segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Um evangelista do mercado

O que cria comunidade, “comum-unidade”, numa sociedade? Já sabíamos uma resposta do Professor Calvão da Silva, num justamente célebre momento do negócio dos pareceres: “liberalidades” de milhões de euros, como a que foi dada pelo construtor José Guilherme a um banqueiro amigo chamado Ricardo Salgado.

Ontem, no cenário “demoníaco” de Albufeira, ficámos a saber mais uma resposta do Ministro da Administração Interna Calvão da Silva para a magna questão da modernidade: Deus e o negócio dos seguros. Enfim, é preciso mesmo expulsar rapidamente esta gente do governo.

8 comentários:

Edgar disse...

Está a trabalhar para o futuro que não vai aquecer o lugar.

Paulo Marques disse...

Como bem levantaram no Aventar, os seguros não cobrem acidentes naturais.

meirelesportuense disse...

Mas não repararam nos tiques de vedeta nos segundos antes de perceber que ia entrar em directo, sorrisos nada em-baraçosos e perguntas do tipo: -Desculpem -que gira tempestade-, para que câmara devo falar?...P'r'àquela, ou p'ra esta?...

Eu disse...

ESTE É QUE É MALUCO!!!!!!!!!!!!!!!!!

O ministro da Administração Interna, Calvão da Silva, o qual, apesar de estar a prazo muito curto no governo, deu ordens para que estas forças de segurança lhe preparassem uma cerimónia oficial de boas vindas. E tem que ser ainda esta semana, antes do governo cair.

E tem que ser ainda esta semana, antes do governo cair

No comando-geral da GNR e na direção nacional da PSP a vontade do ministro foi recebida com um irónico "apreço" e os preparativos já começaram. "Nunca nenhum ministro nos visitou tão depressa, depois da tomada de posse.
fonte:
http://www.dn.pt/portugal/interior/calvao-da-silva-ainda-quer-cerimonia-de-boasvindas-na-gnr-e-na-psp-4866907.html




meirelesportuense disse...

Valha-nos Nosso Senhor...

Eis o perfil "do homem", descrito pela "página" do Colégio de Lamego onde estudou:

"À laia de Tony Carreira “que canta o menino nascido numa pequenina aldeia perdida na Serra”, João Calvão começou a contar uma linda história de encantar, de uma também pequenina aldeia de Montalegre, onde nasceu em 20 – 02 – 1952, filho de agricultores que trabalhavam de Sol a Sol, em via-sacra de amor pelos filhos, musculados pela força da enxada que cava a terra dura. Noite dentro, ao som do piar das aves esquisitas próprias daquela região Barrosã, comiam uma malga de caldo reforçada com chouriço transmontano, lavavam os pés, rezavam o terço e deitavam-se nos lençóis brancos da honestidade."

-Sinceramente, eu que pensava que o Salazar tinha morrido em 1970. Afinal havia muitos mais, uns já nascidos na época, outros a tentar ser produzidos "à razão de não sei quantos milhares por minuto" em todo o meu querido Portugal.

Dias disse...

A expressão gestual deste evangelista do mercado, e o teor das suas intervenções após a catástrofe (o planeamento e a protecção civil não interessam nada!) , mostram-nos que estaríamos perante um Diácono RemédioZ. Felizmente para nós, e já se faz tarde, ele que vá pregar para outra freguesia…

António Dias disse...

Temos de concordar que o ministro Calvão deve ser creditado por um invento que irá salvar toda a Humanidade: a criação de um seguro contra danos causados por obras de Satanás! Deo gratias, aleluia!

Anónimo disse...

45 anos depois do botas bater a bota, o fedor bafiento ainda por aí anda a empestar o ambiente político. Sempre e ainda o espírito do santo Mefistófeles. Gatuno do diabo!