu dever de torcionários.

Isto não é abjecto. É simplesmente canalhice proto-fascista

Anónimo disse...

O resto são simples ruminações em defesa da sua ideologia e da sua classe.
Que está em guerra com os que trabalham. Desta forma sem pudor, violenta, indiscriminada. E com saudades das Novas Ordens apetecidas.

" Mais-valias apropriadas sempre haverá"...é como os pobres e os ricos. Os os escravos e os senhores. Palavra de Torquemada

Anónimo disse...

"Mais-valias apropriadas sempre haverá. Se são apropriadas por privados ou por um Estado omnipresente e povoado por seitas de funcionários e de 'guias do povo'"

A dicotomia é assim entre a apropriação das mais-valias pelos privados ou por um estado omnipresente e povoado por..
Um estado omnipresente têm habitualmente os privados para lhes aumentar os lucros, as isenções aos impostos, os perdões fiscais, as privatizações e as rendas das PPP e dos Swaps
Também o estado está povoado, pela mão do governo, pelos boys e girls partidários que servem e servem muito bem os interesses privados para além dos seus pessoais
É ver os exemplos da nomeação para os altos cargos da função pública, as trafulhices e os crimes que rodeiam tais nomeações e os aumentos de vencimentos a tais povoamentos. Chegam a aumentar 150% pela mão do governo de Passos Coelho e seus cúmplices.

Anónimo disse...

Temos assim que as mais-valias caberão aos privados ou ao estado etc e tal.

Já percebemos que o estado geralmente funciona de acordo com os interesses privados.
Quando não o faz temos cenas de histeria, de indignidade, de chantagem e de manipulação. Por exemplo temos um exemplar exemplo com o contrato de associação com as escolas privadas. O estado pela mão de Crato e de Passos beneficiou com dinheiros públicos meia-dúzia de interesses privados. Quando o mesmo estado tentou frenar o encher o bolso dos privados pelo erário público foi e é o que se viu e vê.Pela pena também histriónica e pesporrenta do mesmo que fala agora nas "mais-valias que sempre houve e outras tretas do género.

Percebemos assim que a tal apropriação das mais-valias constitui uma espécie de saque. Para conforto da bolsa e da riqueza de meia-dúzia de "empreendedores".E ao velho jeito da Inquisição tal é uma situação perpétua. Como é bom de ver

Anónimo disse...

Mais outra pérola:
"Quanto a exploração nada mais digo, que excepcionando a de um Estado tornado parasita, em toda a demais assinei contratos voluntáriamente."

Deixando para lá o tom pseudo-intimista, com o seu carácter um pouco piegas mas completamente desprovido de conteúdo, foquemos a questão nesta questão da "exploração"

A "exploração" aqui há tempos vista pelo mesmo indivíduo que assinou voluntariamente (mas com uma lagrimazita ao canto do olho?) a sua "exploração":

"Quanto à exploração, ela é tão inevitável que não faz sentido distingui-la de outras interacções sociais que são objecto de regulação; autores tanto o são o patrão como o Estado ou o cliente ou o fornecedor, o sindicato ou o trabalhador, o marido ou a esposa, os pais ou os filhos"

Desaparecido o tom um pouco queixoso sobre a dita "exploração" eis que o tipo que dizia que não dizia mais, é confrontado mesmo com o que disse.

E o que disse é demasiado confrangedor e pateta para ser escalpelizado.

Anónimo disse...

"que para isso cobre de impostos tudo que meche."

Mas o Soares dos Santos não se mexeu? Ou o António Borges? É que o mesmo tipo que diz agora tal coisa é o mesmo que defendeu a fuga aos impostos do primeiro e a isenção de impostos ao segundo.

Ele próprio defendeu a sua fuga para os paraísos fiscais como meio de escapar ao pagamento dos seus próprios impostos. Não se percebe como conseguiria fugir, se agora defende que, se se mexesse, deveria ver logo cobrados os ditos impostos de que queria fugir.

Como "classificar" uma coisa assim?

Jose disse...

Das 01:56 às 04:43 desta madrugada um comunistóide viu o seu escasso bestunto incendiado de dialéctico turbilhão.
Nada que dispense as muletas costumeiras, diminuindo figuras públicas cuja dimensão não alcança alcançar a que junta uns tantos mantras da agenda dos coitadinhos.

Mas não ignoremos o esforço, não desvalorizemos a elevação e dificuldade de transcendentes desafios tais como:«Mas o que se considera como "útil"? Quem determina o que é útil?».
Alguém menos profundo poderia ter uma inspiração - talvez porque terá tido a boa fortuna de meter a mão ao bolso e encontrar uma moeda - que o leva a acreditar que o haver quem pague, no lugar da oferta, determina o que é útil.
Mas seguramente haverá uma outra noção que, sem mais esforço, garanta ao coitadinho do inútil a sua plena dignidade laboral.


Anónimo disse...

Das 01 e 56 às 04 e 43?

Lolol. Tem a certeza? Foi uma informação dos seus amigos da António Maria Cardoso?

Ah! Mas o que sobra sobre esta queixa tão patética (as certezas destes tipos) é a pieguice sobre as "figuras públicas" admiradas por estas figurinhas.

E mais uma moeda.

Mas francamente ó das 11 e 59. E quanto aos temas em discussão e ao desnudar das tretas ,aldrabices e mentiras, encenações e trafulhices?

E então a agenda dos coitadinhos? E o pesado fardo? E tudo o que "meche"? E a dignidade laboral? E a qualificação útil? E o cumprimento das tarefas dos torturadores? E ss mais-valias apropriadas? E a conivência do estado com os interesses privados? E o saque do erário público pelos privados? E a exploração familiar a que se junta a encenação com a assinatura de contratos pessoais em jeito de argumentário? E a exploração da mão-de-obra barata? E a fuga aos impostos defendida pelo mesmo tipo que queria atirar em tudo o que "neche"?

Nada? De frosques? Por cobardia? por impotência argumentativa? Por incapacidade cognitiva?

Das 01 e 56 às 4 e 43? Sério? Jura? Isso é certeza, argumento , má-fé ou apenas raiva?


Anónimo disse...

"Comunistóide, bestunto, incendiado turbilhão, dialéctico, muletas, mantras, agenda dos coitadinhos. transcendentes desafios, inspiração coitadinho ,inútil, dignidade laboral"

É isto? Dirigido a todos ou só a alguns?

Partirá para a força bruta se não lhe apararem os golpes e as javardices.É um artista do meio e o meio é este que se vê


Anónimo disse...

Ahahah.

Na mouche. Útil ou não, eis a questão

"não desvalorizemos a elevação e dificuldade de transcendentes desafios tais como:«Mas o que se considera como "útil"? Quem determina o que é útil?"

O "taxonomista social" reagiu. Descobriram-se os fundamentos dum "ditadorzeco da treta".
Mas parece que se descobriu outra coisa. Foi atingida a "dignidade profissional" do censor do que é útil ou não útil.

Acho que se pode considerar este exemplo:
Crato ( e Passos) foram bastante úteis para os interesses privados de alguns patrões de colégios privados. E foram inúteis ( diria mesmo mais, muito prejudiciais) para os interesses de todos nós.
O actual Ministro da educação foi exactamente o contrário. Exemplarmente útil para o erário público e inútil para a bolsa dos interesses privados de meia-dúzia de golpistas a viverem à conta do Estado.

Logo é utilizado o carimbo do censor do "útil ou do não útil" que carimba os respectivos rótulos nos exemplos acima transcritos. Segundo a sua visão de censor. Com um "A Bem da Nação" final.

Terá também carimbado como "úteis" os torturadores e como tal alvos do respeito da sua "dignidade profissional"?