sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O passado é um país distante?


«A kristallnacht faz hoje 80 anos, o que significa que ainda há gente viva que assistiu ao estilhaçar anunciado da humanidade. Não é só pelos nossos filhos, amigos e mais-que-tudo que devemos mostrar os dentes ao fascismo. É também pela indecência de obrigar os sobreviventes a verem tudo outra vez.»

Pedro Vieira (facebook)

142 comentários:

Ricardo Silva disse...

Hoje faz também 29 anos que o progresso social na Europa Ocidental acabou.

Jose disse...

A Noite de Cristal nada tem a ver com fascismo.
Populismo, xenofobia e racismo bastariam para o efeito.
Pogroms de maior ou menor dimensão foram comuns na Europa Central e de Leste.

Todos esses condimentos estavam presentes na construção do nazismo que é nome vulgar do nacional-socialismo; daí a tolerância do Estado face a essa Noite que teve por causa próxima o assassinato em Paris de um embaixador alemão, às mãos de um judeu.

O que têm em comum - fascismo, nazismo e socialismo - é o papel que atribuem ao Estado, tornando-o totalitário, comummente referido como Estado uber alles.

O que os opõem:
- Fascismo e nazismo rejeitam o papel da luta de classes que o os socialistas exaltam.
- Fascismo e nazismo aceitam o papel da propriedade privada que os socialistas rejeitam.
A partir daí, dado que sempre são ditaduras, as variantes dependem mais do querido líder do que do rigor ideológico.

Anónimo disse...

Jose ensandeceu na sua propaganda aviltante ao fascismo.

Não passa.Quem andou a elogiar a Pide e o fdp de Salazar, não pode lançar impunemente estas revoltantes bacoradas.

E a inocentar desta forma o significado e o peso desta terrível noite de Cristal

Anónimo disse...

"A Noite de Cristal nada tem a ver com fascismo."

Quem o diz?

Herr jose está equivocado. Tenta esconjurar as relações entre o fascismo e o nazismo.
As patas no ar com as saudações mútuas. As patas no ar de seu amigo salazar ,saudando o amigo de salazar, Hitler.

Com Mussolini e Franco. Urrando por mais, pedindo por mais

Anónimo disse...

A tentativa de reescrever a história segundo os princípios ideológicos que norteiam jose e a desonestidade que o acompanha passo a passo, é já um dado adquirido

Aqui por exemplo, num processo ao mesmo tempo aviltante e cómico, tenta replicar uma historieta idiota e profundamente rasca, tentando vender as "balls" ( sic) de Salazar como produto honrado e sério

http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2018/02/paralelismos-noutra-dimensao.html

Esta estória surgiu num blog manhoso Mas tentam espalhá-la por outros blogs idênticos. Porque alguns dos viúvos do fascismo, engolindo até ao tutano esta historieta apressada, assumem com ponto de honra espalhar esta Nova ao mundo.

E é extremamente cómico ler o que lá escrevem vetustos e anquilosados personagens, prenhes de Salazar, Salazar, Salazar, a insultar quem não veja a Obra do santo, a vilipendiar quem não dobre o joelho ao ditador.

Reúnem-se à volta das balls de salazar. Jose com eles. Eles com jose

Agora reunir-se-ão à volta da tentativa de menorização deste crime que marcou uma época e que constituiu um passo em frente para o Horror?

Anónimo disse...

Dirá jose:

"Populismo, xenofobia e racismo bastariam para o efeito."

Não, nem populismo nem xenofobia serviam para o efeito. O passo qualitativo dado nessa data não se compagina com estes vagidos desculpabilizadores para com canalhas


"Pogroms de maior ou menor dimensão foram comuns na Europa Central e de Leste".

Repare-se como funciona a propaganda abjecta
Ocultam-se que houve pogroms na europa ocidental. Nomeiam-se como comuns, como se fossem comuns coisas assim

Anónimo disse...

Mas a tentativa de jose para menorizar o sucedido continua:

Continua naquela onda à Observador e à salazarista de dizer como que nulidades, pervertendo o sentido das coisas e o seu significado
"Todos esses condimentos estavam presentes na construção do nazismo que é nome vulgar do nacional-socialismo"

Tentar colar o socialismo ao nazismo , mercê desta frase aí metida a preceito, não passa.

Vamos à vulgar wikipedia:

"Nacional-Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direita associada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideias pangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial."

"O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães."

Continuando na Wikipedia:
"O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social (ideias defendidas pelo das 20 e 01), sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional e tradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos os alemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.

"A grande maioria dos estudiosos identificam o nazismo, na prática, como uma expressão da extrema-direita. Entre os temas tipicamente defendidos pela extrema-direita incluídos no nazismo está o argumento de que pessoas "superiores" têm o direito de dominar outros indivíduos e que a sociedade deve expurgar elementos supostamente "inferiores" (vide darwinismo social, antissemitismo e racismo científico). ( tal como a teoria das desiguladades defendida pelo das 20 e 01)
Os nazistas foram fortemente influenciados pela extrema-direita alemã pós-Primeira Guerra Mundial, que tinha crenças comuns, tais como antimarxismo, antiliberalismo e antissemitismo, além do nacionalismo, do desprezo pelo Tratado de Versalhes e da condenação da República de Weimar por conta da assinatura do armistício em novembro de 1918, que mais tarde culminou na assinatura do Tratado de Versalhes. A grande inspiração para os nazistas foram os nacionalistas Freikorps, organizações paramilitares de extrema-direita que praticavam atos de violência política após a Primeira Guerra Mundial.

O termo National Sozialistische, que em alemão dá origem a "nazismo", era utilizado como forma de se contrapor ao termo comunismo, ou socialismo internacional, no sentido utilizado pelo marxismo. O nazismo pode ser considerado uma forma extrema de fascismo, muitas vezes chamado de nazifascismo. Os vários tipos de fascismos se identificam como antissocialistas."

Confessemos que é preciso um nível de esgoto tentar confundir o nazismo com o socialismo

E confessemos que encontramos em jose a defesa daquele darwinismo social aí em cima referido

Anónimo disse...

Mas a "trampa" expedida em letra de forma continua:

"daí a tolerância do Estado face a essa Noite que teve por causa próxima o assassinato em Paris de um embaixador alemão, às mãos de um judeu"

Repare-se nesta "tolerância" assim referida desta forma simiesca.

Repare-se neste "Estado" assim crismado como Estado, ocultando que o que definia tal Estado era ser nazi e não ser Estado

Repare-se naquela forma quase que justificativa das acções da canalha nazi pelo fato de ter sido assassinado um embaixador alemâo por um "judeu".


A noite de cristal representou um ponto de viragem na política anti-semita nazi, que passou das discriminações e da definição dos judeus à “emigração”/expulsão dos territórios do Reich, bem como o sequestro e “arianização” da sua propriedade. Já existente na Europa, a vaga de refugiados judeus saídos dos territórios da Alemanha nazi aumentou de forma avassaladora.

Anónimo disse...

Iluminemos um pouco mais este trajecto

"É hoje em geral aceite entre os historiadores o facto de o caminho para o Holocausto – ou a Shoah – ter procedido por etapas cada vez mais radicalizadas, sem caminho de recuo. A política anti-semita teve, assim, um carácter cumulativo, progredindo desde a discriminação profissional até ao extermínio dos judeus europeus. Nos anos 60 do século XX, o historiador Raul Hilberg enumerou essas diversas etapas, referindo que, após as primeiras discriminações, a definição dos judeus e a sua expropriação, ocorreriam a deportação, a concentração em guetos e o extermínio.

Ao colocar o anti-semitismo no centro da sua ideologia e prática, o regime hitleriano apelou ao boicote ao comércio judaico, em 1 de Abril de 1933, prosseguindo com a exclusão dos judeus das profissões liberais e da função pública. Em 1935, as Leis de Nuremberga atribuíram um estatuto de cidadania e de “sangue” diferente aos judeus. A partir de 1938, a política anti-semita nazi consistiu na expulsão da função pública, na espoliação/arianização dos bens e na emigração forçada dos judeus dos territórios alemães. Esse ano de 1938 foi particularmente doloroso para os judeus alemães, austríacos, polacos, checos e italianos.

Com o chamado Anschluss (“integração” ou “reunificação”, para os nazis, “anexação”, para outros) da Áustria no Terceiro Reich, em 12 de Março de 1938, 190.000 judeus austríacos passaram a estar sob o domínio alemão e, até Setembro de 1938, cerca de 50.000 “emigraram”. Em 16 de Abril, Göring emitiu um decreto obrigando os judeus a registarem os seus bens e anunciou o objectivo de expulsar todos os judeus da vida económica. A procura de países de refúgio na Europa e noutros continentes levou o Presidente norte-americano Roosevelt a convocar a conferência de Évian, cidade termal francesa, realizada entre 6 e 15 de Julho, para “gerir” a “inundação” de judeus.

Com a presença de países europeus e da América Latina, a conferência foi reveladora de que aqueles iriam enveredar por uma política restritiva de entrada de refugiados judeus, e ter-se-á tornado então claro também para Hitler que ninguém iria “mexer uma palha” para recebê-los. Portugal, no seu isolacionismo, não participou em Évian, mas Salazar, não por acaso também ministro dos Negócios Estrangeiros, informou-se sobre a introdução dessa legislação restritiva, junto das suas representações diplomáticas. De Oslo veio a informação da introdução de vistos para a entrada na Noruega, excepto para os escandinavos. Também na Suécia, os alemães e austríacos “de religião judaica” ou que não pudessem regressar aos “seus países por motivos políticos ou em virtude das leis de raça” só poderiam entrar com visto."

Anónimo disse...

"Inspirando-se nessas leis, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português estipulou, através da circular n.º 10, de 28 de Outubro de 1938, que os “emigrantes judeus” passavam a necessitar de vistos “de turismo” com a validade de 30 dias, para entrar em Portugal. Essa ordem abrangia pela primeira vez um vasto grupo específico de candidatos à entrada no país que se tornara visível a partir do momento em que a Alemanha começara a carimbar com a letra “J” os passaportes dos judeus, passando assim a especificar quais eram os “emigrantes”, impossibilitados de regressar ao país de origem.

Mas o ano de 1938 continuou a ser trágico em termos de acontecimentos que dificultaram a vida aos refugiados. Na conferência de Munique, realizada em 29 de Setembro de 1938, na qual a França e a Grã-Bretanha, através dos appeasers Daladier e Chamberlain, cederam a Hitler e a Mussolini, foi dada luz verde aos projectos expansionistas do governo nazi na zona dos Sudetas, na Checoslováquia. Por seu lado, o governo polaco estipulou que os compatriotas judeus a viverem no estrangeiro havia mais de cinco anos tinham de renovar o seu passaporte para entrarem no país; caso contrário perdiam a nacionalidade.

Encarando este diploma polaco como uma tentativa para retirar ao Terceiro Reich e à Áustria possibilidade de reenviar para a Polónia os cerca de 50.000 judeus polacos residentes em território alemão, a Gestapo ordenou a prisão de 17.000 daqueles. Conduzidos à fronteira germano-polaca, foram expulsos, mas a Polónia aceitou apenas cerca de 10.000. Foi então que um jovem judeu polaco, de uma família judia-polaca expulsa da Alemanha nessas condições, Herzel Grynzspan, feriu mortalmente a tiro um diplomata alemão, da Embaixada em Paris, Ernst von Rath, que acabou por morrer.

Na sequência deste atentado, uma onda anti-semita varreu a Alemanha. Numa procura de ganhar influência junto de Hitler, que permaneceu numa sombra de concordância, o ministro da Propaganda Joseph Goebbels aproveitou para incitar a SS e os membros do partido nazi a atacarem os judeus no espaço público. De 9 para 10 de Novembro de 1938, na “Noite de Cristal”, nomenclatura dada pelos próprios nazis devido aos vidros partidos das 7500 lojas judaicas, destruídas em todo o Reich, foram ainda destruídas 267 sinagogas e incendiadas outras 1919, queimados 11 centros comunitários, bem como atacadas 171 casas e 20 grandes armazéns de judeus.

Os actos de violência prolongaram-se por vários dias, percorrendo todo o país, perante o silêncio da maioria da população e até das próprias Igrejas que se abstiveram de criticar publicamente os ataques. Cerca de 91 judeus foram assassinados, centenas suicidaram-se e 800 morreram em campos de concentração, onde foram encarcerados enquanto reféns mais de 26.000, na Alemanha, e 6500, na Áustria. Dado que estas detenções eram destinadas a forçar os judeus a “emigrar” dos territórios alemães, aqueles que asseguraram a partida acabaram por ser libertados."

Anónimo disse...

"Para forçar a “emigração” dos judeus, foram também postas em prática diversas outras medidas que se juntaram às já existentes discriminações. A 12 de Novembro, um decreto de Göring excluiu os judeus da vida económica alemã, proibindo-os de administrarem lojas e de colocarem bens e serviços nos mercados. Os judeus deixaram de poder possuir terrenos, edifícios, meios de transporte, bens preciosos e artísticos ou acções, além de deixarem de ter acesso à assistência social e à habitação, bem como ficarem impedidos de frequentar teatros, cinemas ou universidades.

Os nazis ordenaram, entre outras medidas iníquas, que as indemnizações pagas pelas seguradoras alemãs aos proprietários do património destruído na “Noite de Cristal” revertessem para o governo alemão, decidindo que seriam as próprias vítimas a pagar os danos sofridos. Um decreto de Göring sobre as reparações dos judeus de nacionalidade alemã determinou que estes deveriam pagar uma contribuição de um bilião de RM ao Reich. Em Fevereiro de 1939, todos os judeus residentes na Alemanha e na Áustria que “quisessem” partir teriam de contribuir com 0,5% a 10% do valor das suas posses e com um “imposto de fuga”. O pogrom de Novembro de 1938 acelerou assim a chegada de uma nova etapa na política anti-semita nazi: a da “emigração”/expulsão dos judeus dos territórios alemães e, no final desse ano, 30% dos judeus alemães, austríacos, checos, polacos e dos Sudetas já haviam “escolhido” o caminho da “emigração”.

(Irene Flunser Pimentel)

Anónimo disse...

Repare-se como este jose se refere ao jovem de 17 anos que comete aquele assassínio naquelas condições

Repare-se como este jose quase que encontra justificação para o horror pelo facto de ter sido assassinado um alemão. E ainda por cima embaixador


A proporção da brutalidade do pogrom de 9 de novembro foi indescritível. Hermann Göring, chefe da SA (Tropa de Assalto), lamentou "as grandes perdas materiais" daquele 9 de novembro de 1938, acrescentando: "Preferia que tivessem assassinado 200 judeus em vez de destruir tantos objetos de valor!"

Repare-se como jose tem princípios muito iguais aos de certos nazis, muito preocupados com o Kapital e as perdas materiais

Anónimo disse...

E depois jose mente. Mente como mente um proxeneta quando apanhado com a sua fortuna emparedada num paraíso fiscal, como forma de fugir ao fisco ou como forma de lavar dinheiro sujo

"O que têm em comum - fascismo, nazismo e socialismo - é o papel que atribuem ao Estado, tornando-o totalitário, comummente referido como Estado uber alles".

Tretas abjectas que estarão relacionadas pelo facto de pensar que o efeito Bolsonaro se pode sentir também em Portugal?


Não há nada em comum de facto entre o comum que jose tenta encontrar. A idiotia confirma-se, até pela ignorância bacoca ou pela tentativa de manipulação.

Não há nenhum "comummente referido como estado uber alles". Isto só mesmo na mente dum idiota que vê salazar a pagar o empréstimo Marshall.

O termo Deutschland über alles estava inscrito no Hino alemão a partir de 1922 e ao qual Hitler deu particular realce, juntando a primeira parte onde se encontrava tal frase com o hino nazi.


Há todavia um aspecto cómico em toda esta cena.

É que o estado totalitário foi defendido ao longo dos anos por este mesmo jose. O estado novo foi levado para a mesa,para a ideologia, para a cama por este jose ( perguntem-lhe que livros lhe forram as paredes e veja-se se lá não estão ao do presidente do conselho do Portugal fascista)

Anónimo disse...

Ou seja.

Jose bem tenta escamotear as diferenças entre o nazi-fascismo e o socialismo. Está-lhe na alma esta espécie de manipulação e esta espécie de aldrabão que tenta reescrever não só a História, como também a sua história pessoal

A ligação entre o fascismo português e o neoliberalismo actual dos euroinómanos do presente é uma relação que não é perceptível à primeira vista.Mas que existe e que já foi aqui demonstrada.

De como um antigo defensor do "para Angola e em força" e do seu querido líder Salazar se transformou num cantante empenhado do Deutschland über alles já deixou de ser um mistério

Por isso jose rasura o seu querido líder e tenta vender os queridos líderes como se estes fossem cromos da sua colecção particular.

Uma espécie de nivelação geral para esconder as pulhices particulares dos seus queridos (líderes ou não).

Como se salazar, com as mãos cheias de sangue inocente, se pudesse equiparar a Humberto Delgado ,vítima precisamente da ideologia do querido líder de jose

Anónimo disse...

Encontrar por aqui um tipo a branquear a kristallnacht diz muito destes tempos que correm. É ver também esta redacção comparativa nojenta, a tentar esconder a besta nazi e as suas consequências.

jose magalhaes disse...

E a memória é,ainda,um país mais longínquo,perdido no nevoeiro da insasatez e repudiado pela loucura da subversão dos factos,dos testemunhos e das vítimas que deixaram de contar.

Jose disse...

O termo pogrom (em iídiche, פּאָגראָם,[1] do russo погром) tem múltiplos significados,[2] mais frequentemente atribuída à perseguição deliberada de um grupo étnico ou religioso, aprovado ou tolerado pelas autoridades locais…
A palavra tornou-se internacional após a onda de pogromm que varreu o sul da Rússia entre 1881 e 1884, causando o protesto internacional e levando à emigração maciça dos judeus.
(Wikipédia)

Mas o que dá jeito à esquerdalhada é associar os factos à ideologia fascista para logo chegar ao capitalismo e montar o reco-reco do costume.

Anónimo disse...

Não passa

Não passa mais esta fuga cobarde a tudo o que se denuncia aí em cima. Não passa assim a tentativa de menorização dum horrendo crime nazi que constituiu um avanço significativo dos propósitos da canalha.

Não passa o silêncio feito cumplicidade com o horror nazi. Escondido agora atrás de factos que mancham indelevelmente o nazismo. Mas também que marcam a cumplicidade activa,solidária e actuante do fascismo perante o nazismo

Herr jose quer proteger os fascistas tentando separá-los do nazismo. Pode ir estudar história. O termo nazi-fascismo medrou nos idos tempos do seu apogeu.Mussolini levantava a pata na saudação típica. Franco, Salazar, Hitler mimoseavam-se uns aos outros e entre si com a mesma cerimónia do braço levantado. Eram solidáriosna ieologiado horror e na mortandade que arrastaram atrás de si

Não serve pois o silêncio poltrão sobre a denúncia do horror nazi,escudado na proteccão dos fascistas. Não serve o mesmo silêncio cúmplice escondido atrás de definições idiotas. Não serve também o mesmo silêncio conivente acobertado em nome da protecção do "capitalismo" mais o reco-reco da ordem

Anónimo disse...

Sem o querer jose estabelece a linha que une o nazismo ao fascismo ou vice-versa. Mas vai ainda mais longe .com o vómito que escarrapachou aqui. Pelas suas próprias palavras, vemos que o nazi-fascismo tem relações próprias com o Capital e que são estas relações que jose tenta esconder, assumindo incrivelmente o branqueamento da selvajaria nazi

O fascismo para alguns será uma ditadura terrorista dos elementos mais reaccionários, mais chauvinistas e agressivos do capital financeiro.

Duma forma simplória jose vem confirmar tal facto

Anónimo disse...

Não adiantará a jose esconder-se atrás de definições sobre o termo pogrom.
Idiotices desonestas para esconder a realidade dos factos

Vamos usar a mesma definição usada pelo jose. Da wikipedia. Mas completando-a, para fazer sobressair como a manipulação grosseira é apanágio de coisas deste calibre:


Pogrom
O termo pogrom (em iídiche, do russo погром) tem múltiplos significados, mais frequentemente atribuída à perseguição deliberada de um grupo étnico ou religioso, aprovado ou tolerado pelas autoridades locais, "sendo um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos). Historicamente, o termo tem sido usado para denominar actos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus, protestantes, eslavos e outras minorias étnicas da Europa, porém é aplicável a outros casos, a envolver países e povos do mundo inteiro".

Toda a parte entre comas desapareceu, como por encanto. Em vez disto jose salta para o capítulo da wikipedia.

Ou seja, o "termo tem sido usado para denominar actos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus, protestantes, eslavos e outras minorias étnicas da Europa, porém é aplicável a outros casos, a envolver países e povos do mundo inteiro".

Ou seja, o termo é aplicado a situações que consubstanciam estes actos de violência maciça mesmo antes do surgimento da palavra que se vulgarizou para catalogar aqueles

Ou seja, o termo tem sido usado para designar também os que ocorreram na europa ocidental

E neste país à beira-mar plantado

Anónimo disse...

"No Massacre de Lisboa de 1506, também conhecido como Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, uma multidão perseguiu, torturou e matou centenas de judeus (mais de 4000, segundo o relato contemporâneo de Garcia de Resende, acusados de serem a causa de uma seca, fome e peste que assolavam o país. Isto sucedeu antes do início da Inquisição e nove anos depois da conversão forçada dos judeus em Portugal, em 1497, durante o reinado de D. Manuel I"

Jose "esqueceu-se" de completar o transcrito, perdido lá nas "autoridades locais". A inquisição veio depois "normalizar" as coisas, elevando os actos bárbaros`à dignidade da santa madre igreja

E não é que os alemães, tidos como civilizados e uberalles, reproduziram 400 anos depois a mesma barbárie?

É esta corja que jose quer abençoar e envolver no manto diáfano do esquecimento. Cúmplice

Não passa

Jose disse...

Não tens vergonha Cuco de dizer tanta asneira e de retorcer tudo o que é dito!

Mas para incendiar esse teu bestunto de faccioso ignorante e vesgo, sempre te digo que a Inquisição não perseguiu judeus mas sim conversos acusados de judaísmo ou de heresias.
Sempre houve judeus em Roma. E foram os reis peninsulares que muito instaram para que se instituísse a Inquisição para cuidar dos conversos forçados por esses mesmos reis.

Pedro disse...

Há aqui um grande equívoco.

Socialismo pode ser apenas o controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado.

Neste caso o nacional socialismo era de facto socialismo, visto que o estado controlava o mercado e não o contràrio.

Era o estado nazi que estabelecia os preços e os salários. O mercado de trabalho era controlado ao ponto de não se poder contratar ou despedir sem autorização do estado. Por outro lado o nazismo não destruiu o modesto estado social ensaiado por Weimar, antes o reforçou. Por isso sem dúvda que era socialsmo.

Quanto ao resto, a hierarquização, militarismo, nacionalismo, imperialismo, violência contra as minorias etc, vimos tudo isso na URSS e na China comunista, Cambodja, etc.

Acho que o equivoco é não perceber que socialsmos há muitos. Desde o democrático ao estalinista, passando pelo nazi.

No caso, a existência de um socialismo que nem é de esquerda.

Porque, enquanto na esquerda o socialismo é o que a define, no nazismo o socialismo era apenas um pormenor, dando a ideologia nazi mais importância a outros aspectos, como a identidade racial.

Anónimo disse...

Não passa

Não passa a cobardia de jose para meter o rabinho entre as pernas e tentar não enfrentar o que se lhe denúncia:

A tentativa de branquear os crimes nazis. A tentativa de proteger o fascismo. A tentativa de ocultar o fio condutor entre o nazi- fascismo e o Capital. Desafortunadamente para ele, foi o próprio que se denunciou

Pelo que figuras ridículas e idiotas sobre a perseguição a “ conversos e hereges”, como forma de tentar distrair do essencial não passam

Pelo que a desonestidade de aldrabão ao censurar, qual verdadeiro mestre censor de corte e costura, o significado de pogrom , não passa

Pelo que a existência de acontecimentos como o pogrom de Lisboa, em plena Europa ocidental são de tal facto indesmentiveis que só resta ao jose esta figura de cobarde a invocar os reis peninsulares

Fica para depois o papel da inquisição pela qual a santa madre igreja tomou posse dos hereges e dos “ conversos”. Ao que parece os judeus foram poupados no dizer alarve deste sujeito

Infelizmente para Jose, estas cenas pusilânimes escondidas atrás de idiotices não servem para o efeito

Anónimo disse...

Pedro diz: Há aqui um grande equívoco”

O que será um grande equívoco para o Pedro? Será aquilo que o Pedro considera que não corresponde aos seus princípios,postulados e definições “ pode ser apenas”?

Essa auto-suficiência faz lembrar alguém de que agora não me recordo o nome

Aquele que nunca se enganava e que raramente tinha dúvidas

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Socialismo pode ser apenas o controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado"

Não pode.

Nem socialismo é isto. Nem o Estado é o que define o socialismo, embora o Estado seja uma peça fundamental na organização societária. Menos para o socialismo libertário. Socialista e anti-estado.

Olha o capitalismo monopolista de estado a passar por socialista

Estas coisas assim são o que são. "Equivocos" baseados na ignorância é o que dá

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Neste caso o nacional socialismo era de facto socialismo, visto que o estado controlava o mercado e não o contràrio"

Continuamos na idiotice pura e dura.

O controlo dos mercados como definição do socialismo não merece mais do que uma gargalhada. Como "uma ditadura terrorista dos elementos mais reaccionários, mais chauvinistas e agressivos do capital financeiro", o fascismo assume o poder dos mercados e de todo o corpo social.

Mas não só. No fascismo são os próprios elementos mais reaccionários,mais chauvinistas e agressivos do Capital financeiro que ocupam o poder e o estado. São os grandes interesses dos mercados que dominam o Estado. E impõem esta condição a toda a sociedade

Se pedro tivesse aprendido alguma coisa com o que alguém postou em cima poderia ver que o termo National Sozialistische, que em alemão dá origem a "nazismo", era utilizado como forma de se contrapor ao termo comunismo, ou socialismo internacional, no sentido utilizado pelo marxismo. O nazismo pode ser considerado uma forma extrema de fascismo, muitas vezes chamado de nazifascismo. Os vários tipos de fascismos se identificam como antissocialistas."

Estava ocupado o pedro com o equívoco dos seus grandes equívocos,E a bramar pelo "socialismo " escondido atrás do Estado que domina os mercados.

É indigência intelectual? É o que se queira. Mas as coisas infelizmente não acabam por aqui.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Era o estado nazi que estabelecia os preços e os salários. O mercado de trabalho era controlado ao ponto de não se poder contratar ou despedir sem autorização do estado. Por outro lado o nazismo não destruiu o modesto estado social ensaiado por Weimar, antes o reforçou. Por isso sem dúvda que era socialsmo."

Um "socialismo" muito especial. Que rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Os mercados alemães. Em função do patronato alemão


Sem "duvda", sem "duvda" mas aqui não há equívocos nenhuns. Há apenas um registo de um tipo que é ignorante de forma idiota ou que é uma coisa pior.

Vamos ver esse tal "estado social modesto" e a quem servia esse mesmo estado social, mais a "colectividade" a controlar os mercados

Anónimo disse...

Recorramos aos factos do mundo do trabalho sob as botas dos nazis e as relações destes com o patronato

Fragmentos de um documento recuperado dos arquivos do Nizkor. Fonte: Conspiração
nazi e Agressão, Volume I, Capítulo VII, do Gabinete do Procurador-Chefe dos
Estados Unidos para o Ministério da Criminalidade do Eixo, Estados Unidos
Government Printing Office, Washington, 1946.

1. A batalha contra a classe trabalhadora
Quando Hitler chegou ao poder, havia na Alemanha três grupos de sindicatos. A Confederação Sindical Alemã(ADGB) com 28 sindicatos filiados, e a Confederação de funcionários Independente (AFA) com sindicatos de 13 federações.Juntos somavam mais de 4,5 milhões de membros. O sindicato cristão tinha mais de 1.250.000 membros.
... As pessoas que trabalham da Alemanha não tinham esquecido em 1933 quão pesado pode ser o jugo do senhor da guerra. Operários juntaram-se a marinheiros e soldados na revolta de 1918 no fim da Primeira Guerra Mundial. Os nazis não tinham nem perdoado nem esquecido. O programa nazi exigia que esta parte da população alemã não deveria ter qualquer poder como também devia ser o alvo de sacrifícios como parte da preparação para a guerra nazi. O Trabalho devia ser intimidado, e isso significava que as suas organizações e meios de coesão e defesa deveriam ser destruídos

Uma ordem (nem sequer em nome do Governo mas do Partido Nazi) foi emitida pelo
conspirador Robert Ley como "Chefe de Gabinete da organização política do NSDAP,"
aplicável à Confederação Sindical e à confederação dos Trabalhadores independentes.
Exigia a apreensão de suas propriedades e a prisão de seus principais líderes. A ordem do partido era dirigida às SA e às SS .
Estas ordens foram realizadas a 2 de Maio de 1933. Todos os fundos dos sindicatos,
incluindo fundos de pensões e benefícios foram apreendidos. Os líderes sindicais foram enviados para campos de concentração. Poucos dias depois, em 10 de Maio de 1933, Hitler nomeou Ley líder da Frente de Trabalho Alemã (DEUTSCHE ARBEITSFRONT), que sucedeu às anteriores confederações sindicais confiscadas. A Frente de Trabalho Alemã, um bureau de trabalho nazi foi instituída por Ley para ensinar a filosofia nazi para os trabalhadores alemães e para eliminar todos os que estavam anteriormente nas estruturas sindicais "As tropas de fábrica" foram organizadas como um "esquadrão de choque ideológico dentro da fábrica" (1817-PS). A ordem do partido impunha que"fora da Frente de Trabalho Alemã,nenhuma outra organização (seja dos trabalhadores ou dos empregados) poderia existir." Em 24 de Junho de 1933, os restantes Sindicatos Cristãos foram apreendidos dando cumprimento a uma ordem do Partido Nazi assinado como Lei.

Anónimo disse...

Em 19 de Maio de 1933, desta vez por decreto governamental, foi previsto que
"curadores" de trabalho, nomeados por Hitler, deviam regular as condições de todos os
contratos de trabalho, substituindo o primeiro processo de negociação coletiva (405 -
PS). Em 20 de Janeiro de 1934 um decreto "regulador do trabalho nacional"
introduziu o princípio do Fuhrer para as relações industriais. Os proprietários das
empresas devem ser os "fuhrers" e os trabalhadores devem ser os seguidores.
Os empreendedores-fuhrers devem "tomar as decisões sobre funcionários e trabalhadores em todas as questões relativas à empresa" (1861 - PS). Foi também por essa isca que os industriais alemães foram induzidos a apoiar a causa nazi[Página 131]
Não só os nazis dominavam a legislação laboral como também forçaram os jovens ao trabalho. Sob um decreto compulsório em 26 de Junho de 1935, jovens, homens e mulheres entre as idades de 18 e 25 anos foram recrutados para o trabalho (ver 1654-PS). Assim era o mundo do trabalho para o alemão. Nas palavras de Ley, esta realização consistia "na eliminação de associações de sindicatos e associações dos funcionários, e em seu lugar a concepção" de soldados de trabalho. " A mão de obra produtiva da nação alemã estava sob controle nazi. Com estes passos os réus venceram a batalha para liquidar os sindicatos como oposição potencial e foram capazes de impor à classe trabalhadora os encargos de preparação para a guerra de agressão

"Robert Ley, o marechal de campo da batalha contra o trabalho, respondeu às nossas
acusações com o suicídio. Aparentemente, ele não encontrou uma resposta melhor", concluía o documento

Há mais

Anónimo disse...

"Na Alemanha nazi foram extintos os sindicatos, contratos colectivos e o direito de greve. Os sindicatos foram substituídos pela Deutsche Arbeiterfront ou Frente Alemã do Trabalho, chefiada por Robert Ley, que admitia assalariados e empregados e também patrões e membros de profissões liberais, tornando-se a maior organização partidária da Alemanha com 25 milhões de membros, possuindo uma excessiva burocracia, por consequência em torno de 20% a 25% de sua renda era gasta com sua administração. A renda anual das contribuições obrigatórias dos operários para Frente do Trabalho chegou a US$ 160 milhões em 1937 e US$ 200 milhões em 1939. Na realidade a Frente do Trabalho não defendia realmente os operários, seu objectivo, conforme a lei, não era proteger o operário, mas "criar uma verdadeira e produtiva comunidade social. (…) Sua missão consistia em verificar se todo indivíduo seria capaz de (…) realizar o máximo de trabalho possível". A Frente do Trabalho não era uma organização independente, mas subordinada ao partido nazi, que conforme a lei de 24 de Outubro de 1933 deveria ser formada por funcionários do partido, da SA., SS., ou outros órgãos nazis.
A Lei Reguladora do Trabalho de 20 de Janeiro de 1934, chamada de Carta do Trabalho, cedeu vastos poderes ao patrão, convertendo-o no "líder da empresa" e os empregados nos "subordinados" ou Gefolgschaft. O parágrafo 2º dizia que "o líder da empresa tomava as decisões pelos empregados e trabalhadores, em todas as questões relacionadas com a empresa", também estabelecia que o líder da empresa fosse "responsável pela situação dos operários e funcionários", estipulando também que "os funcionários e trabalhadores devem-lhe [ao líder da empresa] fidelidade".

Anónimo disse...

Os salários dos operários eram fixados pelas juntas de trabalho, nomeadas pela Frente do Trabalho, que geralmente adoptavam os valores de acordo com os desejos do patrão, sendo que os operários não eram consultados, embora depois de 1936, nas empresas de armamentos os patrões desejassem aumentar o salário a fim de atrair pessoal, mas os salários foram mantidos baixos por ordem do Estado. Hitler era a favor da conservação dos salários baixos, tendo declarado no início do regime nazi "não permitir nenhum aumento do valor do salário-hora, mas elevar o rendimento somente por um aumento da actividade". ( agora chamariam "produtividade"). Os salários da Alemanha, levando em conta o custo de vida e os serviços sociais sempre foram baixos se comparados aos dos Estados Unidos na época. No governo nazi eles baixaram ligeiramente mais. De acordo com o Departamento de Estatística do Reich os salários dos trabalhadores especializados diminuíram de 20,4 centavos por hora em 1932 — no período da Grande Depressão — para 19,5 centavos em 1936. O salário para o trabalho não-especializado caiu de 16,1 centavos para 13 por hora. O dr. Ley afirmou no congresso do partido em Nuremberg em 1936, que a média dos ordenados dos operários de tempo integral na Frente do Trabalho era de US$ 6,95 por semana. Os operários também pagavam pesados impostos de renda, contribuições obrigatórias para enfermidade, desemprego e seguro contra incapacidade, e das quotas da Frente do Trabalho, o operário também era pressionado para fazer contribuições para diversas obras de beneficência, como o Asilo de Inverno. Operários foram demitidos por deixarem de contribuírem ou doarem muito pouco.
A participação dos operários alemães na renda nacional caiu de 56,9% em 1932 para 53,6% em 1938. Simultaneamente a participação do capital e das empresas na renda nacional elevou-se de 17,4% para 26,6%. Porém, devido ao aumento do emprego, a renda total dos ordenados e salários passou de 25 bilhões de marcos a 42 bilhões, um crescimento de 66%; todavia a renda do capital e das empresas cresceu 146%.
Da mesma forma que ocorria com o agricultor, surgiram leis, começando pela de 15 de maio de 1934, que restringia severamente o operário industrial para se transferir para outro emprego. Em 1935 foi instituída a carteira de trabalho, sendo que nenhum operário poderia ser contratado sem possuí-la, a carteira informava ao patrão todos os dados simples e empregos anteriores do operário e também, se o operário quisesse mudar de emprego, o patrão poderia reter sua carteira, impedindo-o de empregar-se legalmente em outro local. Finalmente em 22 de junho de 1938, um decreto promulgado pelo Ministério do Plano de Quatro Anos instituiu o "recrutamento do trabalho", que obrigava ao operário trabalhar onde o Estado designasse. Nestes casos, ao contrário do que ocorria com os agricultores, a lei era severamente cumprida."

É isto o "estado social modesto"

Anónimo disse...

pedro diz:
"Acho que o equivoco é não perceber que socialsmos há muitos. Desde o democrático ao estalinista, passando pelo nazi".

Acha o pedro mas acha mal. Não é só o que acha. É como acha e porque acha. Em cada esquina há um tipo como o pedro a achar coisas assim. Depois do 25 de Abril todos se diziam socialistas e o PPD queria uma sociedade em transição para o socialismo.

pedro também queria um socialismo assim fofinho

Anónimo disse...

Diz pedro:

"No caso, a existência de um socialismo que nem é de esquerda".

Pois. Um "socialismo" em que a colectividade por meio do estado serve os mercados. E os patrões,

Um "socialismo" à medida dos tipos assim como o pedro

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Porque, enquanto na esquerda o socialismo é o que a define"

Pedro não sabe o que é o socialismo. Não sabe o que é a esquerda. Pedro é um ignorante ou coisa bem pior.

Ele que vá estudar porque esta ignorância cheira a qualquer coisa de acintoso para a inteligência dos demais

"No espectro político, a esquerda se caracteriza pela defesa de uma maior igualdade social. Normalmente, envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados em desvantagem em relação aos outros e uma suposição de que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas.

Os termos "direita" e "esquerda" foram criados durante a Revolução Francesa (1789–1799), e referiam-se ao lugar onde políticos se sentavam no parlamento francês, os que estavam sentados à direita da cadeira do presidente parlamentar foram amplamente favoráveis ao Ancien Régime.

O uso do termo "esquerda" tornou-se mais proeminente após a restauração da monarquia francesa em 1815 e foi aplicado aos "Independentes". Mais tarde, o termo foi aplicado a uma série de movimentos sociais, especialmente o republicanismo, o socialismo, o comunismo e o anarquismo. Atualmente, o termo "esquerda" tem sido usado para descrever uma vasta gama de movimentos,incluindo o movimentos pelos direitos civis, movimentos antiguerra e movimentos ambientalistas".

Vem na wikipedia. Não vem num manual "socialista"

Anónimo disse...

Pedro pode ser um anti-comunista primário a debitar a sua ideologia. Pode ser um activista anti-socialista a pregar os seus grandes equívocos. Pode até aparecer aqui, a dar as mãos a um tipo de nickname jose, para falar sobre tudo menos sobre aquilo que se debate que é mesmo a Noite de Cristal. Pode assim manifestar o que o move e porque se move,mais interessado em propagar a sua ideologia tenebrosa, do que em recusar o avanço do nazi-fascismo. Pode até, de forma suspeita proclamar que "há aqui um grande equívoco"

Não pode é mentir desta forma nem atirar pela boca fora as javardices que diz, como se estas idiotices constituíssem factos ou princípios ideológicos

Ele que vá defender, desta forma aflautada, os pulhas nazis mais a preservação do estado social modesto da república de weimar para os ninhos onde proliferam tais "coisas".

Pedro disse...

Puxa, a prima dona estalinista ficou mesmo ofendidinha por lhe tocarem na sua religião politica.

Nunca vi tanta arrogância e ignorância juntas.

Os trabalhadores não tinham poder reivindicativo no nazismo ?

No estalinismo ou com o Pol Pot também não tinham nenhum e era socialismo na mesma.

Você arma-se em intelectual e não acerta uma.

Um regime socialista anti-estado ?

Isso existiu onde meu ignorante ?

E mesmo que tivesse existido, o que obstaria a que a o socialismo do tipo do de leste leste tenha-se sistematicamente materializado em ditaduras estatais tão totalitárias como o nazismo ?

Tire as pálas e vá estudar que fica ridículo a debitar essas cassetes de propaganda do século passado.

Os operários eram obrigados a contribuir para o socorro de inverno ?

Os patrões eram muito mais meu ignorante. E o socorro d inverno destinava-se a auxiliar os mais necessitados.

E sim, o trabalhador não podia abandonar o emprego sem autorização do estado, mas o patrão também não o podia despedir sem a mesma autorização.



E quer pogroms tipo noite de cristal ?

Também os houve na Europa comunista. Quando Estaline morreu estava a iniciar uma perseguição em regra contra os judeus em todo o império soviético.

Vocês são iguais ao Hitler e depois fazem-se muito ofendidinhos.

Pedro disse...

E os impostos que o "operários" (toda a gente) pagava no III Recih, também serviam para isto;



National Socialist People's Welfare
From Wikipedia, the free encyclopedia
"ith 17 million Germans receiving assistance under the auspices of NSV by 1939, the agency "projected a powerful image of caring and support".[4] The Nazis provided a plethora of social welfare programs under the Nazi concept of Volksgemeinschaft, which promoted the collectivity of a people's community where citizens would sacrifice themselves for the greater good. The NSV operated 8,000 day-nurseries by 1939 and funded holiday homes for mothers, distributed additional food for large families and was involved with a wide variety of other facilities.[5]

The Nazi social welfare provisions included old age insurance, rent supplements, unemployment and disability benefits, old-age homes and interest-free loans for married couples, along with healthcare insurance, which was not decreed mandatory until 1941.[6] One of the NSV branches, the Office of Institutional and Special Welfare, was responsible "for travellers' aid at railway stations; relief for ex-convicts; 'support' for re-migrants from abroad; assistance for the physically disabled, hard-of-hearing, deaf, mute, and blind; relief for the elderly, homeless and alcoholics; and the fight against illicit drugs and epidemics".[7] The Office of Youth Relief, which had 30,000 branch offices by 1941, took the job of supervising "social workers, corrective training, mediation assistance" and dealing with judicial authorities to prevent juvenile delinquency.[8]

One of the NSV's premier activities was the Winter Relief of the German People, which coordinated an annual drive to collect charity for the poor under the slogan: "None shall starve or freeze". These social welfare programs represented a Hitlerian endeavor to lift the community above the individual while promoting the wellbeing of all bona fide citizens. As Hitler told a reporter in 1934, he was determined to give Germans "the highest possible standard of living".[9]

During World War II, the NSV took over more and more governmental responsibilities, especially in the fields of child and youth labor. The expenses for the Nazi’s welfare state continued to mount, increasing significantly just before and after the beginning of World War II. In three budgetary years, the funds required by Germany's social welfare programs had more than doubled from 640.4 million Reichmarks in 1938 to 1,395.3 million Reichmarks by 1941.[10]"

Sim, isto era estado social ao nível mais elevado dos padrões da época.

E a ala esquerda do nazismo pretendia muito mais, nomeadamente a nacionalização dos sectores estratégicos da economia.

Tu não tens o monopólio do uso da palavra socialismo, o teu socialismo é um entre vários.

Mete as peneiras onde quiseres que não passas de um ignorante seguidor de uma ideologia tão violenta e obscurantista como o nazismo.

Pedro disse...


Night of the Murdered Poets
From Wikipedia, the free encyclopaedia

the Night of the Murdered Poets (Russian: Дело Еврейского антифашистского комитета, Delo Yevreyskogo antifashistskogo komiteta "Jewish Anti-Fascist Committee affair"; Yiddish: הרוגי מלכות פונעם ראטנפארבאנד‎ Harugey malkus funem Ratnfarband, "Soviet Union Martyrs") was the execution of thirteen Soviet Jews in the Lubyanka Prison in Moscow, Soviet Union on August 12, 1952.[1] The arrests were first made in September 1948 and June 1949. All defendants were accused of espionage and treason as well as many other crimes. After their arrests, they were tortured, beaten, and isolated for three years before being formally charged. There were five Yiddish writers among these defendants, all of whom were part of the Jewish Anti-Fascist Committee.


A notable campaign to quietly remove Jews from positions of authority within the state security services was carried out in 1952–1953. The Russian historians Zhores and Roy Medvedev wrote that according to MVD General Sudoplatov, "simultaneously all Jews were removed from the leadership of the security services, even those in very senior positions. In February the anti-Jewish expulsions were extended to regional branches of the MGB. A secret directive was distributed to all regional directorates of the MGB on 22 February, ordering that all Jewish employees of the MGB be dismissed immediately, regardless of rank, age or service record. . . .[40]".


The trial was orchestrated (and the subsequent terror staged in Czechoslovakia) on the order of Moscow leadership by Soviet advisors, who were invited by Rudolf Slánský and Klement Gottwald, with the help of the Czechoslovak State Security personnel following the László Rajk trial in Budapest in September 1949.[4]

Prague trials
Wikipedia
Those put on trial confessed to all crimes (under duress or after torture) and were sentenced to punishment. Slánský attempted suicide while in prison. The people of Czechoslovakia signed petitions asking for death for the alleged traitors.[3] Apropos of the conspiracy theories of the Protocols of the Elders of Zion, prosecutors claimed that a "Zionist-Imperialist" summit had taken place in Washington DC in April 1947 with President Truman, undersecretary of state Dean Acheson, former treasury secretary Henry Morgenthau Jr, David Ben-Gurion and Moshe Sharret in attendance. The conspiracy charged that defendants were acting in accordance with a so called "Morgenthau Plan" to commit espionage and sabotage against Czechoslovakia for the US in exchange for American support for Israel. Ironically most of the defendants were known to be ardent anti-Zionists.[5]


Qualquer semelhança deve ser pura coincidência...

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Puxa, a prima dona estalinista ficou mesmo ofendidinha por lhe tocarem na sua religião politica."

Prima só a do pedro.

Está bem assim para começo da conversa a um fedelho provocador?


Quanto ao que eu disse, nem uma palavra sobre estaline. Nem uma palavra sobre opções políticas pessoais. Ou religiosas.

Apenas o desnudar de idiotices dum ignorante que nem sabe o que diz e o que diz manifesta uma cumplicidade "conivente" com o nazismo. E a Noite de Cristal, que nem sequer é referida nas idiotices bacocas do pedro

E isso não passa.

Pedro disse...

Quanto a essa teoria de quem não está com os comunas é porque está com a extrema direita do José é mais uma prova da sua incapacidade mental.

O mundo é mais complicado do que as vossas cartilhas extremistas.

Não canse a cabecinha que não vai conseguir perceber o que acabei de escrever.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Os trabalhadores não tinham poder reivindicativo no nazismo ?"

Trafulha pedro.

Ninguém disse tal coisa. Podia ter-se dito. Mas a conversa não foi para aí.

Porque aldraba pedro? Porque não pode fazer outra coisa. Sob o ponto de vista das suas condições ideológicas. Sob o ponto de vista da sua ignorância. E porque a honestidade não é manifestamente o seu forte

Anónimo disse...

Diz pedro;
"No estalinismo ou com o Pol Pot também não tinham nenhum e era socialismo na mesma"

Mais uma vez a fuga, agora para os braços dos estalinistas e de pol pot. Por acaso este último era aliado dos americanos e foi o Vietnam que deu cabo de tal regime. Parece que sob o comando do partido comunista daquele país que derrotou tanto os EUA como Pol pot. Mas isso é História e percebemos que pedro queira afastar a frontal denúncia sobre os nazis.

As simpatias do pedro são manifestas. Mas nem uma mão lava a outra, nem o pedro pode dizer as borregadas como o faz. Sem ser confrontado com tal facto

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Você arma-se em intelectual e não acerta uma."

Pois, é isso mesmo. Os intelectuais e os outros. Os nazis e a extrema-direita têm habitualmente também este tipo de cantilena

Mas francamente aturar frustrados ressabiados e com complexos de inferioridade não é o meu hobbie. Vá bater à porta da organização nazi Nationalsozialistische Volkswohlfahr

Pedro disse...

Eu a dar as mãos ao José ?

Para mim a extrema direita vale o mesmo que a extrema esquerda.

E por falar em esquerda e direita, o que lhe estou a tentar explicar o mais devagarinho possível, é que existem realidades politicas que não se encaixam no vosso simplismo esquerda-direita.

O nazismo é claramente uma delas, visto que claramente incorpora elementos ideológicos tanto de esquerda como de direita.

Não canse a cabecinha, que, como não encaixa na religião marxista, está fora do seu alcance mental.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Um regime socialista anti-estado ?Isso existiu onde meu ignorante ?"

Ignorante é o filho da maezinha do pedrinho que deu à luz tal coisa


Vamos recapitular para ver se é desta?

Dizia pedro:
"Socialismo pode ser apenas o controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado"

Resposta perante a calinada:

Nem socialismo é isto. Nem o Estado é o que define o socialismo, embora o Estado seja uma peça fundamental na organização societária. Menos para o socialismo libertário. Socialista e anti-estado.

Falamos em filosofias políticas, em ideologias. Não falamos em "regime"

Percebida a diferença? Vá lá, vamos recapitular.

Socialismo libertário é uma filosofia política que rejeita o controlo do estado.
Regime é uma forma de governo,um sistema político que orienta os destinos de um país.

Percebido ou vamos recapitular?

Não se sabe se isto é apenas ignorância, se é má fé ou se é sobretudo aquilo que parece ser. Não quer que escreva com todas as letras, pois não?



Anónimo disse...

Diz pedro:

"E mesmo que tivesse existido, o que obstaria a que a o socialismo do tipo do de leste leste tenha-se sistematicamente materializado em ditaduras estatais tão totalitárias como o nazismo ?"

"Obstaria"? Mas que idiotice é esta? A que propósito este obstaria aqui metido a martelo?
A existência dum estado é obstaculizada pelo que se discute? Perdão, pela ignorância gritante sobre o assunto em causa?

A cumplicidade com o nazismo já soa tão alto que tem que apontar para o lado a dizer que os outros meninos também são maus, para que assim se possa abençoar os meninos do pedrinho?



Anónimo disse...

Diz pedro:

"Tire as pálas e vá estudar que fica ridículo a debitar essas cassetes de propaganda do século passado."

Palas devem ter os militantes de organizações nazis. Outros que tais. E tais dos outros.

Já percebemos que o pedro manifesta esta solidariedade com os nazis e que procura sistematicamente exemplos de como outros foram tão maus como os nazis.Esta espécie de desculpabilização não passa.

Quando for preciso discutir-se-ão os ódios do pedrinho.

Mas deixar passar esses vagidos tenebrosos quando se relembra um facto histórico de puro horror que constituiu um marco do nazismo?

É que nem pensar.

Pelo que o ridículo é devolvido ao pedrinho, embrulhado na cassete de pedrinho. Mais as recomendações idiotas do pedrinho que dizem tanto do pedrinho

(Tanto que desconfio que nem ele se apercebe o quanto dizem)

Mas francamente. Usar como argumento as "palas" e a "cassete" e o "século passado" é sinal de pura indigência. Sinal do pedrinho?

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Os operários eram obrigados a contribuir para o socorro de inverno ?"

Mais idiotices?

Mais idiotices para tentar negar as contribuições obrigatórias que os operários eram obrigados a pagar pelos nazis. Uma espécie de procura de tábua de salvação utilizada por impotentes ( argumentativos, claro) e por objectivos simpatizantes do "estado social" nazi?


Vamos repetir?

Bora lá, com um pedido de desculpas pelo facto:

"Os operários também pagavam pesados impostos de renda, contribuições obrigatórias para enfermidade, desemprego e seguro contra incapacidade, e das quotas da Frente do Trabalho, o operário também era pressionado para fazer contribuições para diversas obras de beneficência, como o Asilo de Inverno. Operários foram demitidos por deixarem de contribuírem ou doarem muito pouco"

Assuma-se pedrinho, assuma-se

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Os patrões eram muito mais meu ignorante. E""

-Um curso de português ajudaria o pobre coitado, já que não se percebe o que ele quer com os patrões, embora pareça, repito pareça, que é aquele registo de lambe-botas típico dum certo lumpemproletariado

-O "meu ignorante", sobretudo aquele "meu", parece tratar-se duma manifestação de posse patética dum que anda à pesca. Mas isto aqui não é lugar para as tendências piscatórias da vida pessoal de pedro, pelo que,com um pedido de desculpas, deixemos as questões afectivas do pedro só com o mesmo pedro. Ninguém aqui está interessado nisso, muito menos quem escreve estas linhas

-O "socorro d inverno destinava-se a auxiliar os mais necessitados" parece tratar-se duma manifestação carinhosa e ternurenta do pedrinho pelos programas nazis de "caridade". Sei o que digo e já lá vamos

Anónimo disse...

Diz pedro:

"E sim, o trabalhador não podia abandonar o emprego sem autorização do estado, mas o patrão também não o podia despedir sem a mesma autorização"

Pois pedro, isso mesmo. Até se adivinha a lagrimazita ao canto do olho do pedro por tanta ternura pelo trabalhador conferida pelo estado nazi.

Vamos repetir?

"Na Alemanha nazi foram extintos os sindicatos, contratos colectivos e o direito de greve. ... A renda anual das contribuições obrigatórias dos operários para Frente do Trabalho chegou a US$ 160 milhões em 1937 e US$ 200 milhões em 1939. Na realidade a Frente do Trabalho não defendia realmente os operários, seu objectivo, conforme a lei, não era proteger o operário, mas "criar uma verdadeira e produtiva comunidade social. (…) Sua missão consistia em verificar se todo indivíduo seria capaz de (…) realizar o máximo de trabalho possível". A Frente do Trabalho não era uma organização independente, mas subordinada ao partido nazi, que conforme a lei de 24 de Outubro de 1933 deveria ser formada por funcionários do partido, da SA., SS., ou outros órgãos nazis.
A Lei Reguladora do Trabalho de 20 de Janeiro de 1934, chamada de Carta do Trabalho, cedeu vastos poderes ao patrão, convertendo-o no "líder da empresa" e os empregados nos "subordinados" ou Gefolgschaft. O parágrafo 2º dizia que "o líder da empresa tomava as decisões pelos empregados e trabalhadores, em todas as questões relacionadas com a empresa", também estabelecia que o líder da empresa fosse "responsável pela situação dos operários e funcionários", estipulando também que "os funcionários e trabalhadores devem-lhe [ao líder da empresa] fidelidade".

( estamos a ver o papel de quem defende este tipo de organização laboral? Estamos a ver a defesa da"fidelidade" de lambe-botas abjecto? Já percebemos o que o pedrinho anda por cá a fazer?)

Anónimo disse...

Os salários dos operários eram fixados pelas juntas de trabalho, nomeadas pela Frente do Trabalho, que geralmente adoptavam os valores de acordo com os desejos do patrão, sendo que os operários não eram consultados, embora depois de 1936, nas empresas de armamentos os patrões desejassem aumentar o salário a fim de atrair pessoal, mas os salários foram mantidos baixos por ordem do Estado. Hitler era a favor da conservação dos salários baixos, tendo declarado no início do regime nazi "não permitir nenhum aumento do valor do salário-hora, mas elevar o rendimento somente por um aumento da actividade". ( agora chamariam "produtividade"). Os salários da Alemanha, levando em conta o custo de vida e os serviços sociais sempre foram baixos se comparados aos dos Estados Unidos na época. No governo nazi eles baixaram ligeiramente mais. De acordo com o Departamento de Estatística do Reich os salários dos trabalhadores especializados diminuíram de 20,4 centavos por hora em 1932 — no período da Grande Depressão — para 19,5 centavos em 1936. O salário para o trabalho não-especializado caiu de 16,1 centavos para 13 por hora. O dr. Ley afirmou no congresso do partido em Nuremberg em 1936, que a média dos ordenados dos operários de tempo integral na Frente do Trabalho era de US$ 6,95 por semana. Os operários também pagavam pesados impostos de renda, contribuições obrigatórias para enfermidade, desemprego e seguro contra incapacidade, e das quotas da Frente do Trabalho, o operário também era pressionado para fazer contribuições para diversas obras de beneficência, como o Asilo de Inverno. Operários foram demitidos por deixarem de contribuírem ou doarem muito pouco.
A participação dos operários alemães na renda nacional caiu de 56,9% em 1932 para 53,6% em 1938. Simultaneamente a participação do capital e das empresas na renda nacional elevou-se de 17,4% para 26,6%. Porém, devido ao aumento do emprego, a renda total dos ordenados e salários passou de 25 bilhões de marcos a 42 bilhões, um crescimento de 66%; todavia a renda do capital e das empresas cresceu 146%.
Da mesma forma que ocorria com o agricultor, surgiram leis, começando pela de 15 de maio de 1934, que restringia severamente o operário industrial para se transferir para outro emprego. Em 1935 foi instituída a carteira de trabalho, sendo que nenhum operário poderia ser contratado sem possuí-la, a carteira informava ao patrão todos os dados simples e empregos anteriores do operário e também, se o operário quisesse mudar de emprego, o patrão poderia reter sua carteira, impedindo-o de empregar-se legalmente em outro local."

Anónimo disse...

Há mais?

Claro que há mais, sobre este papel protector do trabalhador por parte dos nazis e que comove o pedrinho

Uma das principais bases da recuperação alemã foi o rearmamento, para o qual a ditadura nazi dirigiu sua força económica, a indústria e o trabalho a partir de 1934. Sendo conhecido como Wehrwirtschaft (economia de defesa), que devia funcionar em tempos de paz e guerra e no período que antecede a guerra.

Um plano de quatro anos foi criado em 1936 para conquistar a auto-suficiência em caso de guerra, a força aérea (Luftwaffe), proibida desde 1919, foi reconstituída, teve igualmente início a reconstrução da Kriegsmarine (Marinha) alemã. Hitler reintroduziu o serviço militar obrigatório em 1935, após a devolução da bacia do Sarre (rio na França e Alemanha, sob administração da Liga das Nações desde o final da Primeira Guerra Mundial).

Fritz Sauckel era o responsável pelo fornecimento de mão-de-obra estrangeira para a indústria alemã, principalmente a indústria de armamentos, o número de trabalhadores era definido por Hitler e Albert Speer, Ministro do Armamento. A operação de escravização recrutou 5 milhões de pessoas de outros países, das quais somente 200.000 foram de vontade própria. Foi a maior operação de trabalho escravo da história.

Mas o respeito pelo trabalhador na alemanha nazi não se ficava pela industria do armamento:

Por exemplo, entre muitos exemplos: Volkswagen, BMW e Mercedes usaram trabalhadores forçados de campos de concentração durante o regime nazi na Alemanha. Hugo Boss confeccionou uniformes para o exército alemão antes e durante a Segunda Guerra Mundial.O Deutsche Bank confiscou bens de judeus no mesmo período e vendeu ouro de vítimas do Holocausto

A Volkswagen passou a basear grande parte de sua mão de obra no trabalho forçado, entre prisioneiros de guerra, civis estrangeiros e pessoas que estavam presas em campos de concentração. Em 1944, 11.334 das 17.365 pessoas que trabalhavam na fábrica eram trabalhadores forçados de diferentes nacionalidades, entre civis e prisioneiros de guerra.
A companhia num comunicado de 1986 admitia que a fábrica da Volkswagen também empregou trabalhadores forçados que trabalharam sob condições terríveis"

Inicialmente, a Daimler-Benz recrutou mulheres para a tarefa. Mas depois"apelou" para o uso de prisioneiros de guerra e vítimas de campos de concentração. "Trabalhadores da Europa Oriental e prisioneiros de guerra eram alojados em barracões com condições precárias, como de prisões. Presos de campos de concentração eram monitorados pela SS sob condições desumanas. Eles eram 'emprestados' para as empresas em troca de dinheiro", afirma a companhia. Em 1944, 63.610 pessoas trabalhavam para a Daimler-Benz, sendo que quase metade era formada por trabalhadores forçados.

Em 1932, as empresas alemãs Audi, DKW, Horch e Wanderer se uniram, formando a Auto Union, a segunda maior produtora de automóveis do país, segundo informações da própria empresa. As marcas, porém, foram mantidas, cada uma produzindo veículos para um segmento diferente.Richard Bruhn, então presidente do Conselho de Administração da Auto Union, foi o responsável directo pelo uso de trabalho forçado naquele período.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"E quer pogroms tipo noite de cristal ?Também os houve na Europa comunista. Quando Estaline morreu estava a iniciar uma perseguição em regra contra os judeus em todo o império soviético"

O pedrinho bem rabia na sua condição de silenciador oficioso dos crimes nazis. Não gosta que se lhe desmanchem os amores. E vai de empurrar para outro lado, como se pretendesse lavar um crime com a justificação de outro crime.

Não passa. Por mais que ele não queira, continuaremos a desmontar o horror nazi e o significado histórico da Noite de Cristal. Estes exercícios de contorcionista a ver se passa não servem.

Mesmo que o pedrinho seja apenas um provocador. Ao serviço desse mesmo horror

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Vocês são iguais ao Hitler e depois fazem-se muito ofendidinhos"

Há aqui três formas de decompor este vómito expelido pelo pedrinho.

- Com um pedido de desculpas ao autor do post, uma delas seria simplesmente mandar o pedrinho à merda, já que a mãe não tem culpa nenhuma do que o pedrinho é

- Outra seria considerar que o pedrinho filosofa. Olha para um espelho. ele e quem o acompanha, e reflecte em voz alta, olhando para a imagem do par no dito espelho:
"vocês são iguais a hitler". E naquele seu trejeito conhecido, continuar: " e depois fazem-se muito ofendidinhos"

- Uma última forma de desmontar a pulhice seria dar uma sonora gargalhada e serenamente considerar que até aqui quem tem sistematicamente defendido os nazis e hitler, num processo abjecto e canalha de justificação cúmplice, tem sido precisamente o mesmo pedrinho.

Posto este intermezzo, tentemos elevar um pouco o debate

Anónimo disse...

Diz pedro:

"E os impostos que o "operários" (toda a gente) pagava no III Recih, também serviam para isto"

E temos a seguir o mais penoso exercício de propaganda de uma organização nazi. Como o pedrinho gosta.

(Parece que o pedrinho não gosta de lhe terem apontado que os operários pagavam pesados impostos. Era "toda a gente". Que enternecedora precisão. Como cá. Todos pagamos impostos. Ah. essa ternura disfarçada pelo nazismo)

Vamos lá completar o quadro idílico de quem vem para aqui defender porcos.

Do mesmo sítio onde o pedrinho respiga aqueles comentários laudatórios da caridadezinha. Traduzido via google:

"O Bem-Estar do Povo Nacional-Socialista (em alemão : Nationalsozialistische Volkswohlfahrt , NSV) foi uma organização de assistência social durante o Terceiro Reich . O NSV foi criado em 1933, pouco depois do Partido Nazi tomar o poder na Alemanha de Weimar . Seu assento estava em Berlim . A estrutura do NSV foi baseada no modelo do Partido Nazista, com administrações locais, do condado ( Kreis ) e do grupo.

Erich Hilgenfeldt , que trabalhou como chefe de gabinete da NSV, organizou uma campanha de caridade para celebrar o aniversário de Adolf Hitler em 20 de abril de 1931. Após este acontecimento, Joseph Goebbels nomeou-o líder do NSV. O NSV se estabeleceu como o único órgão de bem-estar do Partido Nazi em maio de 1933. Em 21 de setembro do mesmo ano, Hilgenfeldt foi nomeado comissário do Reich para o Winterhilfswerk.(Programa de Suporte ao Inverno). Sob Hilgenfeldt, o programa foi massivamente expandido para que o regime considerasse digno de ser chamado de "a maior instituição social do mundo". Um método de expansão era absorver, ou na linguagem nazi coordenar, organizações de caridade já existentes. Em 1933, Hitler decretou a proibição de todas as organizações privadas de caridade na Alemanha, ordenando à presidente da NSV Hilgenfeldt "que visse o desmantelamento de todas as instituições de previdência privada", e forneceu aos nazis os meios para se engajar na engenharia social da sociedade. Pretendia-se saber quem poderia receber benefícios do governo"

Temos assim o pedrinho a fazer propaganda a uma estrutura de propaganda nazi. Cujo objectivo ( e já lá vamos) era fornecer apoio social aos que os nazis consideravam ser de raça superior. Ou seja, a defender a sua base nazi de suporte. Excluindo os demais.

(Cá tivemos modestamente a legião portuguesa. Também uma organização de suporte do estado social...para os fascistas, claro)

O "estado social modesto" agora é convertido em " padrões mais elevados para a época".

O "controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado" é agora substituído pelo elogio ao controlo de uma raça tida como superior sobre todo a Nação

Pdrinho bate palmas e diz estes horrores: "Sim, isto era estado social ao nível mais elevado dos padrões da época"

Que nomes chamar a este ávido colaborador entusiasta da barbárie nazi?

Anónimo disse...

"Esqueceu-se" o pedrinho de continuar a sua transcrição:

"Num esforço de engenharia social, o NSV recusou-se a fornecer ajuda aos judeus, uma vez que eles não pertenciam à comunidade do povo alemão.

Após a derrota da Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial , o governo militar norte - americano emitiu uma lei especial que proibia o Partido Nazi e todos os seus ramos. Conhecida como Lei número cinco, este decreto de desnazificação dissolveu o NSV, bem como todas as organizações ligadas ao Partido Nazi"

Adivinha-se um comentário indignado do pedrinho sobre o caso. Com muitos coloridos e muita raiva.

Anónimo disse...

Um slogan importante nas creches NSV e lá escarrachado era "Hände falten, Köpfchen senken - immer adolf Hitler denken"

O que traduzido era mais ou menos isto:

""Dobre suas mãos, abaixe suas cabeças - pense sempre em Adolf Hitler"

Significativa a forma como a mais abjecta propaganda a hitler- o tal que pedrinho gosta de defender- é convertida pelo mesmo pedrinho em modelo do "estado social ao nível mais elevado dos padrões da época".

Um dos mais conhecidos programas do NSV foi o programa Mutter und Kind, que cuidava de mulheres grávidas. Simultaneamente,ou quase,era criado o programa Lebensborn que tirava as crianças das mães

O estado-social ao mais elevado nível


As origens remotas do NSV eram os Storm Troopers. Inicialmente as organizações embrionárias tentavam cuidar dos feridos ( nazis) em brigas de rua. Eles organizaram locais para que jovens indigentes com ferimentos fossem abrigados e alimentados . Jovens mulheres estéreis ajudaram a enfaixá-las.

Mais uma vez a ligação com o lumpemproletariado

O Partido NAZI tinha que cuidar da criação de fanáticos alemães, incluindo mulheres, crianças e idosos. A preocupação maior com a família era a política populacional. Hitler para combater nas suas guerras precisava de soldados, mas a taxa de natalidade havia diminuído na Alemanha. Como aumentar a taxa de natalidade era uma política central objectiva. A abordagem básica dos nazis foi melhorar o bem-estar apoiando a estabilidade da família. Também queriam redefinir o papel das mulheres alemãs, tornando suas metas primárias de vida como esposa, dona de casa e mãe. E no estado nazi era necessário assegurar que as mães alemãs tivessem crianças arianas saudáveis. Sua política racial tornou-se parte da política familiar. Não só os sindicatos não-arianos foram proibidos, mas a eugenia tornou-se importante para lidar com crianças deficientes que os nazis tendiam a rotular como doenças hereditárias. Assim, o Partido NAZI envolveu-se em medidas de casamento, divórcio, contracepção, aborto e bem-estar. Aqui, a Nationalsozialistische Volkswohlfahrt NSV desempenhou um papel importante no desenvolvimento da política social / familiar e no apoio às famílias antes e durante a guerra. Famílias-modelo foram publicitadas para permitir a classificação do NAZI ideal kinderreich (crianças ricas significando famílias grandes). Famílias indesejáveis ​​também foram identificadas e excluídas da comunidade nacional Volks.

O "estado social ao nível mais elevado dos padrões da época" segundo a paixão de pedro er afinal um ninho onde se cultivava a eugenia e se tentava dar origem a uma raça superior

Um vómito autêntico. Que pedro engole com todo o gosto

Anónimo disse...

Diz pedro:

"E a ala esquerda do nazismo pretendia muito mais, nomeadamente a nacionalização dos sectores estratégicos da economia".

Isso mesmo. Até pareciam os comunas lá do sítio


Esta borregada sem nome tem uma utilidade. Serve para continuarmos a denunciar as cumplicidades com o nazismo e o real significado das teses de coisas assim como o pedro. Afinal muitos não passam de simpatizantes nazis , a tentar arranjar espaço para justificarem os seus horrores e propagandearem a sua doutrina abjecta. Provavelmente dirão que não são nem de direita nem de esquerda, naquele velho registo original do nazismo

Anónimo disse...

Cinco especialistas alemães explicam as bases ideológicas da ditadura nazi, que era centrada no racismo, no antissemitismo e no nacionalismo e contrária ao comunismo e aos sindicatos. Basta uma rápida olhada nas origens do movimento nazi para descartar completamente a ideia de que o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) fosse de esquerda, afirma o historiador Jürgen Zarusky, do Instituto para História Contemporânea Munique-Berlim. "[O nazismo] era profundamente enraizado em tendências extremistas de direita que já existiam ao fim da Primeira Guerra Mundial", explica

E essa é uma posição há muito consolidada entre especialistas. "Nenhum historiador profissional classificaria a ditadura nazista como de esquerda. O Nacional-Socialismo e o conceito de volksgemeinschaft (comunidade nacional) eram antiliberais, racistas e nacionalistas", diz o historiador André Postert, do Instituto Hannah Arendt, de Dresden.

O nazismo também se opunha fortemente ao marxismo e ao bolchevismo por associá-los – assim como o capitalismo liberal – à "luta dos judeus pelo poder mundial". "Não tinha nada que ver com ideologias de esquerda", afirma Zarusky.

Logo, apesar de carregar o termo socialista em seu nome, o NSDAP estava bem distante do socialismo. "O rótulo 'socialista' e o tom aparentemente amigável ao trabalhador ajudaram Hitler a ganhar amplo apoio entre essa parcela da população", conta o pesquisador Paul-M. Rabe, do Centro de Documentação de Munique para a História do Nacional-Socialismo

O Deutsche Arbeiterpartei (Partido dos Trabalhadores Alemães), que antecedeu o NSDAP, foi criado em 1919 inspirado pela Sociedade Thule para solucionar um "problema": a classe trabalhadora pendia para a esquerda. "O começo do Nacional-Socialismo está numa sociedade secreta, claramente de direita e que tinha entre seus membros integrantes da aristocracia alemã", diz Zarusky

Adolf Hitler entrou no partido e logo se tornou sua figura principal, transformando-o no NSDAP. Sob o seu comando, o partido se opôs à teoria marxista da luta de classes e defendeu a formação de uma comunidade nacional alemã que integrasse os trabalhadores. "Na visão fascista, marxistas e comunistas dividiam a comunidade nacional, cuja construção era o objetivo político nazista", afirma o historiador Michael Wildt, professor da Universidade Humboldt, de Berlim

O partido nazista até possuía correntes à esquerda, mas todas elas concordavam com a abolição do sistema liberal da República de Weimar, com o antissemitismo e com o nacionalismo. Nesse núcleo estavam Gregor e Otto Strasser e, inicialmente, Joseph Goebbels, o poderoso ministro da Propaganda da Alemanha nazi

Nos anos de 1920, o programa do NSDAP incluía elementos mais radicais ao capitalismo para atrair os trabalhadores. Contudo, antes mesmo de chegarem ao poder, em 1933, os nazis eliminaram essa ala à esquerda. O então chanceler Kurt von Schleicher buscou dividir o movimento nazi em 1932, tentando formar uma ponte entre o setor de Gregor Strasser, visto como um competidor de Hitler, e os sindicatos, os social-democratas e partes dos militares

A estratégia falhou. "Gregor Strasser, Ernst Röhm e muitos outros, que se apresentaram como revolucionários sociais, foram mortos na Noite das Facas Longas, em junho de 1934. Hitler sabia que precisava das elites conservadoras, das classes médias altas e dos industriais para seus planos expansionistas", diz Postert

Anónimo disse...

Após chegar ao poder, Hitler passou leis emergenciais para restringir a liberdade pessoal, o que lhe permitiu perseguir e prender líderes comunistas e banir deputados comunistas, sindicatos e todos os demais partidos políticos

O conceito de "socialismo" de Hitler era completamente oposto ao da União Soviética, tendo a raça como base. Em 1932, o líder nazista disse: "O comunismo não é socialismo. O marxismo não é socialismo. Os marxistas roubaram o termo e confundiram seu significado. O socialismo é uma antiga instituição ariana e germânica […] Para nós, Estado e raça são um"

( será também a definição de "socialismo" do pedrinho?)

A volksgemeinschaft seria, assim, algo exclusivo da etnia germânica. Esse racismo estava presente também na tentativa de implementar um Estado de bem-estar social, usado como ferramenta para garantir apoio entre os trabalhadores.O sistema excluía imigrantes, judeus, quaisquer opositores e aqueles considerados "sem valor", como deficientes e homossexuais

( o "tal estado social ténue" da república de Weimar e que depois foi convertido pelo pedrinho em "estado social ao nível mais elevado dos padrões da época")

Antes mesmo de 1933 foram criadas organizações de massa, como a Frente dos Trabalhadores Alemães e a Força pela Alegria, para garantir a lealdade dos trabalhadores. Entrar para o partido nazista também abria oportunidades

Uma das tentativas de consolidação da comunidade nacional foi a construção de pequenas casas e apartamentos nos anos 1930. "Quem quisesse essa habitação tinha que provar nunca ter sido membro de organizações de esquerda ou não ser de origem judia", explica Zarusky

Mas, na realidade, completa o historiador, esse tipo de projeto não era a prioridade dos nazis. O mais importante era a guerra, e o conflito logo resultaria na destruição dessas casas

A ideologia racista, o antissemitismo e o imperialismo (a única forma de aumentar as exportações alemãs, segundo Hitler, era a conquista de território) superavam o sentimento anticapitalista. A ditadura nazi impôs algumas medidas para centralizar a economia e focá-la na preparação para a Segunda Guerra mundial, mas não confiscou propriedade privada de alemães, não proibiu o acúmulo de riqueza nem aboliu o capitalismo

"Essas 'credenciais' socialistas do regime nazista baseavam-se na rejeição do capitalismo financeiro e não no socialismo", afirma o historiador Arnd Bauerkämper, da Universidade Livre de Berlim.

O regime pretendia construir um modelo que funcionasse para a Alemanha e, naquele momento, a prioridade era aumentar a capacidade bélica do país. Assim, a ditadura nazi aliou-se aos industriais para produzir armamentos e consolidar seu poderio militar.

O sistema económico foi, contudo, "arianizado", com o confisco de propriedades de judeus. "Numa abordagem racista, não importa se alguém é capitalista. É muito mais relevante que seja capitalista e muito mais relevante que esse capitalista seja alemão e não judeu", diz Wildt

Dessa forma, os nazistas poderiam ser contra os "capitalistas judeus malvados", ao mesmo tempo em que incluíam os "bons empresários e mercadores alemães" na volksgemeinschaft. "A maioria das grandes companhias e empresários não demonstrou dúvidas razoáveis sobre o regime. A resistência ao nazismo veio dos antigos partidos da classe trabalhadora, dos comunistas, dos social-democratas e da esquerda", conclui Zarusky.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Tu não tens o monopólio do uso da palavra socialismo, o teu socialismo é um entre vários"

Já percebemos que o do pedrinho tende mais para o nacional-socialismo


(Será que pedrinho pensa que está a falar com o seu amigo especial lá do seu ninho, através deste tratamento coloquial? Não sabe que os demais querem manter a distância de coisas assim como o pedro, até por motivos de higiene pública)

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Mete as peneiras onde quiseres que não passas de um ignorante seguidor de uma ideologia tão violenta e obscurantista como o nazismo"


As peneiras são para meter nalgum sítio? Que frase mais suspeita (e deliciosamente reveladora)

Mas concordando-se que pedro parece ser um "ignorante seguidor de uma ideologia tão violenta e obscurantista como seja o nazismo", isso todavia não basta.

Não é só ignorante, embora esta seja do tamanho do mundo

Anónimo disse...

Diz o pedro:

"Qualquer semelhança deve ser pura coincidência..."

E explica com exemplos tirados a pura coincidência daquilo que idiotamente considera coincidência.

Pobre pedro. Na sua raiva contra tudo o que lhe combata as manhas e a ideologia vai longe de mais. Faz exercícios dolorosos para esconder o que foi a Noite de Cristal e o seu significado. Nem uma palavra sobre tal. Antes a tenta justificar com outros putativos crimes


Quando se falar noutras situações abordadas pelo pedrinho poderemos aproveitar para fazer pedagogia ( como agora) e discutir o que o pedrinho quer à viva força abordar

Mas porque precisamente esta é uma forma repelente, rasca, cobarde e impotente, para fugir ao que se denunciou com este artigo do LdB, não deixamos que o pedrinho faça impunemente o seu joguinho de cumplicidades e de branqueamentos.

O colaboracionismo com o nazismo não passa. E isto está acima de qualquer outra coisa

Anónimo disse...

A análise do nazismo, ou mais em geral do fascismo, como “revoluções anti-capitalistas de cariz socialista” é um produto já conhecido. De origem conhecida, respigada de forma conhecida e utilizada em moldes ainda mais conhecidos.

O fascismo é a forma mais brutal de capitalismo, no campo político e económico. Na Alemanha Nazi o estado funcionou como instrumento dos monopólios capitalistas para reforço do seu poder económico e político. O mesmo sucedeu em Portugal, e nos outros países fascistas da época e posteriormente (se pensarmos nos regimes fascistas, por exemplo, na América Latina, como no Chile de Pinochet. Isto não é uma hipótese, é um facto suportado pela história de quem apoiou politicamente e financeiramente os movimentos fascistas na sua ascensão ao poder, quem influenciava os regimes, quem veio a beneficiar financeiramente, etc. Mussolini e Hitler podem ter usado chavões anti-sistema (logo anti-capitalistas) na sua retórica, mas uma análise dos factos revela que não eram anti-capitalistas. Muito pelo contrário. Os instrumentos repressivos do Alemanha Nazi tiveram como seus primeiros inimigos os sindicatos e os partidos dos trabalhadores. Hitler nomeou em Mein Kampf o bastião do socialismo, a URSS, e os comunistas como seus inimigos primários, misturando essa raiva com as suas teorias racistas referindo-se absurdamente ao judaico-bolchevismo. Depois foi estendendo o alvo. Até se converter naquilo em que se converteu

Anónimo disse...


Quem fornecia o pesticida Zyklon-B (cianeto de hidrogénio) colocado nas chamadas “câmaras de gás” utilizadas pelos nazis para exterminar milhões de judeus? A empresa alemã IG Farben, antecessora da mesma Bayer que continua a fornecer insecticidas mundo afora.

A ignorância em torno do socialismo não resiste a cinco minutos de pesquisa no Google. A mais recorrente mentira que a direita tenta espalhar e que encontra receptividade em jovens sem leitura, desconhecedores da história e que se contentam com meia dúzia de frases nas redes sociais, é que o sanguinário Adolf Hitler foi um socialista. Isto baseado na “genial” ideia de que o nome do partido dele era Partido Nacional Socialista.

A ascensão do nazismo de Adolf Hitler na Alemanha e do fascismo de Benito Mussolini na Itália durante os anos 1920, 1930 e 1940 só foi possível com a colaboração e o suporte financeiro de grandes corporações ainda hoje poderosas: BMW, Fiat, IG Farben (Bayer), Volkswagen, Siemens, IBM, Chase Bank, Allianz… Sem contar, é claro, com os grupos de mídia.
A estreita colaboração de industriais e banqueiros com os nazistas para perseguir e destruir o sindicalismo, os socialistas,os comunistas, a quem chamavam de “terroristas” era inegável Um detalhe: Hitler extinguiu o Partido Comunista alemão um dia depois de tomar posse.

A perseguição aos judeus não foi apenas uma questão racial, mas também tinha interesses económicos. Como os judeus integravam uma poderosa classe média na Alemanha de então, os nazis se utilizaram do racismo para fazê-los bode expiatório da crise, acusando-os de “roubar os empregos” dos alemães. O rei Emanuel III entregou o poder a Mussolini porque era o que queriam as indústrias do Norte da Itália. Para confrontar as massas de esquerda, era preciso criar um movimento de massas de direita. Que melhores líderes para isso do que Adolf e Benito?

No tribunal de Nuremberg, as empresas envolvidas com o nazismo foram submetidas a uma pantomima de condenação. Enquanto alguns oficiais nazis foram enforcados, quem entrou com o dinheiro para financiar a empreitada foi solto anos depois –os diretores da IG Farben (Bayer), que fornecia os químicos para matar gente, foram condenados a no máximo 8 anos.

Anónimo disse...

Vamos tentar elevar o nível do debate bem acima do esgoto a que pedrinho tentou conduzir o debate.

É bom que se não perca nenhuma oportunidade para o debate

"A ascensão de Adolf Hitler não se deu da noite para o dia. Em 1923, quando tentou liderar um golpe de Estado em um episódio conhecido como Putsch da Cervejaria, o austríaco que lutou pelo exército do Império Alemão durante a I Guerra Mundial era visto como uma figura bizarra pela imprensa e pelo establishment político. Acontece que nove anos depois, o Partido Nazi conquistaria mais de 13 milhões de votos para a eleição presidencial, obtendo a segunda colocação no pleito — o vencedor, Paul von Hindenburg, nomearia Hitler para a função de chanceler da Alemanha em 1933 e daria plenos poderes ao austríaco no mesmo ano.

Muitos mitos cercam a história de Adolf Hitler e sua importância para o fortalecimento do Partido Nazista: a infância e juventude conturbadas, a tentativa frustrada de tornar-se pintor, a participação na I Guerra Mundial. Todos esses fatos, no entanto, importam menos do que a realidade económica e social da Alemanha nos anos que seguiram a derrota germânica no conflito mundial. O quadro era crítico: destruição das grandes cidades, hiperinflação, desemprego crónico e a submissão diante da França e do Reino Unido. Para piorar, o Partido Social-Democrata da Alemanha, historicamente ligado à classe trabalhadora, havia chegado ao poder, mas não apresentava propostas capazes de resgatar o país da crise.

A tensão social motivada pela crise permitia a circulação de ideias que propunham rupturas no sistema político e económico: inspirados pela Revolução Russa de 1917, militantes descontentes com os rumos do Partido Social-Democrata fundaram o Partido Comunista da Alemanha, apostando que as condições sociais permitiriam o início de uma revolução. Em 1923, com apoio da União Soviética, militantes comunistas tentaram insuflar o movimento operário a iniciar uma insurreição, mas não obtiveram sucesso.

E é justamente a partir desse ponto que desfazemos o nó entre a ideologia nazista e sua associação às palavras "socialista" e "trabalhadores". Inspirado em ideais ultra-nacionalistas e de supremacia racial, Adolf Hitler se mostrava como a figura política que lutava "contra tudo o que está aí". Ao mesmo tempo em que expunha as ameaças de uma revolução comunista em território alemão, atacava o sistema financeiro e a ganância dos bancos — personificados na população judaica. Denunciando o complô "judeu-bolchevique", o futuro ditador prometia a retomada de empregos e um horizonte glorioso. Para afastar a classe trabalhadora da influência dos sociais-democratas e comunistas, iniciou um movimento de massa que ganharia cada vez mais adeptos.

Anónimo disse...

O golpe de misericórdia contra os partidos políticos formados por trabalhadores aconteceu no dia 27 de fevereiro de 1933, em episódio conhecido como o "Incêndio do Reichtasg": os nazis acusaram os comunistas de incendiarem criminalmente o Parlamento Alemão — denúncia nunca confirmada pelos historiadores. Para trazer "paz à nação", o presidente Hindenburg baixou um decreto que suspendia uma série de direitos civis e dava plenos poderes ao chanceler Hitler. Após a morte de Hindenburg, em 1934, o austríaco acumulou as funções de presidente e se autodenominou Führer (Líder em alemão).

Afastada a influência comunista sobre os trabalhadores alemães, Hitler continuou seu plano nacionalista para manter o poder. Defensor da propriedade privada, o Partido Nazi proibiu as greves e extinguiu os sindicatos, unificando os trabalhadores organizados em um braço partidário do nazismo.

As grandes empresas do país, por sua vez, agradeceram a retomada da política industrial, que investiu cada vez mais dinheiro em pesquisa e produção de tecnologia bélica: no início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, a Alemanha contava com armamento superior aos seus inimigos europeus.

Enquanto a economia crescia, o Partido Nazista silenciava seus inimigos: no dia 10 de maio de 1933, milhares de livros foram queimados em praça pública, sob a justificativa de iniciar uma "purificação da literatura alemã". Obras de Albert Einstein e Sigmund Freud tiveram como destino o fogo da pira montada por estudantes alemães. O regime também perseguiria intelectuais e artistas considerados "degenerados": em uma mostra de 1937 realizada em Munique, obras modernistas foram expostas ao público para serem ridicularizadas — escolas artísticas como o cubismo, expressionismo, surrealismo e o design Bauhaus estavam na lista de obras perseguidas pelos nazistas.

Para manter sua relação de proximidade com a maior parte da população, os nazis utilizavam o entretenimento como ferramenta para controle da opinião pública. Sob a tutela de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda, os meios de comunicação reproduziam dia após dia o discurso de supremacia racial e o ultra-nacionalismo. Em grandes exibições públicas, filmadas e fotografadas por profissionais, o Partido Nazi acusava os "inimigos internos" judeus, ressaltava a superioridade ariana e iniciava sua plataforma rumo à expansão militar.

O resultado disso é bem conhecido: o início da Segunda Guerra Mundial, responsável por ao menos 50 milhões de mortes, além da perseguição e extermínio sistemáticos de judeus, ciganos, homossexuais, portadores de deficiências físicas e opositores políticos. Em tempos de pós-verdade, apenas a História pode nos ajudar a entender e superar os discursos de ódio e fantasmas que de vez em quando voltam para nos assombrar.

Anónimo disse...

Como se tornou possível na sociedade burguesa, em pleno século XX, a formação do regime nazi? Como foi possível a vitória do nazismo na Alemanha em 1933? Como se consolidou o seu poder num dos Estados mais poderosos da Europa Central? Como formaram um mecanismo específico de terror? Como criaram uma máquina militar gigantesca dirigida para a obtenção da dominação mundial? Quais as forças que promoveram e apoiaram Hitler e conseguiram desencadear um genocídio maciço?

Percebe-se que o pobre pedrinho queira esconder o papel do Capital no advento do nazismo. Prefere aquela idiotia da sua tese "socialista". E prefere elogiar as "realizações" nazis.

Notas soltas:
«Sem a acção conjunta dos industriais alemães e do partido nazi, Hitler nunca teria tomado o poder na Alemanha, nem o teria consolidado…” (Taylor, acusador público americano em Nuremberga, no dia 30 de Agosto de 1946).

«1. É falso que os grandes industriais alemães só tenham aderido ao nacional-socialismo no último minuto. Desde o início que eles eram seus protectores entusiásticos.

«2. Foi o apoio por parte dos grandes industriais e dos banqueiros que tornou possível ao nacional-socialismo alcançar o Poder.» (Conclusões da Comissão Kilgore do senado americano).

Factor decisivo para a carreira de Hitler, logo na primeira etapa, foi o facto de ele ter estabelecido as mais estreitas ligações com os capitalistas bávaros. Na altura ainda não conseguia chegar até às primeiras «trezentas famílias». Mas o facto de o futuro Fuhrer ter desde o princípio dado passos para estabelecer ligações com os grandes industriais tem uma importância vital.

Quando o grande capital necessita de uma determinada política, sempre aparece um político que corresponde às exigências do momento.

Nos anos 20 e 30 do século passado a encomenda social da reacção era clara: criação duma organização de massas que pudesse combater a sempre crescente influência das ideias do socialismo no povo alemão. O termo "socialista" foi utilizado precisamente por isso

A partir de 1925 Hitler e os nacionais-socialistas começaram a procurar activamente patronos entre os industriais do Reno e do Ruhr. Com pleno sucesso. Thyssen, Kirdorf, Kepler e Otto Dietrich, representantes dos grandes consórcios alemães, tornaram-se desde essa data agentes de Hitler nos meios do grande capital.

Desde o início da crise de 1929 todas as classes possuidoras da Alemanha guinaram fortemente à direita. A crise assustava-os. Sobretudo porque conduzia à radicalização das massas, à sua viragem para a esquerda.

Era o medo do comunismo que cegava e imbecilizava os políticos alemães. Tal como mais tarde, nos dias de Munique, esse mesmo medo cegou e imbecilizou os ministros ingleses e franceses.

No início da década de trinta surgiu a nada santíssima trindade nacional-socialismo-militarismo-imperialismo, de que falava o principal acusador americano em Nuremberga, o general Taylor.

É bem sintomático que, nos últimos dias do Reich fascista, não tenham sido destruídos os arquivos da Gestapo. Nem, a correspondência de serviço de altos dignitários nazis. Nem sequer os documentos pessoais da cúpula hitleriana.

Mas que tenham sido, isso sim, destruídos os livros de contas do tesoureiro do NSDAP, Xaver Schwarz. Nos quais eram diariamente registados os «donativos» dos monopólios alemães. O próprio Schwartz esteve detido numa prisão americana, de 1945 a 1947. Mas as actas dos seus interrogatórios nunca foram publicadas. «Não foi convenientemente interrogado» escreve a Wikipedia…

Anónimo disse...

O grande equívoco é como um simpatizante do estado dito social dos nazis consegue ser tão anti-comuna e tão acéfalo. Se a burrice pagasse imposto este por si só assegurava o pagamento do défice cá do burgo

Anónimo disse...

Pedro ê um provocador com simpatias nazis.

Pedro disse...

O senhor anónimo estalinista é igual aos fascistas e depois queixa-se dos outros...

Jose disse...

«Sobretudo porque conduzia à radicalização das massas, à sua viragem para a esquerda.»

Sempre que a desordem e o saque se apresenta como alternativa provável logo se fala em expansão dos valores de esquerda.

Anónimo disse...

Um tal "pedro" sai do fundo das catacumbas para vir aqui proclamar um "grande equívoco".

Para grande espanto, tal grande equívoco não resultava de algo relacionado com o processo da Noite de Cristal. Nem do seu horror, do seu significado ou da porta aberta que tal acontecimento constituía para o ainda maior horror que se lhe seguiria

Não.O equívoco era afinal não se reconhecer o carácter "socialista" do nazismo. Tal como replicado nos antros tenebrosos da extrema-direita e do neoliberalismo

Duma só penada desviava o debate para outro sítio, "apagava" o carácter hediondo da Noite de Cristal e insultava de forma vil o, ou os, socialismo(s)

Dava assim as mãos neste particular a um tal jose, ao tentar falar sobre tudo menos sobre aquilo que se debatia.

É patético e confrangedor assistirmos depois a uma enxurrada de disparates para tentar justificar a imbecilidade da sua afirmação. Tivemos direito a uma estranha definição de "socialismo" baseada nos "preços e nos salários", nos "mercados" e no estado social nazi "ao nível mais elevado dos padrões da época".

Depois, presto e súbito, confrontarmo-nos logo a seguir com o virar do bico ao prego mercê duma diatribe idiota sobre a "hierarquização, militarismo, nacionalismo, imperialismo, violência contra as minorias etc" que também aconteceriam noutro sítios...socialistas ao que parece.

Para se acabar numa idiotice sem pés nem cabeça sobre o que é a esquerda mais o socialismo que a "define"

Anónimo disse...

Um a um os seus "argumentos" serão desmontados.

Todos.


É verdadeiramente impressionante verificar a pobreza de conteúdo e as afirmações ocas e manifestamente imbecis deste tal "pedro".

Assistiremos então a mais umas sessões da mediocridade deste, tentando convocar para o debate estaline e as opções políticas e religiosas de quem desmascarou as suas atoardas. Inventará em seguida afirmações que não se produziram, tentará justificar crimes com outros putativos crimes, não mencionará uma única vez o tema central do post, repetirá o estribilho néscio contra os "intelectuais", tão típico dos nazis e da extrema-direita. Confundirá "filosofias" com "regimes", demonstrará que nem sequer ouviu falar em "socialismo libertário", manifestará entre-linhas a sua admiração pelo regime fiscal dos nazis, dará indicações benévolas sobre os patrões nazis, elogiará os programas nazis de "caridade", derreter-se-á com o "estado social" nazi (ao "nível mais elevado dos padrões da época").

Acabará por mostrar que é um ignorante de todo o tamanho( ou um farsante?), confirmando-o quando expressa que o nazismo "claramente incorpora elementos ideológicos tanto de esquerda como de direita".


Infelizmente, para ele, nem um único argumento aduziu para provar a sua tese, para além das idiotices já referidas e que foram liminarmente desmontadas

Anónimo disse...

E insulta os demais. Duma forma canalha e de canalha.

Estamos já fartos de coisas que repetem "argumentos" inspirados ( ou retirados) dos sítios mais manhosos do bas-fond de extrema-direita. Que dizem enormidades como verdades dogmáticas. Que insultam os demais pelo facto de não lhes seguirem o bafo demente do que tentam impingir. Que mentem descaradamente e torpedeiam o que os outros disseram. Que desviam o que se debate, porque se torna necessário impedir este a todo o custo. Que assumem outras caras, num processo de manipulação abjecto.

Que se comportam como aquilo que são, mas que reivindicam estatutos particulares do que não são, num jogo de pantomina digno dos mandamentos de Goebbels.

Por isso por vezes há que dizer basta. E desmontar toda a tralha que arrastam

Anónimo disse...

Jose de mãos dadas com a ordem. A Nova

Para que o saque continue. Sempre.

Mesmo que sob a pata imunda do nazi-fascismo


(A realidade é tramada. Mais claro que isto é difícil )

Pedro disse...

Vocés estalinistas são tão criminosos como os fascistas.

E tão fake como eles.

Os textos que usei sobre o estdo social nazi fui buscá-los ao mesmo site a que foste buscar os teus ó estalinista aldrabão, à wikipédia.

E eu não estou a defender o nazismo, estou a dizer que os vossos campos de concentração eram tão maus como os deles.

Tu não rebateste nada meu aldrabão social fascista.

O que tu fizeste foi dizer que o fascismo não pode ser socialista porque era uma ditadura que oprimia os trabalhadores. Como se o socialismo do Estaline e do Pol Pot não oprimisse ainda mais os trabalhadores...

ALDRABÃO.

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Vocés estalinistas são tão criminosos como os fascistas"

"Vocés" deve ser um nickname familiar.Ou de bando. Quiçá de grupelho a que pertence.

Se pedro diz que "vocés" são criminosos, quem pode desmentir uma auto-referência feita assim aos "vocés"


Também serão estalinistas?
Isso é algo curioso, porque aqui parece que ninguém ainda se reivindicou de estalinista

O que não se deixou passar foi esse investir de ódio de anti-comunista primário e de anti-socialista boçal, a tentar esconder a trampa nazi

Não passa pedrinho. Não passa "vocés"

Anónimo disse...

(Diz pedro:
"E tão fake como eles"

?

Este tipo nem o português sabe. Agora resolve introduzir uma palavrinha em inglês. Para mostrar que é fino ou para esconder o que de facto é?

Tão fake...ah, mas sinceramente tão fake.

Revirará os olhos, acompanhando os trejeitos de mão? )

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Os textos que usei sobre o estdo social nazi fui buscá-los ao mesmo site a que foste buscar os teus ó estalinista aldrabão, à wikipédia."

Para começar "Estalinista aldrabão" deve provavelmente ser o pai ou o putativo pai do pedrinho.

Serve assim ou quer que mande o pedrinho de novo ao sítio para onde o mandei?

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Os textos que usei sobre o estdo social nazi fui buscá-los ao mesmo site a que foste buscar os teus"

Pobre pedro que não consegue dizer uma linha seguida sem ter que ser corrigido e apelidado de qualquer coisa que se deixa agora à imaginação de quem lê

Pedrinho só usou UM texto sobre o estado social. Tirado da Wikipedia. Só que "expurgou" (como um vero simpatizante nazi?) tal texto duma parte.

Parte essa que por ser importante se teve a amabilidade de trazer a público, não sem antes se referir (e vou fazer copy paste):
"Do mesmo sítio onde o pedrinho respiga aqueles comentários laudatórios da caridadezinha. Traduzido via google"

Percebido pedrinho?

É que ainda não acabou.


Muitos outros textos sobre o "esatdo social" nazi estão por aí espalhados. Melhores e mais profundos. Se o pedrinho não sabe contar ou ler, isso é mesmo um problema do pedrinho.

E de quem atura tal coisa


Entretanto vimos onde foi parar a propaganda néscia e colaboracionista sobre o "estado social" nazi, o tal com o "nível mais elevado dos padrões da época".

Anónimo disse...

Diz pedro:
"E eu não estou a defender o nazismo, estou a dizer que os vossos campos de concentração eram tão maus como os deles"

A quem este tipo se referirá com este estranho "vossos"?
Eu não tenho nenhum campo de concentração. Suspeito que ninguém aqui os tenha. Nem mesmo os mais assumidamente de direita.

Qual o significado disto? Apenas burrice ou apenas idiotice?


Sim, pedrinho está objectivamente a branquear o nazismo. Não mencionou sequer uma única vez o tema central do post. Apenas estes gestos suspeitos laudatórios do nazismo de quem não tem coragem para se assumir


Anónimo disse...

Diz pedro:
"Tu não rebateste nada meu aldrabão social fascista"

Mais uma vez o descontrolo dos esfincteres do pedro.

-Rebater ou não rebater: eis a questão. Infelizmente para o pedrinho, não é ele que julga tal questão. Pobre pedrinho

-Aldrabão ou não aldrabão: eis a questão. Infelizmente para o pedrinho isso está fora de questão. Pedro é mesmo assumidamente isso que diz. Mas é bem pior do que isso.

-Social-fascista ou não social-fascista: eis a questão. Infelizmente para o pedrinho não estamos dispostos a catalogar mais o que o pobre pedrinho é. Mas esse linguarejar faz lembrar o patrão do pedrinho noutras épocas épicas. Quem sai aos seus não degenera. Mas cheira mal, neste caso. A peixe podre e já usado

Anónimo disse...

Diz pedro:
"O que tu fizeste foi dizer que o fascismo não pode ser socialista porque era uma ditadura que oprimia os trabalhadores"

Mais uma vez esse tratamento coloquial enjoadinho, como que a pedir batatinhas. Não sabe o pedrinho o afastamento que é necessário, para manter níveis adequados de higiene? Não está a falar com o tal pai ou o putativo pai.


Não, o que se disse não foi que o fascismo não podia ser socialista porque era uma ditadura que oprimia os trabalhadores

Se a burrice do pedrinho não consegue perceber o que se escreveu, é porque a burrice do pedrinho ainda é maior do que aquilo que inicialmente se pensava.

Como trabalho de casa para comportamentos imbecis, aconselha-se o pedrinho a ir ler de novo o que está escrito

Anónimo disse...

Para ajudar o pedrinho, vamos refrescar-lhe a memória:

"Um tal "pedro" sai do fundo das catacumbas para vir aqui proclamar um "grande equívoco".

Para grande espanto, tal grande equívoco não resultava de algo relacionado com o processo da Noite de Cristal. Nem do seu horror, do seu significado ou da porta aberta que tal acontecimento constituía para o ainda maior horror que se lhe seguiria

Não.O equívoco era afinal não se reconhecer o carácter "socialista" do nazismo. Tal como replicado nos antros tenebrosos da extrema-direita e do neoliberalismo

Duma só penada desviava o debate para outro sítio, "apagava" o carácter hediondo da Noite de Cristal e insultava de forma vil o, ou os, socialismo(s)

Dava assim as mãos neste particular a um tal jose, ao tentar falar sobre tudo menos sobre aquilo que se debatia.

É patético e confrangedor assistirmos depois a uma enxurrada de disparates para tentar justificar a imbecilidade da sua afirmação. Tivemos direito a uma estranha definição de "socialismo" baseada nos "preços e nos salários", nos "mercados" e no estado social nazi "ao nível mais elevado dos padrões da época".

Ninguém falou em "ditadura que oprimia os trabalhadores" ou na sua negação como prova do que quer que seja. Mas compreende-se que a burrice não permita ao pedrinho sequer perceber do que se falou


O pedrinho não foi capaz de dar uma para a caixa para defender as asnices que andou a dizer. Calou-se e fugiu, substituindo os argumentos por insultos e trapaças


Não se devem usar directamente qualificativos rudes. Pedrinho usa o termo aldrabão, perdão ALDRABÂO, numa manifestação inconsciente do seu reconhecimento como tal

Mas, e com um pedido de desculpas a todos, para além de tudo o mais, este pedro é mesmo assim...um verdadeiro pedaço de.

Agora é preencher ao gosto de cada um

Pedro disse...

És mesmo atrasado mental como todos os extremistas ó estalinista.

Podes armar-te o que quiseres. Todos sabemos que os países socialistas oprimiam tanto os trabalhadores como os fascistas.

Os campos de concentração estalinisas os massacres as fomes provocadas não ficaram atrás da barbárie nazi.

Por isso sim, não passas de um aldrabão quando apresentas como única "prova" de que o nacional socialismo não era socialista o facto de ser uma ditadura, quando quase todos os regimes socialistas foram ditaduras tão ou mais violentas como o fascismo.

Sim, és todo fake pá.

Pedro disse...

Tu escreves só para encher chouriços não é ó estalinista ?

Eu defender o que eu disse ?

Mas tu não conseguiste contradizer em nada as provas que apresentei.

A única coisa que fizeste foi postar toneladas de texto para nos mostrar que o nazismo era uma ditadura (!!!!!)

Grande novidade, pá. Ninguém aqui sabia...

A questão é que teu estalinismo também é uma ditadura ó inteligente.

No nazismo não havia sindicatos livres nem direito á greve ?

No estalinismo também não.

Logo, o facto do nazismo ser uma ditadura não é argumento contra o facto comprovado de a sua ideologia ter elementos de esquerda, porque ditaduras de esquerda houve-as ás dúzias.

Tu limitas-te a encher a caixa de comentários com coisas que nada têm a ver com que estamos a discutir para "ganhares" a discussão pelo simples volume de texto. Acontece que isto não é um campeonato a ver quem escreve mais linhas ó inteligente.

Não apresentaste um único argumento para provar a tua tese de o nacional socialismo não possa ter elementos de esquerda na sua ideologia.e prática.

Uma ideologia que defendia o estado social, que se apresentava como inimiga do capitalismo, que praticou a submissão dos mercados aos interesses do estado e tinha uma "ala radical" que até advogava a nacionalização de amplos sectores da economia obviamente tem elementos ideológicos de esquerda.

É preciso se muito burro para não ver isto.

O que se passa é que a ideologia esquerdista tem malta tão fake como o Trump e o José e tentam fingir que o nazismo não tinha pontos em comum para se apresentarem como os portadores de uma pureza virginal quando na verdade os regimes nazi e estalinista tinham uma série de pontos em comum.

Anónimo disse...

Mais uma vez se repete ao Pedrinho

Se ele está a pensar estar a falar com o seu papá ou mamã está muito equivocado

Se estes não lhe deram educação ou se ele enveredou definitivamente pela grunhice de grunho, está bem a tempo de ser mandado de novo para o sítio para onde ele já foi mandado

Percebido?

Anónimo disse...

Contra a burrice pouco se pode fazer

Um burro ê um burro e ponto final

Um ignorante pode não ter culpa de o ser. Mas pode tentar fugir a esta condição

Mas nem a ignorância nem a burrice justificam o silemciamento das atoardas cúmplices sobre o nazismo. Nem o silêncio sobre as bestialidades ( derivadas da palavra besta) com que este Pedro pontua o seu discurso Nem a cobardia de nem sequer ser capaz de ter a coragem de assumir o que disse

Anónimo disse...

O incómodo de pedro é patente

Não lhe deixaram passar as alarvidades do costume.

E esgadanha-se e repete e insulta e berra e faz beicinho

Ninguém lhe engoliu o “grande equívoco” com que de forma histérica se apressou a intervir no debate. O branqueamento do nazismo não foi levado ávante. A tentativa de despejar a sua bílis de anti- esquerda não surtiu efeito

O coitado apenas se desmascarou

E deixou esta imagem com todos os qualificativos já atribuídos. Pesados qualificativos se ele conseguir perceber o que se lhe diz

Anónimo disse...

Mas não é só uma imagem miserável do pedrinho que fica. Isso é o menos e há tipos que gostam de ser assim. Vivem onde vivem e não vale a pena adjectivar pessoas, para além do óbvio e do imprescindível

Vale a pena sim desmontar uma ideologia. Uma ideologia que serve o que serve. Que se assume como não sendo direita nem de esquerda, mas serve funcional e objectivamente a direita. Pior, a extrema-direita. Pior, o nazismo

Pedro não é inocente nesta história. Mas a sua posição ideológica fica tão maltratado como ele. Afinal não passa de um traste a branquear o que não pode ser branqueado. Porque, mais uma vez objectivamente, o ódio que este tipo tem à esquerda, ultrapassa tudo e todos que lhe dá para gabar obscenidades.

E ele próprio se torna obsceno. Ele e a sua ideologia de colaboracionista

Anónimo disse...

Fala-se na note de cristal

o pedrinho nem sequer saberá o que "isso"?

Porque logo acorre célere, a proclamar o "grande equívoco"

Não gosta que denunciem o horror nazi. Prefere apontar para o outro lado e fazer o papel abjecto que faz

Anónimo disse...

Diz pedro:

"És mesmo atrasado mental como todos os extremistas ó estalinista".

Mais uma vez insultos idiotas a mostrar que estas coisas não valem nada.


(Se pedro diz que ele é atrasado mental, ele lá saberá. Já lho devem ter dito, foi?)

(Quanto ao "estalinista"... já sabemos que pedro pensa que está a falar com o amiguinho dele).

Enfrentemos os factos de frente. Ninguém se assumiu como tal, nem ninguém se pronunciou sobre tal, Excepto pedro

O pobre pedro, na sua impotência proverbial, resolve catalogar desta forma quem não conhece e quem nunca invocou tal tema

Impotente e aldrabão. E rasca

Infelizmente, para ele, também não passa.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Podes armar-te o que quiseres. Todos sabemos que os países socialistas oprimiam tanto os trabalhadores como os fascistas."

Quem desmascara as simpatias e os ódios de pedro arma-se de facto de argumentos. O que deixa o pedrinho neste estado de inveja lastimável, lolol


Em tal estado que tenta universalizar os seus pensamentos de branqueador do nazismo, estendendo o seu "conhecimento", ao conhecimento de "todos". Pelo que o seu "todos sabemos" é mais uma idiotice vesga.

À pedrinho.

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Os campos de concentração estalinisas os massacres as fomes provocadas não ficaram atrás da barbárie nazi."

Confirma-se ponto por ponto o já denunciado e apresentado aí em cima. O pobre pedro inventa e confabula. Ainda ninguém falou nos campos "estalinisas", excepto pedro. Pedro porque o faz desta forma acéfala e repetitiva? Porque tenta comparar o que só ele tenta comparar?

Para tentar esconder o horror nazi.

Para tentar relativizar tal horror.

O resto é a sebentice própria dum que mente e aldraba.

Anónimo disse...

Mas não terá pedro o direito de ter as ideias que tem e de considerar outros como tão "maus" como os nazis?

Claro que tem. Cada um abraça a ideologia e a filosofia que quer. O que não pode é ser mistificador e, como num passe de mágica, tentar esconder a trampa denunciada. No jeito como o faz. Da forma canalha como o faz.

E não pode depois armar-se em virgem púdica a tentar fazer-se passar pelo que não é.

Quer à viva força o pobre e impotente pedrinho levar a discussão para o tema candente dos estalinistas?

Não consegue. Não consegue porque não damos o passo a branqueadores do nazismo. Porque não fazemos o jogo de aldrabões comprometidos até ao pescoço com aldrabices e com desonestidades. E porque há tempo para se discutir tudo desde que seja nos tempos e temas adequados.

(Mas há um pormenor que estou agora a pensar. Se pedro fala assim do estalinismo e elogia desta forma o nazismo e as suas ideias de "estado social" (muito avançado para a época), é porque o tal estalinismo não pode ser assim tão mau. Quem defende a trampa não só não merece qualquer credibilidade,como ficamos de pé atrás sobre quem o pobre pedrinho ataca, lolol)

Pedro disse...

Ena.

Meia dúzia de posts, de rajada, sem adiantar um argumento que seja.

É mesmo á troll.


Estás a encher a caixa de comentários de tal maneira que a nossa conversa se torne ilegível a terceiros, para que não percebam que foste apanhado com as calças na mão não é ?

Quanto a argumentos, nem vê-los.

Até nisto, vocês, estalinistas, são mesmo iguaizinhos á extrema direita.

Pedro disse...

E sim, o nazismo tinha estado social.

Qualquer pessoa que saiba um mínimo de história sabe que foi assim que Hitler conseguiu o apoio da maioria da população.

Mas como tu não fazes ideia do que se está a falar...

Já que gostas de tirar coisas da wiki, lê e aprende ó fanaticuzinho ignorante.


GERMAN LABOUR FRONT



The German Labour Front (German: Deutsche Arbeitsfront, pronounced (DAF) was the National Socialist labour organisation which replaced the various independent trade unions in Germany after Adolf Hitler's rise to power.

"its leader was Robert Ley, who stated that its aim was 'to create a true social and productive community'.[1] Theoretically, DAF existed to act as a medium through which workers and owners could mutually represent their interests. Wages were set by the 12 DAF trustees. The employees were given relatively high set wages and security of employment, and dismissal was increasingly made difficult. Social security and leisure programmes were started, canteens, breaks, and regular working times were established, and German workers were generally satisfied by what the DAF gave them in repayment for their absolute loyalty."

Following the National Socialist’s Volksgemeinschaft approach towards developing a greater "people's community", the DAF expanded or established new social, educational, sports, health, and entertainment programs for German workers via the Strength through Joy, which included factory libraries and gardens, periodic breaks, swimming pools, low-priced hot meals, adult education programs, periodic work breaks, physical education, sports facilities, gymnastic training, orchestral music during lunch breaks, free tickets to concerts and opera, and subsidized vacations that saw over 10.3 million Germans signed up by 1938.[2] The DAF financed the building of ocean-going vessels that permitted German workers to pay minimal prices to sail to many foreign destinations. Up to six ocean liners were operating just before the start of World War II. According to the chief of the Associated Press in Berlin, Louis P. Lochner, ticket prices for ocean streamer vessels ranged from twelve to sixteen marks for "a full week on such a steamer".[3] For those who desired vacations closer to home, the DAF constructed spa and summer resort complexes. One of the largest was located on the island of Rugen, where the DAF financed and erected a "summer resort with 20,000 beds".[4]

Employment contracts created under the Weimar Republic were abolished and renewed under new circumstances in the DAF. Employers could demand more of their workers, while at the same time workers were given increased security of work and increasingly enrolled into social security programmes for workers.

The organisation, by its own definition, combated capitalism and liberalism, but also revolution against the factory owners and the National Socialist state. The DAF, however, did openly prefer to have large companies nationalised by the German state, instead of privately owned companies.

WIKIPEDIA


Gostavas de poder apagar isto, como vocês faziam com as imagens uns dos outros nas fotos oficias, á medida que se iam liquidando uns aos outros no paraíso estalinista não era ?

Na enciclopédia soviética grandes lideres bolcheviques foram "apagados", para vocês poderem reescrever mais facilmente a história.

Agora é mais difícil filho.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Por isso sim, não passas de um aldrabão quando apresentas como única "prova" de que o nacional socialismo não era socialista o facto de ser uma ditadura, quando quase todos os regimes socialistas foram ditaduras tão ou mais violentas como o fascismo"

Deixando para lá a história do "aldrabão" referido pelo pedrinho, uma espécie de pequena mordedura de animal na sola do pé, vamos aos factos

Quem tentou apresentar provas de que o nazismo era "socialismo" foi o pedrinho. Infelizmente para ele foram só idiotices. como se provou pelo debate. Como se provou pela impotência do pedrinho quando de forma semelhante a um bolsonaro se voltou contra os "intelectuais" e contra os "chourichos "

Ele lá sabe

Anónimo disse...

Diz pedro:
" quando apresentas como única "prova" de que o nacional socialismo não era socialista o facto de ser uma ditadura"

Já se disse que pedrinho mente. E aldraba.

Primeiro pedrinho dizia:
"O que tu fizeste foi dizer que o fascismo não pode ser socialista porque era uma ditadura que oprimia os trabalhadores"

Coitado. Impossível tal coisa.

Impossível dizer-se tal coisa porque se discute o nazismo (o tal nacional-socialismo)

Depois porque uma coisa não casa com a outra.

Mas há um terceiro argumento para mostrar que este tipo é um aldrabão. Ele que mostre onde tal está escrito. Aqui neste local, por quem que seja ( menos por ele, claro)

Se o não fizer temos mais um qualificativo para o pedrinho. E com toda a justiça

Anónimo disse...

Agora pedrinho corrige a frase e afirma que "apresentas como"única "prova" de que o nacional socialismo não era socialista o facto de ser uma ditadura"

Mente a aldraba mais uma vez pedrinho. Ninguém apresentou essa "prova"

Se a burrice do pedrinho não consegue perceber o que se escreveu, é porque a burrice do pedrinho ainda é maior do que aquilo que inicialmente se pensava.

Como trabalho de casa para comportamentos imbecis, aconselhara-se o pedrinho a ir ler de novo o que está escrito"

E como pedrinho nem assim conseguiu perceber,vamos ajudá-lo mais uma vez.

Mas antes. Que indique onde tal está escrito. Sob pena de ele próprio confirmar que não passa de um aldrabão

Anónimo disse...

Pedro resolveu dar a mão ao jose. Estes extremos não se tocam, porque vivem paredes-meias um com o outro.

E o esganiçado berro a denunciar um "grande equívoco" redundou num esganiçado flop.

Vamos lá ver se há uma "única prova apresentada", segundo a cartilha (desonesta e de burro) de herr pedrinho:

Diz o pedrinho :"Socialismo pode ser apenas o controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado"

Não pode.

Nem socialismo é isto. Nem o Estado é o que define o socialismo, embora o Estado seja uma peça fundamental na organização societária. Menos para o socialismo libertário. Socialista e anti-estado. ( ah, esse outro flop da sabedoria do pedrinho sobre tal tema)

Olha o capitalismo monopolista de estado a passar por socialista"

Diz pedro:
"Neste caso o nacional socialismo era de facto socialismo, visto que o estado controlava o mercado e não o contràrio"

O controlo dos mercados como definição do socialismo não merece mais do que uma gargalhada. Como "uma ditadura terrorista dos elementos mais reaccionários, mais chauvinistas e agressivos do capital financeiro", o fascismo assume o poder dos mercados e de todo o corpo social.

Mas não só. No fascismo são os próprios elementos mais reaccionários,mais chauvinistas e agressivos do Capital financeiro que ocupam o poder e o estado. São os grandes interesses dos mercados que dominam o Estado. E impõem esta condição a toda a sociedade

Se pedro tivesse aprendido alguma coisa com o que alguém postou em cima poderia ver que o termo National Sozialistische, que em alemão dá origem a "nazismo", era utilizado como forma de se contrapor ao termo comunismo, ou socialismo internacional, no sentido utilizado pelo marxismo. O nazismo pode ser considerado uma forma extrema de fascismo, muitas vezes chamado de nazifascismo. Os vários tipos de fascismos se identificam como antissocialistas."


O pedrinho não percebeu, coitado. Ainda não reparou que a negação do carácter socialista do nazismo não tem a ver com o facto de ser uma "ditadura". Mas sim de serem os elementos mais reaccionários, mais chauvinistas e mais agressivos do Capital financeiro a ocupar o poder e o estado.

Que se opõem por definição ao socialismo.

É desta que o pedrinho percebe ou infelizmente um burro é mesmo um burro?

Anónimo disse...

Mas então o" único argumento" foi mesmo esse argumento falso ( "fake"como diria o outro, lol) apresentado por pedrinho?

Estava "distraído" o pobre pedrinho.
É que se fez referência explicita a esse tal "socialismo" dos nazis ( e do pedrinho) que rejeitava o conceito de luta de classes, o que poderia ser comum com outras visões do socialismo. Mas que defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Os mercados alemães. Em função do patronato alemão

Um socialismo sui generis. Da mesma ordem que os trafulhas que defendem tais cretinices

Anónimo disse...

Mas então o" único argumento" foi mesmo esse argumento falso ( "fake"como diria o outro, lol) apresentado por pedrinho?

Estava "distraído" o pobre pedrinho.
É que se fez referência explicita a esse tal "socialismo" dos nazis ( e do pedrinho) que rejeitava o conceito de luta de classes, o que poderia ser comum com outras visões do socialismo. Mas que defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Os mercados alemães. Em função do patronato alemão

Um socialismo sui generis. Da mesma ordem que os trafulhas que defendem tais cretinices

Anónimo disse...

Mais provas do carácter peculiar do nazismo que o pedrinho tenta escamotear:

Os factos do mundo do trabalho sob as botas dos nazis e as relações destes com o patronato. foram sintetizados aí em cima. Basta ler. Se o pedrinho não o conseguir paciência.

É que são fragmentos de um documento recuperado dos arquivos do Nizkor. Fonte: Conspiração
nazi e Agressão, Volume I, Capítulo VII, do Gabinete do Procurador-Chefe dos Estados Unidos para o Ministério da Criminalidade do Eixo, Estados Unidos Government Printing Office, Washington, 1946.

Coisa tramada. Factos concretos em contraponto aos berros esganiçados sobre os "grandes equívocos" de um aldrabão em processo de branqueamento dos nazis

Anónimo disse...

Mais provas "esquecidas" pelo pedrinho e que é necessário repetir porque a burrice e a desonestidade de pedrinho assim o obrigam:

"Cinco especialistas alemães explicam as bases ideológicas da ditadura nazi, que era centrada no racismo, no antissemitismo e no nacionalismo e contrária ao comunismo e aos sindicatos. Basta uma rápida olhada nas origens do movimento nazi para descartar completamente a ideia de que o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) fosse de esquerda, afirma o historiador Jürgen Zarusky, do Instituto para História Contemporânea Munique-Berlim. "[O nazismo] era profundamente enraizado em tendências extremistas de direita que já existiam ao fim da Primeira Guerra Mundial", explica

E essa é uma posição há muito consolidada entre especialistas. "Nenhum historiador profissional classificaria a ditadura nazista como de esquerda. O Nacional-Socialismo e o conceito de volksgemeinschaft (comunidade nacional) eram antiliberais, racistas e nacionalistas", diz o historiador André Postert, do Instituto Hannah Arendt, de Dresden.

O nazismo também se opunha fortemente ao marxismo e ao bolchevismo por associá-los – assim como o capitalismo liberal – à "luta dos judeus pelo poder mundial". "Não tinha nada que ver com ideologias de esquerda", afirma Zarusky.

Logo, apesar de carregar o termo socialista em seu nome, o NSDAP estava bem distante do socialismo. "O rótulo 'socialista' e o tom aparentemente amigável ao trabalhador ajudaram Hitler a ganhar amplo apoio entre essa parcela da população", conta o pesquisador Paul-M. Rabe, do Centro de Documentação de Munique para a História do Nacional-Socialismo

O Deutsche Arbeiterpartei (Partido dos Trabalhadores Alemães), que antecedeu o NSDAP, foi criado em 1919 inspirado pela Sociedade Thule para solucionar um "problema": a classe trabalhadora pendia para a esquerda. "O começo do Nacional-Socialismo está numa sociedade secreta, claramente de direita e que tinha entre seus membros integrantes da aristocracia alemã", diz Zarusky

Adolf Hitler entrou no partido e logo se tornou sua figura principal, transformando-o no NSDAP. Sob o seu comando, o partido se opôs à teoria marxista da luta de classes e defendeu a formação de uma comunidade nacional alemã que integrasse os trabalhadores. "Na visão fascista, marxistas e comunistas dividiam a comunidade nacional, cuja construção era o objetivo político nazista", afirma o historiador Michael Wildt, professor da Universidade Humboldt, de Berlim

O partido nazista até possuía correntes à esquerda, mas todas elas concordavam com a abolição do sistema liberal da República de Weimar, com o antissemitismo e com o nacionalismo. Nesse núcleo estavam Gregor e Otto Strasser e, inicialmente, Joseph Goebbels, o poderoso ministro da Propaganda da Alemanha nazi

Nos anos de 1920, o programa do NSDAP incluía elementos mais radicais ao capitalismo para atrair os trabalhadores. Contudo, antes mesmo de chegarem ao poder, em 1933, os nazis eliminaram essa ala à esquerda. O então chanceler Kurt von Schleicher buscou dividir o movimento nazi em 1932, tentando formar uma ponte entre o setor de Gregor Strasser, visto como um competidor de Hitler, e os sindicatos, os social-democratas e partes dos militares

A estratégia falhou. "Gregor Strasser, Ernst Röhm e muitos outros, que se apresentaram como revolucionários sociais, foram mortos na Noite das Facas Longas, em junho de 1934. Hitler sabia que precisava das elites conservadoras, das classes médias altas e dos industriais para seus planos expansionistas", diz Postert



Anónimo disse...

Após chegar ao poder, Hitler passou leis emergenciais para restringir a liberdade pessoal, o que lhe permitiu perseguir e prender líderes comunistas e banir deputados comunistas, sindicatos e todos os demais partidos políticos

O conceito de "socialismo" de Hitler era completamente oposto ao da União Soviética, tendo a raça como base. Em 1932, o líder nazista disse: "O comunismo não é socialismo. O marxismo não é socialismo. Os marxistas roubaram o termo e confundiram seu significado. O socialismo é uma antiga instituição ariana e germânica […] Para nós, Estado e raça são um"

( será também a definição de "socialismo" do pedrinho?)

A volksgemeinschaft seria, assim, algo exclusivo da etnia germânica. Esse racismo estava presente também na tentativa de implementar um Estado de bem-estar social, usado como ferramenta para garantir apoio entre os trabalhadores.O sistema excluía imigrantes, judeus, quaisquer opositores e aqueles considerados "sem valor", como deficientes e homossexuais

( o "tal estado social ténue" da república de Weimar e que depois foi convertido pelo pedrinho em "estado social ao nível mais elevado dos padrões da época")

Antes mesmo de 1933 foram criadas organizações de massa, como a Frente dos Trabalhadores Alemães e a Força pela Alegria, para garantir a lealdade dos trabalhadores. Entrar para o partido nazista também abria oportunidades

Uma das tentativas de consolidação da comunidade nacional foi a construção de pequenas casas e apartamentos nos anos 1930. "Quem quisesse essa habitação tinha que provar nunca ter sido membro de organizações de esquerda ou não ser de origem judia", explica Zarusky

Mas, na realidade, completa o historiador, esse tipo de projeto não era a prioridade dos nazis. O mais importante era a guerra, e o conflito logo resultaria na destruição dessas casas

A ideologia racista, o antissemitismo e o imperialismo (a única forma de aumentar as exportações alemãs, segundo Hitler, era a conquista de território) superavam o sentimento anticapitalista. A ditadura nazi impôs algumas medidas para centralizar a economia e focá-la na preparação para a Segunda Guerra mundial, mas não confiscou propriedade privada de alemães, não proibiu o acúmulo de riqueza nem aboliu o capitalismo

"Essas 'credenciais' socialistas do regime nazista baseavam-se na rejeição do capitalismo financeiro e não no socialismo", afirma o historiador Arnd Bauerkämper, da Universidade Livre de Berlim.

O regime pretendia construir um modelo que funcionasse para a Alemanha e, naquele momento, a prioridade era aumentar a capacidade bélica do país. Assim, a ditadura nazi aliou-se aos industriais para produzir armamentos e consolidar seu poderio militar.

O sistema económico foi, contudo, "arianizado", com o confisco de propriedades de judeus. "Numa abordagem racista, não importa se alguém é capitalista. É muito mais relevante que seja capitalista e muito mais relevante que esse capitalista seja alemão e não judeu", diz Wildt

Dessa forma, os nazistas poderiam ser contra os "capitalistas judeus malvados", ao mesmo tempo em que incluíam os "bons empresários e mercadores alemães" na volksgemeinschaft. "A maioria das grandes companhias e empresários não demonstrou dúvidas razoáveis sobre o regime. A resistência ao nazismo veio dos antigos partidos da classe trabalhadora, dos comunistas, dos social-democratas e da esquerda", conclui Zarusky.

Ao contrário do que um idiota ignorante diz, isto não são "toneladas de texto para nos mostrar que o nazismo era uma ditadura (!!!!!)"

(estes pontos de exclamação são a expressão concreta daquela sensibilidade de carpideira para todo o serviço a fazer-se passar por gente séria, lolol)

Anónimo disse...

Mais dados a acrescentar à boçal "prova única":

O fascismo é a forma mais brutal de capitalismo, no campo político e económico. Na Alemanha Nazi o estado funcionou como instrumento dos monopólios capitalistas para reforço do seu poder económico e político. O mesmo sucedeu em Portugal, e nos outros países fascistas da época e posteriormente (se pensarmos nos regimes fascistas, por exemplo, na América Latina, como no Chile de Pinochet. Isto não é uma hipótese, é um facto suportado pela história de quem apoiou politicamente e financeiramente os movimentos fascistas na sua ascensão ao poder, quem influenciava os regimes, quem veio a beneficiar financeiramente, etc. Mussolini e Hitler podem ter usado chavões anti-sistema (logo anti-capitalistas) na sua retórica, mas uma análise dos factos revela que não eram anti-capitalistas. Muito pelo contrário. Os instrumentos repressivos do Alemanha Nazi tiveram como seus primeiros inimigos os sindicatos e os partidos dos trabalhadores. Hitler nomeou em Mein Kampf o bastião do socialismo, a URSS, e os comunistas como seus inimigos primários, misturando essa raiva com as suas teorias racistas referindo-se absurdamente ao judaico-bolchevismo. Depois foi estendendo o alvo. Até se converter naquilo em que se converteu

Anónimo disse...

Mais ainda para contrapor às asnices do pedrinho:

"Quem fornecia o pesticida Zyklon-B (cianeto de hidrogénio) colocado nas chamadas “câmaras de gás” utilizadas pelos nazis para exterminar milhões de judeus? A empresa alemã IG Farben, antecessora da mesma Bayer que continua a fornecer insecticidas mundo afora.

A ignorância em torno do socialismo não resiste a cinco minutos de pesquisa no Google. A mais recorrente mentira que a direita tenta espalhar e que encontra receptividade em jovens sem leitura, desconhecedores da história e que se contentam com meia dúzia de frases nas redes sociais, é que o sanguinário Adolf Hitler foi um socialista. Isto baseado na “genial” ideia de que o nome do partido dele era Partido Nacional Socialista.

A ascensão do nazismo de Adolf Hitler na Alemanha e do fascismo de Benito Mussolini na Itália durante os anos 1920, 1930 e 1940 só foi possível com a colaboração e o suporte financeiro de grandes corporações ainda hoje poderosas: BMW, Fiat, IG Farben (Bayer), Volkswagen, Siemens, IBM, Chase Bank, Allianz… Sem contar, é claro, com os grupos de mídia.
A estreita colaboração de industriais e banqueiros com os nazistas para perseguir e destruir o sindicalismo, os socialistas,os comunistas, a quem chamavam de “terroristas” era inegável Um detalhe: Hitler extinguiu o Partido Comunista alemão um dia depois de tomar posse.

A perseguição aos judeus não foi apenas uma questão racial, mas também tinha interesses económicos. Como os judeus integravam uma poderosa classe média na Alemanha de então, os nazis se utilizaram do racismo para fazê-los bode expiatório da crise, acusando-os de “roubar os empregos” dos alemães. O rei Emanuel III entregou o poder a Mussolini porque era o que queriam as indústrias do Norte da Itália. Para confrontar as massas de esquerda, era preciso criar um movimento de massas de direita. Que melhores líderes para isso do que Adolf e Benito?

No tribunal de Nuremberg, as empresas envolvidas com o nazismo foram submetidas a uma pantomima de condenação. Enquanto alguns oficiais nazis foram enforcados, quem entrou com o dinheiro para financiar a empreitada foi solto anos depois –os diretores da IG Farben (Bayer), que fornecia os químicos para matar gente, foram condenados a no máximo 8 anos.

Anónimo disse...

Mais ainda para desgosto do pedrinho que não gosta que os nazis não sejam considerados socialistas:

"A ascensão de Adolf Hitler não se deu da noite para o dia. Em 1923, quando tentou liderar um golpe de Estado em um episódio conhecido como Putsch da Cervejaria, o austríaco que lutou pelo exército do Império Alemão durante a I Guerra Mundial era visto como uma figura bizarra pela imprensa e pelo establishment político. Acontece que nove anos depois, o Partido Nazi conquistaria mais de 13 milhões de votos para a eleição presidencial, obtendo a segunda colocação no pleito — o vencedor, Paul von Hindenburg, nomearia Hitler para a função de chanceler da Alemanha em 1933 e daria plenos poderes ao austríaco no mesmo ano.

Muitos mitos cercam a história de Adolf Hitler e sua importância para o fortalecimento do Partido Nazista: a infância e juventude conturbadas, a tentativa frustrada de tornar-se pintor, a participação na I Guerra Mundial. Todos esses fatos, no entanto, importam menos do que a realidade económica e social da Alemanha nos anos que seguiram a derrota germânica no conflito mundial. O quadro era crítico: destruição das grandes cidades, hiperinflação, desemprego crónico e a submissão diante da França e do Reino Unido. Para piorar, o Partido Social-Democrata da Alemanha, historicamente ligado à classe trabalhadora, havia chegado ao poder, mas não apresentava propostas capazes de resgatar o país da crise.

A tensão social motivada pela crise permitia a circulação de ideias que propunham rupturas no sistema político e económico: inspirados pela Revolução Russa de 1917, militantes descontentes com os rumos do Partido Social-Democrata fundaram o Partido Comunista da Alemanha, apostando que as condições sociais permitiriam o início de uma revolução. Em 1923, com apoio da União Soviética, militantes comunistas tentaram insuflar o movimento operário a iniciar uma insurreição, mas não obtiveram sucesso.

E é justamente a partir desse ponto que desfazemos o nó entre a ideologia nazista e sua associação às palavras "socialista" e "trabalhadores". Inspirado em ideais ultra-nacionalistas e de supremacia racial, Adolf Hitler se mostrava como a figura política que lutava "contra tudo o que está aí". Ao mesmo tempo em que expunha as ameaças de uma revolução comunista em território alemão, atacava o sistema financeiro e a ganância dos bancos — personificados na população judaica. Denunciando o complô "judeu-bolchevique", o futuro ditador prometia a retomada de empregos e um horizonte glorioso. Para afastar a classe trabalhadora da influência dos sociais-democratas e comunistas, iniciou um movimento de massa que ganharia cada vez mais adeptos.

Anónimo disse...

Mais provas ainda que mostram que o pedrinho é um aldrabão desonesto:

O golpe de misericórdia contra os partidos políticos formados por trabalhadores aconteceu no dia 27 de fevereiro de 1933, em episódio conhecido como o "Incêndio do Reichtasg": os nazis acusaram os comunistas de incendiarem criminalmente o Parlamento Alemão — denúncia nunca confirmada pelos historiadores. Para trazer "paz à nação", o presidente Hindenburg baixou um decreto que suspendia uma série de direitos civis e dava plenos poderes ao chanceler Hitler. Após a morte de Hindenburg, em 1934, o austríaco acumulou as funções de presidente e se autodenominou Führer (Líder em alemão).

Afastada a influência comunista sobre os trabalhadores alemães, Hitler continuou seu plano nacionalista para manter o poder. Defensor da propriedade privada, o Partido Nazi proibiu as greves e extinguiu os sindicatos, unificando os trabalhadores organizados em um braço partidário do nazismo.

As grandes empresas do país, por sua vez, agradeceram a retomada da política industrial, que investiu cada vez mais dinheiro em pesquisa e produção de tecnologia bélica: no início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, a Alemanha contava com armamento superior aos seus inimigos europeus.

Enquanto a economia crescia, o Partido Nazista silenciava seus inimigos: no dia 10 de maio de 1933, milhares de livros foram queimados em praça pública, sob a justificativa de iniciar uma "purificação da literatura alemã". Obras de Albert Einstein e Sigmund Freud tiveram como destino o fogo da pira montada por estudantes alemães. O regime também perseguiria intelectuais e artistas considerados "degenerados": em uma mostra de 1937 realizada em Munique, obras modernistas foram expostas ao público para serem ridicularizadas — escolas artísticas como o cubismo, expressionismo, surrealismo e o design Bauhaus estavam na lista de obras perseguidas pelos nazistas.

Para manter sua relação de proximidade com a maior parte da população, os nazis utilizavam o entretenimento como ferramenta para controle da opinião pública. Sob a tutela de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda, os meios de comunicação reproduziam dia após dia o discurso de supremacia racial e o ultra-nacionalismo. Em grandes exibições públicas, filmadas e fotografadas por profissionais, o Partido Nazi acusava os "inimigos internos" judeus, ressaltava a superioridade ariana e iniciava sua plataforma rumo à expansão militar.

O resultado disso é bem conhecido: o início da Segunda Guerra Mundial, responsável por ao menos 50 milhões de mortes, além da perseguição e extermínio sistemáticos de judeus, ciganos, homossexuais, portadores de deficiências físicas e opositores políticos. Em tempos de pós-verdade, apenas a História pode nos ajudar a entender e superar os discursos de ódio e fantasmas que de vez em quando voltam para nos assombrar.

Anónimo disse...

Mais ainda:

Como se tornou possível na sociedade burguesa, em pleno século XX, a formação do regime nazi? Como foi possível a vitória do nazismo na Alemanha em 1933? Como se consolidou o seu poder num dos Estados mais poderosos da Europa Central? Como formaram um mecanismo específico de terror? Como criaram uma máquina militar gigantesca dirigida para a obtenção da dominação mundial? Quais as forças que promoveram e apoiaram Hitler e conseguiram desencadear um genocídio maciço?

Percebe-se que o pobre pedrinho queira esconder o papel do Capital no advento do nazismo. Prefere aquela idiotia da sua tese "socialista". E prefere elogiar as "realizações" nazis.

Notas soltas:
«Sem a acção conjunta dos industriais alemães e do partido nazi, Hitler nunca teria tomado o poder na Alemanha, nem o teria consolidado…” (Taylor, acusador público americano em Nuremberga, no dia 30 de Agosto de 1946).

«1. É falso que os grandes industriais alemães só tenham aderido ao nacional-socialismo no último minuto. Desde o início que eles eram seus protectores entusiásticos.

«2. Foi o apoio por parte dos grandes industriais e dos banqueiros que tornou possível ao nacional-socialismo alcançar o Poder.» (Conclusões da Comissão Kilgore do senado americano).

Factor decisivo para a carreira de Hitler, logo na primeira etapa, foi o facto de ele ter estabelecido as mais estreitas ligações com os capitalistas bávaros. Na altura ainda não conseguia chegar até às primeiras «trezentas famílias». Mas o facto de o futuro Fuhrer ter desde o princípio dado passos para estabelecer ligações com os grandes industriais tem uma importância vital.

Quando o grande capital necessita de uma determinada política, sempre aparece um político que corresponde às exigências do momento.

Nos anos 20 e 30 do século passado a encomenda social da reacção era clara: criação duma organização de massas que pudesse combater a sempre crescente influência das ideias do socialismo no povo alemão. O termo "socialista" foi utilizado precisamente por isso

A partir de 1925 Hitler e os nacionais-socialistas começaram a procurar activamente patronos entre os industriais do Reno e do Ruhr. Com pleno sucesso. Thyssen, Kirdorf, Kepler e Otto Dietrich, representantes dos grandes consórcios alemães, tornaram-se desde essa data agentes de Hitler nos meios do grande capital.

Desde o início da crise de 1929 todas as classes possuidoras da Alemanha guinaram fortemente à direita. A crise assustava-os. Sobretudo porque conduzia à radicalização das massas, à sua viragem para a esquerda.

Era o medo do comunismo que cegava e imbecilizava os políticos alemães. Tal como mais tarde, nos dias de Munique, esse mesmo medo cegou e imbecilizou os ministros ingleses e franceses.

No início da década de trinta surgiu a nada santíssima trindade nacional-socialismo-militarismo-imperialismo, de que falava o principal acusador americano em Nuremberga, o general Taylor.

É bem sintomático que, nos últimos dias do Reich fascista, não tenham sido destruídos os arquivos da Gestapo. Nem, a correspondência de serviço de altos dignitários nazis. Nem sequer os documentos pessoais da cúpula hitleriana.

Mas que tenham sido, isso sim, destruídos os livros de contas do tesoureiro do NSDAP, Xaver Schwarz. Nos quais eram diariamente registados os «donativos» dos monopólios alemães. O próprio Schwartz esteve detido numa prisão americana, de 1945 a 1947. Mas as actas dos seus interrogatórios nunca foram publicadas. «Não foi convenientemente interrogado» escreve a Wikipedia…

Pobre pedrinho. Não lhe basta ser o que é como é também o que parece ser

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Tu escreves só para encher chouriços não é ó estalinista ?"

Estas coisas como o pedrinho são o que parecem mesmo ser. Quando desmascaradas mais a sua ideologia e as suas cumplicidades com o nazismo, não conseguem mais do que acusar os demais. Deste jeito idiota mas profundamente revelador.

Pedrinho é assim uma espécie de lesma a rastejar na lama e a tentar colar no texto de outros os seus pergaminhos de admirador dos nazis.

Estes também acusavam todos os adversários com o colorido próprio de nazis. Comunistas ou judeus diziam estes . Estalinistas ou socialistas diz herr pedrinho

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Mas tu não conseguiste contradizer em nada as provas que apresentei."

Vamos às "provas" apresentadas pelo pedrinho?

"Socialismo pode ser apenas o controle da colectivdade sobre o mercado, através do estado.Neste caso o nacional socialismo era de facto socialismo, visto que o estado controlava o mercado e não o contràrio.Era o estado nazi que estabelecia os preços e os salários. O mercado de trabalho era controlado ao ponto de não se poder contratar ou despedir sem autorização do estado. Por outro lado o nazismo não destruiu o modesto estado social ensaiado por Weimar, antes o reforçou. Por isso sem dúvda que era socialsmo"

Aí em cima foram desmontadas e feitas em pó estas atoardas de ignorante primário.
Basta ler o já exposto.

Com algumas notas de gozo:

- Ignora pedro o que é "socialismo".
- Não sabe que o controlo de preços e os salários não definem socialismo.
- invoca um argumento reivindicado pela tralha liberal/ neoliberal. A questão dos preços e dos salários, com que os Mises costumam tentar provar o carácter "socialista" do nazismo

Ou seja, pedrinho, para além de reivindicar a sua condição de branqueador do nazismo, para além do seu ódio à esquerda e ao socialismo, é também um neoliberal. Replicando-lhes os tiques e as manhas.

E agora percebemos de forma mais completa o que de facto pedro é.

Anónimo disse...

Há mais?

Há.

Há aquele inqualificável argumento à verdadeiro conivente com o nazismo acerca do "estado social" dos nazis. Na sua paranóia de endeusar estes, vai ao ponto de escrever preto no branco: "isto era estado social ao nível mais elevado dos padrões da época".

Pobre herr pedro. Confunde estado social com um produto nazi, destinado a propagar o nazismo e a ser a incubadora do homem ariano. Exalta um produto que tinha como objectivo fornecer carne para canhão e como primado fazer a selecção eugénica da Raça Eleita

Como é que se pode considerar "estado social" ( e ainda por cima, o supra-sumo deste) um estado que cultiva o racismo e a superioridade rácica e que elimina deste, todos os de esquerda, todos os judeus, todos os tidos como indesejáveis pela pata nazi?

Como se pode enquadrar uma organização nascida para comemorar o aniversário de Hitler como um exemplo social, a menos que este exemplo seja para gerar monstrinhos ao serviço do reich e que por tal processo herr pedrinho esteja agradecido?

Repare-se na forma histérica como pedrinho nos acaba de dizer "que o nazismo era uma ditadura (!!!!!)" e de forma imbecil que "Grande novidade, pá. Ninguém aqui sabia...". Quando no entanto, algum tempo antes, tinha feito este elogio do "estado social" dos nazis, desta forma abjecta e verdadeiramente entusiasmado?

Tal como já manifestara a sua admiração pelo regime fiscal nazi, ao considerar de forma idiota, que neste pagavam "todos"?

Herr pedrinho apanhado nas suas próprias malhas. De branqueador do horror nazi ao entusiasmado fã do estado nazi. E deste, ao neoliberal escondido com o rabo de fora

Anónimo disse...

Diz pedro:

"A questão é que teu estalinismo também é uma ditadura ó inteligente"

Pobre herr pedro.

Mas quem aqui, neste post, é estalinista? Quem falou deste se o único a fazê-lo foi herr pedrinho?

E como diabo sabe o que é ou são quem lhe desmonta as manhas de conivente nazi e de submarino neoliberal?

É que enquanto com pedrinho é possível provar que este é de facto um branqueador do nazismo e um submarino neoliberal, já o contrário não acontece não se podendo demonstrar quem é ou não estalinista

Grande galo, hein ó herr pedrinho

Anónimo disse...

Diz pedro:
"No nazismo não havia sindicatos livres nem direito á greve ?No estalinismo também não.Logo, o facto do nazismo ser uma ditadura não é argumento contra o facto comprovado de a sua ideologia ter elementos de esquerda, porque ditaduras de esquerda houve-as ás dúzias."

Lolol. Que desespero idiota o deste pobre tipo.Ainda não percebeu que o que define o nazismo não é ser uma "ditadura". Teima em mostrar que é um ignorante. E esquece-se dos "elementos de esquerda" que invocou são afinal argumentos de direita baixa. Tal qual um neoliberal de pacotilha



Anónimo disse...

Diz pedro:
"Tu limitas-te a encher a caixa de comentários com coisas que nada têm a ver com que estamos a discutir para "ganhares" a discussão pelo simples volume de texto. Acontece que isto não é um campeonato a ver quem escreve mais linhas ó inteligente."

Isto não merece qualquer comentário. Acontece que isto não é um local para herr pedrinho mostrar a sua impotência em género de choradinho

Anónimo disse...

Diz pedro:
"Não apresentaste um único argumento para provar a tua tese de o nacional socialismo não possa ter elementos de esquerda na sua ideologia.e prática."

Parece que sim, parece que sim.

Para confusão, perturbação e desnorte do pedrinho que teve que ir buscar pseudo-argumentos à tralha liberal, lololol

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Uma ideologia que defendia o estado social"

Mais uma vez se repete pedrinho e se repete ao pedrinho: O que se defendia era outra coisa bem mais sinistra do que o "estado social"

Dá verdadeiramente asco pensar como se defende tal "estado" como social

Ah, estes tipos que acabam por confessar a sua admiração pelos nazis

Anónimo disse...

Diz pedro:

"que se apresentava como inimiga do capitalismo que praticou a submissão dos mercados aos interesses do estado"

Apresentava não apresentava ? Mas tudo isto era pantominice.Tretas. Como as tretas de um PPD a reivindicar-se de socialista. Ou de um pedro a passar por coisa "neutra" ou por coisa séria.

Vejamos:

Como o nazismo se apresentava como inimiga do capitalismo e pregava a submissão dos mercados aos interesses do estado se rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Os mercados alemães. Em função do patronato alemão?

Como seria isto possível se uma ordem (nem sequer em nome do Governo mas do Partido Nazi) foi emitida por Robert Ley como "Chefe de Gabinete da organização política do NSDAP,"aplicável à Confederação Sindical e à confederação dos Trabalhadores independentes que exigia a apreensão de suas propriedades e a prisão de seus principais líderes?

Como seria isto possível se os fundos dos sindicatos,incluindo fundos de pensões e benefícios foram apreendidos e os líderes sindicais foram enviados para campos de concentração?

Como seria isso possível se para os nazis, os proprietários das empresas deviam ser os "fuhrers" e os trabalhadores deviam ser os seguidores?
E os empreendedores-fuhrers deviam "tomar as decisões sobre funcionários e trabalhadores em todas as questões relativas à empresa" ?

Como seria isso possível se na realidade a Frente do Trabalho não defendia realmente os operários, o seu objectivo, conforme a lei, não era proteger o operário, mas "criar uma verdadeira e produtiva comunidade social. (…) A sua missão consistia em verificar se todo indivíduo seria capaz de (…) realizar o máximo de trabalho possível". A Frente do Trabalho não era uma organização independente, mas subordinada ao partido nazi, que conforme a lei de 24 de Outubro de 1933 deveria ser formada por funcionários do partido, da SA., SS., ou outros órgãos nazis

Como seria isso possível se a Lei Reguladora do Trabalho de 20 de Janeiro de 1934, chamada de Carta do Trabalho, cedeu vastos poderes ao patrão, convertendo-o no "líder da empresa" e os empregados nos "subordinados" ou Gefolgschaft. O parágrafo 2º dizia que "o líder da empresa tomava as decisões pelos empregados e trabalhadores, em todas as questões relacionadas com a empresa", também estabelecia que o líder da empresa fosse "responsável pela situação dos operários e funcionários", estipulando também que "os funcionários e trabalhadores devem-lhe [ao líder da empresa] fidelidade"?

Como seria isso possível se os salários dos operários eram fixados pelas juntas de trabalho, nomeadas pela Frente do Trabalho, que geralmente adoptavam os valores de acordo com os desejos do patrão, sendo que os operários não eram consultados?

Como seria isso possível se Hitler era a favor da conservação dos salários baixos, tendo declarado no início do regime nazi "não permitir nenhum aumento do valor do salário-hora, mas elevar o rendimento somente por um aumento da actividade". ( agora chamariam "produtividade" tal como o defendido pela tralha neoliberal?)

Como seria isso possível se em 1935 foi instituída a carteira de trabalho, sendo que nenhum operário poderia ser contratado sem possuí-la, a carteira informava o patrão todos os dados simples e empregos anteriores do operário e também, se o operário quisesse mudar de emprego, o patrão poderia reter sua carteira, impedindo-o de empregar-se legalmente em outro local?

Anónimo disse...

Como seria isso possível se os nazis utilizaram trabalho escravo em grandes empresas privadas,de grandes capitalistas, mostrando assim como era amiga do capitalismo alemão e que praticou a submissão dos interesses do estado aos mercados alemães?

Como seria isso possível se as administrações de grandes empresas geriam eles próprios o enorme caudal de trabalho escravo? Por exemplo, Richard Bruhn, então presidente do Conselho de Administração da Auto Union, foi o responsável directo pelo uso de trabalho forçado naquele período

Anónimo disse...

Parece assim que a treta vendida por pedro segundo a qual o nazismo se apresentava como inimiga do capitalismo e que praticava a submissão dos mercados aos interesses do estado resume-se a um idiotice replicada nos bas fond liberais.

Quem diria que pedrinho os frequenta assim tão amistosamente?

O fascismo é a forma mais brutal de capitalismo, no campo político e económico. Na Alemanha Nazi o estado funcionou como instrumento dos monopólios capitalistas para reforço do seu poder económico e político.

Exactamente o contrário do paleio de herr pedrinho

Isto não é uma hipótese, é um facto suportado pela história de quem apoiou politicamente e financeiramente os movimentos fascistas na sua ascensão ao poder, quem influenciava os regimes, quem veio a beneficiar financeiramente, etc. Mussolini e Hitler podem ter usado chavões anti-sistema (logo anti-capitalistas) na sua retórica, mas uma análise dos factos revela que não eram anti-capitalistas. Muito pelo contrário. Os instrumentos repressivos do Alemanha Nazi tiveram como seus primeiros inimigos os sindicatos e os partidos dos trabalhadores. Hitler nomeou em Mein Kampf o bastião do socialismo, a URSS, e os comunistas como seus inimigos primários, misturando essa raiva com as suas teorias racistas referindo-se absurdamente ao judaico-bolchevismo. Depois foi estendendo o alvo. Até se converter naquilo em que se converteu

Galo herr pedrinho. As bacoradas pagam-se sempre muito caro

Anónimo disse...

Ao contrário do que pedrinho diz, temos uma ideologia que era mesmo amiga do capitalismo mais feroz e que praticava a submissão dos interesses do estado aos grandes interesses económicos

Quem fornecia o pesticida Zyklon-B (cianeto de hidrogénio) colocado nas chamadas “câmaras de gás” utilizadas pelos nazis para exterminar milhões de judeus? A empresa alemã IG Farben, antecessora da mesma Bayer que continua a fornecer insecticidas mundo afora.

A ignorância em torno do socialismo não resiste a cinco minutos de pesquisa no Google. A mais recorrente mentira que a direita tenta espalhar e que encontra receptividade em jovens sem leitura, desconhecedores da história e que se contentam com meia dúzia de frases nas redes sociais, é que o sanguinário Adolf Hitler foi um socialista. Isto baseado na “genial” ideia de que o nome do partido dele era Partido Nacional Socialista.

A ascensão do nazismo de Adolf Hitler na Alemanha e do fascismo de Benito Mussolini na Itália durante os anos 1920, 1930 e 1940 só foi possível com a colaboração e o suporte financeiro de grandes corporações ainda hoje poderosas: BMW, Fiat, IG Farben (Bayer), Volkswagen, Siemens, IBM, Chase Bank, Allianz… Sem contar, é claro, com os grupos de mídia.
A estreita colaboração de industriais e banqueiros com os nazistas para perseguir e destruir o sindicalismo, os socialistas,os comunistas, a quem chamavam de “terroristas” era inegável Um detalhe: Hitler extinguiu o Partido Comunista alemão um dia depois de tomar posse.

A perseguição aos judeus não foi apenas uma questão racial, mas também tinha interesses económicos. Como os judeus integravam uma poderosa classe média na Alemanha de então, os nazis se utilizaram do racismo para fazê-los bode expiatório da crise, acusando-os de “roubar os empregos” dos alemães. O rei Emanuel III entregou o poder a Mussolini porque era o que queriam as indústrias do Norte da Itália. Para confrontar as massas de esquerda, era preciso criar um movimento de massas de direita. Que melhores líderes para isso do que Adolf e Benito?

No tribunal de Nuremberg, as empresas envolvidas com o nazismo foram submetidas a uma pantomima de condenação. Enquanto alguns oficiais nazis foram enforcados, quem entrou com o dinheiro para financiar a empreitada foi solto anos depois –os diretores da IG Farben (Bayer), que fornecia os químicos para matar gente, foram condenados a no máximo 8 anos.

Anónimo disse...

Defensor da propriedade privada, o Partido Nazi proibiu as greves e extinguiu os sindicatos, unificando os trabalhadores organizados em um braço partidário do nazismo.

As grandes empresas do país, por sua vez, agradeceram a retomada da política industrial, que investiu cada vez mais dinheiro em pesquisa e produção de tecnologia bélica: no início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, a Alemanha contava com armamento superior aos seus inimigos europeus.

Anónimo disse...

«Sem a acção conjunta dos industriais alemães e do partido nazi, Hitler nunca teria tomado o poder na Alemanha, nem o teria consolidado…” (Taylor, acusador público americano em Nuremberga, no dia 30 de Agosto de 1946).

«1. É falso que os grandes industriais alemães só tenham aderido ao nacional-socialismo no último minuto. Desde o início que eles eram seus protectores entusiásticos.

«2. Foi o apoio por parte dos grandes industriais e dos banqueiros que tornou possível ao nacional-socialismo alcançar o Poder.» (Conclusões da Comissão Kilgore do senado americano).

Factor decisivo para a carreira de Hitler, logo na primeira etapa, foi o facto de ele ter estabelecido as mais estreitas ligações com os capitalistas bávaros. Na altura ainda não conseguia chegar até às primeiras «trezentas famílias». Mas o facto de o futuro Fuhrer ter desde o princípio dado passos para estabelecer ligações com os grandes industriais tem uma importância vital.

Quando o grande capital necessita de uma determinada política, sempre aparece um político que corresponde às exigências do momento.

Nos anos 20 e 30 do século passado a encomenda social da reacção era clara: criação duma organização de massas que pudesse combater a sempre crescente influência das ideias do socialismo no povo alemão. O termo "socialista" foi utilizado precisamente por isso

A partir de 1925 Hitler e os nacionais-socialistas começaram a procurar activamente patronos entre os industriais do Reno e do Ruhr. Com pleno sucesso. Thyssen, Kirdorf, Kepler e Otto Dietrich, representantes dos grandes consórcios alemães, tornaram-se desde essa data agentes de Hitler nos meios do grande capital.

Desde o início da crise de 1929 todas as classes possuidoras da Alemanha guinaram fortemente à direita. A crise assustava-os. Sobretudo porque conduzia à radicalização das massas, à sua viragem para a esquerda.

Era o medo do comunismo que cegava e imbecilizava os políticos alemães. Tal como mais tarde, nos dias de Munique, esse mesmo medo cegou e imbecilizou os ministros ingleses e franceses.

No início da década de trinta surgiu a nada santíssima trindade nacional-socialismo-militarismo-imperialismo, de que falava o principal acusador americano em Nuremberga, o general Taylor.

É bem sintomático que, nos últimos dias do Reich fascista, não tenham sido destruídos os arquivos da Gestapo. Nem, a correspondência de serviço de altos dignitários nazis. Nem sequer os documentos pessoais da cúpula hitleriana.

Mas que tenham sido, isso sim, destruídos os livros de contas do tesoureiro do NSDAP, Xaver Schwarz. Nos quais eram diariamente registados os «donativos» dos monopólios alemães. O próprio Schwartz esteve detido numa prisão americana, de 1945 a 1947. Mas as actas dos seus interrogatórios nunca foram publicadas. «Não foi convenientemente interrogado» escreve a Wikipedia…

Anónimo disse...

Diz pedro:
( o nazismo) tinha uma "ala radical" que até advogava a nacionalização de amplos sectores da economia

Mais uma treta branqueadora, mais uma mentira negra.

Nos anos de 1920, o programa do NSDAP incluía elementos mais radicais ao capitalismo para atrair os trabalhadores. Contudo, antes mesmo de chegarem ao poder, em 1933, os nazis eliminaram essa ala à esquerda. O então chanceler Kurt von Schleicher buscou dividir o movimento nazi em 1932, tentando formar uma ponte entre o setor de Gregor Strasser, visto como um competidor de Hitler, e os sindicatos, os social-democratas e partes dos militares

A estratégia falhou. "Gregor Strasser, Ernst Röhm e muitos outros, que se apresentaram como revolucionários sociais, foram mortos na Noite das Facas Longas, em junho de 1934. Hitler sabia que precisava das elites conservadoras, das classes médias altas e dos industriais para seus planos expansionistas", diz Postert

Defensor da propriedade privada, o Partido Nazi nunca nacionalizou nada do Capital alemão...antes o protegeu, alimentou e serviu

Anónimo disse...

Diz pedro:
"É preciso se muito burro para não ver isto"

Sim,isso mesmo. "Se" muito burro.

Mas deixemos os "se" do pedro e as suas ruminações sobre a burrice própria, alavancada por frases vazias e insultuosas

Anónimo disse...

Diz pedro:

"O que se passa é que a ideologia esquerdista"

?

Ideologia esquerdista? Há a ideologia esquerdista?

Há a ignorância e depois a ignorância. E depois a ignorância da ignorância.

E depois há o pedro, lolol.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"A ideologia esquerdista tem malta tão fake como o Trump e o José"

São uns falsos. A ideologia e os fakes. Todas as ideologias têm fakes ( que expressão tão idiota assim usada pelo pedrinho, mas façamos-lhe a vontade).
E não há fakes sem ideologias?

Essa de catalogar assim Trump como fake, levanta uma questão ponderosa.

Será que o pedrinho está também a suavizar a opinião política a ter sobre Trump? Reservando-lhe apenas este qualificativo tão pobre que quase chega a ser carinhoso para com este?

Até se adivinha o pedrinho a imitar a Melania, quiçá com os seus próprios tiques:
"O Trump? Ah, o Trumpzinho é um fake"

Anónimo disse...

Diz pedro:

" tentam fingir que o nazismo não tinha pontos em comum para se apresentarem como os portadores de uma pureza virginal quando na verdade os regimes nazi e estalinista tinham uma série de pontos em comum."


Ahahahah

Ahahahah

No final herr pedro desmascarou-se. Deu uma facada à estado islâmico na sua própria argumentação. Auto-toureou o seu próprio paleio.

O regime nazi e o estalinista?

Mas não falávamos do regime nazi e da expressão "socialista"?Nacional-socialismo? Agora de tal forma investe pedro que passa súbito e em tropel para o "estalinismo"? Onde ficou o socialismo no meio disto tudo?

Este tipo é um aldrabão. Assim em letras minúsculas porque é demasiado medíocre

Anónimo disse...

Herr pedro não é só um branqueador do nazismo. Não é só um branqueador do papel do Capital na génese desse mesmo nazismo. Não é só um branqueador das relações profundas entre as grandes empresas alemãs e o nazismo

É também um ávido consumidor do argumentário neoliberal que replica de forma apócrifa.

E é também um tipo com um ódio assumido à esquerda em geral e ao socialismo em particular.

Quando de forma assaz idiota investe contra o "estalinismo" e os "estalinistas", algo que manifestamente nunca foi referido aqui, o que pretende é mesmo insultar e difamar a esquerda e o socialismo. Impotente para o fazer de forma frontal, depois de desmascarado, usa o velho argumento de sempre, o estalinismo, numa expressão macaqueada duma desonestidade a toda a prova.

Mas também duma impotência argumentativa verdadeiramente patética.

Pedro provavelmente é daqueles que dirá que não é de esquerda nem de direita.

É como define os nazis.

Será por isso que rejubila com os seus feitos no Estado Social, verdadeiro marco civilizacional para a época?

Pedro disse...

Estás mesmo numa de entupir a caixa de comentários com parvoíces não é ó troll ?

Como é óbvio, nem eu vou ler essa tralha toda.

Se queres resposta sintetiza. Se isso é o que parece e estás apenas a entupir a caixa de comentários para esconder que não tens resposta, vai bugiar.

Jose disse...

Cuco eu não te acho estalinista, és tão só lerdo.

Já te expliquei que uma das diferenças entre socialismo e fascismo era o papel atribuído à economia privada.
Ainda que não nacionalizem as empresas (explicando: o capital não é do Estado) regulamentam de tal forma as actividades (aquele sistema que sempre é reclamado pelos geringonços) que as empresas passam a trabalhar pelos critérios definidos pelo Estado.
Dizer que o Capital passa a trabalhar para o regime é não uma opção mas uma inevitabilidade.

Mas para te fazer feliz, digo mais devagarinho: o Capital trabalha para o Fascismo.
Fica na paz dos lerdos.

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Estás mesmo numa de entupir a caixa de comentários com parvoíces não é ó troll ?"

Não pedrinho ,o que estamos a fazer é denunciar um provocador, conivente com o nazismo, profundamente anti-comuna, obscenamente anti-socialista.

Para além de outros adjectivos mais vulgares. Mas como soi dizer-se, a imbecilidade reconhece-se à distância

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Como é óbvio, nem eu vou ler essa tralha toda."

É natural. A burrice é filha da ignorância. Ou será vice-versa? Da próxima vez é bom mostrar o cartão de cidadão do pedrinho para se poder tirar esta dúvida existencial

De qualquer forma já se tinha reparado que a mediocridade vai de par com a ignorância. Pedro de par com pedro.

Amén

Anónimo disse...

Diz pedro:

"Se queres resposta sintetiza. Se isso é o que parece e estás apenas a entupir a caixa de comentários para esconder que não tens resposta, vai bugiar."

(Lá está o pedro a cavaquear com a mamã e o papá e a mandá-los bugiar . Convenhamos que é feio)

A impotência é tramada. O coitado agora quer que lhe traduzam os comentários para o ignorante perceber. Ou estamos perante idiotia pura e dura?

Anónimo disse...

Herr pedro não é só um branqueador do nazismo. Não é só um branqueador do papel do Capital na génese desse mesmo nazismo. Não é só um branqueador das relações profundas entre as grandes empresas alemãs e o nazismo

É também um ávido consumidor do argumentário neoliberal que replica de forma apócrifa.

E é também um tipo com um ódio assumido à esquerda em geral e ao socialismo em particular.

Quando de forma assaz idiota investe contra o "estalinismo" e os "estalinistas", algo que manifestamente nunca foi referido aqui, o que pretende é mesmo insultar e difamar a esquerda e o socialismo. Impotente para o fazer de forma frontal, depois de desmascarado, usa o velho argumento de sempre, o estalinismo, numa expressão macaqueada duma desonestidade a toda a prova.

Mas também duma impotência argumentativa verdadeiramente patética.

Pedro provavelmente é daqueles que dirá que não é de esquerda nem de direita.

É como define os nazis.

Será por isso que rejubila com os seus feitos no Estado Social, verdadeiro marco civilizacional para a época?

Anónimo disse...

Volta jose tentando estabelecer de novo um misterioso diálogo com um tal cuco

Apoquentam-lhe os sonos?

E depois este tratamento coloquial em que dá as mãos ao pedro. Aprenderam-no em convívio fraternal entre ambos?

Que não se tirem ilações deste facto que os une, para além da evidência da sua irmandade.

E educação

Anónimo disse...

Infelizmente jose opta por se desviar para coisas como "lerdo".

E para as explicações do próprio.Talvez ao próprio?

Ou talvez tão só resulte na tentativa de jose de contenção dos danos causados pelas idiotices inenarráveis desse tal pedro?


Embora pareça mal-educado,vamos intervir na conversa entre esse tal cuco e este jose.

Parece que já expliquei a este jose que uma das diferenças entre socialismo e fascismo era o papel atribuído à economia privada. Mas de facto não só

Não nacionalizam as empresas porque são os próprios donos das grandes empresas, os mais agressivos,os mais canalhas,os mais ligados à violência e ao seu culto que dominam directamente o próprio governo.

O fascismo é a forma mais brutal de capitalismo, no campo político e económico. Na Alemanha Nazi o estado funcionou como instrumento dos monopólios capitalistas para reforço do seu poder económico e político.

Regulamentam as actividades de acordo com vários níveis. Ou utilizando o corpo repressivo do estado( em Portugal, pela Pide por exemplo, ou pela GNR) de forma formal ou informal. Basta quantas vezes um simples telefonema para que a horda de capangas vá liquidar algum agente sindical mais problemático para a prosperidade dos negócios do Capital. Mas também condicionam a actividade de outras empresas que passam a trabalhar pelos critérios definidos pelo Estado, ou melhor, pelo Capital que se apropriou do poder.

Por isso estes sectores do Capital que dominam o estado fascista são alimentados por uma máquina de horrores.

Por isso por exemplo Richard Bruhn, então presidente do Conselho de Administração da Auto Union, que incluía a Audi, foi o responsável directo pelo uso de trabalho forçado naquele período. Era ele que comandava directamente as ordens para o suprimento do trabalho escravo


"É bem sintomático que, nos últimos dias do Reich fascista, não tenham sido destruídos os arquivos da Gestapo. Nem, a correspondência de serviço de altos dignitários nazis. Nem sequer os documentos pessoais da cúpula hitleriana.

Mas que tenham sido, isso sim, destruídos os livros de contas do tesoureiro do NSDAP, Xaver Schwarz. Nos quais eram diariamente registados os «donativos» dos monopólios alemães. O próprio Schwartz esteve detido numa prisão americana, de 1945 a 1947. Mas as actas dos seus interrogatórios nunca foram publicadas. «Não foi convenientemente interrogado» escreve a Wikipedia…"

O resto é ler aí em cima

Pedro disse...

Isso é precisamente o que eu estou a tentar explicar ao estalinista. Não dá para perceber porque ele está a fazer "spam" enchendo de tal maneira a caixa de comentários que já ninguém percebe nada da conversa. A ideia dele é mesmo essa.

O que disseste é a definição correcta da doutrina económica do nacional socialismo e é por isso que é inegável que é uma forma de socialismo e que a sua doutrina tem uma forte componente esquerdista.

O que não quer dizer que seja uma ideologia de esquerda.

O esquerdismo é essencialmente centrado em aspectos económicos e igualitários enquanto o nazismo é essencialmente uma doutrina herárquica racial.

É tão errado afirmar que é de direita como de esquerda.