segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Deixar um cêntimo, de gorjeta, na mesa do café

«Portugal vai doar 25 mil euros para a reconstrução de Gaza. Quanto terá custado a deslocação do secretário de Estado dos Assuntos Europeus e da sua delegação à Conferência de Doadores, onde este anúncio foi feito? Em lugar desta ridícula contribuição, os palestinos teriam apreciado muito mais se o governo português tivesse elevado a sua voz no auge dos bárbaros atos de devastação que Israel provocou naquele território. Portugal pode não ter dinheiro, mas deve mostrar que tem princípios.»

Francisco Seixas da Costa, Simbolismos

8 comentários:

Jose disse...

Mandar um cônsul ou um diplomata na região ao evento teria bastado.
Quanto ao cheque, quem paga os foguetes ao Haamas que faça também a festa dfa reconstrução.

Anónimo disse...

Não podem ser ignorados, não devem ser ignorados os actos bárbaros, criminosos, inqualificáveis do estado de israel.
Os números e os dados estão aí ao dispor de todos.

Seixas da Costa tem toda a razão quando fala no silenciamento do governo português.
Noutros tempos, noutros tenebrosos tempos, também se calou perante os crimes do governo nazi na alemanha. Aguns poderiam dizer que deconheciam o que se passava.Agora só o fundamentalismo extremista pode negar os factos
"Os bombardeios do exército de Israel em Gaza deixaram 408 crianças mortas e 2.500 feridas, segundo a Unicef, que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.
"O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundida", a última ofensiva israelense em Gaza, entre 2008 e2009, na qual 350 menores morreram, afirmou Pernille Ironside, chefe da Unicef em Gaza.
"A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que estes números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos".

Os também fuzilavam civis como "castigo" quando os da resistência efectuavam atentados contra os ocupantes....alguns destes nazis foram posteriormente fuzilados como criminosos de guerra

De

Anónimo disse...

O que é que os "foguetes" do Haamas têm a ver com a destruição de ESCOLAS, Hospitais, e milhares de casas de civis?

Israel a seguir o exemplo dos nazis no Gueto de Varsóvia....

Diogo disse...

Nalguns aspectos claramente demarcados, o actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.

Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, "É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho." O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.

O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.

Na realidade, um Estado israelita em constante estado de guerra - tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos, está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.

Israel recebe actualmente (oficialmente) três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.

daniel ferreira disse...

"Anónimo disse...

O que é que os "foguetes" do Haamas têm a ver com a destruição de ESCOLAS, Hospitais, e milhares de casas de civis?

13 de Outubro de 2014 às 18:40"

Tudo! Ficou por diversas vezes provado que era dessas mesmas escolas, hospitais e milhares de casas de civis que se lançavam os foguetes com que o Hamas atacava Israel

" Unicef, que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica" - podemos contabilizar o nº de crianças israelitas que também precisam de ajuda psicológica devido aos ataques constantes do Hamas? Só para comparação?

http://lisboa-telaviv.blogspot.pt/
http://amigodeisrael.blogspot.pt/

Anónimo disse...

O José continua alegremente a reaccionar.
Pensava que já tinha ido dar uma volta ao bilhar grande mas afinal continua a mandar as suas bacoradas.

Anónimo disse...

Com o devido respeito não pode passar.

O sionismo é uma doutrina criminosa.

Comparar propaganda sionista com dados de organizações internacionais é simplesmente patético.
E sobretudo revelador que a propaganda do estado israelita está confinado aos "amigos"

Que Daniel ferreira se tiver coragem ponha aqui o número de crianças israelitas vítimas da guerra.
E depois que compare os números com as vítimas do lado palestiniano

Simplesmente obsceno

De

Anónimo disse...

Por exemplo:
"ONU: Ataques de Israel contra Gaza podrían constituir "crímenes de guerra"

"Hay una posibilidad fuerte" de que los ataques de Israel contra Gaza constituyan "crímenes de guerra", ha denunciado la alta comisionada de la ONU para los derechos humanos, Navi Pillay.


Mas o que é chocante, verdadeiramente chocante e que desmonta a propaganda dos alvos mlitares escondidos entre os civis :
Israelíes manipularon un video para justificar su ataque a un hospital en Gaza

Un video difundido por el Ejército de Israel para justificar su mortífero ataque de julio pasado contra el hospital Al Wafa, en Gaza, tiene en realidad más de cinco años de antigüedad y fue grabado durante la operación Plomo Fundido.

Una investigación del proyecto internacional Truth-out reveló que tanto el vídeo como el fragmento de audio ofrecidos como justificación fueron manipulados por los militares para encubrir el hecho de que mostraban otros acontecimientos. Las figuras que aparecen al lado del hospital o entrando y saliendo de las instalaciones se encontraban en el escenario a comienzos del año 2009 y no este julio.

Según los israelíes, el hospital geriátrico y de rehabilitación Al Wafa supuestamente cobijaba a un grupo de militantes del ala armada de Hamás que presentaban amenazas para Israel. Alegaron que los extremistas palestinos habían convertido el recinto médico en una instalación militar, lo que daría al Ejército israelí derecho a atacarlo.

Mientras tanto, según los datos oficiales de los cuerpos sanitarios de la Franja de Gaza, el ataque resultó una de las peores masacres de la campaña militar de este año. En los días 20 y 21 de julio al menos 120 palestinos perdieron la vida en el barrio de Shujaya, donde se encontraba el hospital. La tercera parte de las víctimas fatales fueron mujeres y niños.

El portavoz de las Fuerzas de Defensa de Israel dijo a los blogueros de Mondoweiss (Francia) que algunos misiles lanzados por Hamás "procedían de las inmediaciones del hospital, de un punto situado a unos 100 metros de distancia de este". Una serie de imágenes divulgadas por los militares el 19 de agosto descubre que los dos supuestos lanzadores de misiles estaban situados a más de cien metros del recinto.

Incluso si los cálculos de los peritos artilleros hubieran sido exactos, los datos disponibles serían suficientes para impactar en los blancos con misiles de alta precisión sin causar ningún daño al hospital. En otro caso, ocurrido el 9 de agosto, un proyectil destruyó una instalación lanzadora colocada en la zona sin causar daños colaterales y sin damnificar la mezquita que se encuentra a unos pocos metros del lugar de impacto.

Pero la intención, creen los investigadores del proyecto Truth-out, fue exactamente esa: atacar el hospital. La prueba es la llamada que el director del recinto, Basmán Alashi, recibió con antelación. Un representante del Ejército israelí le preguntó cuánto tiempo necesitaba para evacuar a los pacientes. Los médicos procedieron a la evacuación solo después de que la tercera y la segunda planta estuvieran gravemente dañadas y el humo hubiera llenado las salas.

El edificio sanitario fue impactado por un total de 15 misiles.

Aqui:
http://actualidad.rt.com/actualidad/view/139547-israel-manipulaciones-video-ataque-hospital-gaza

Infelimente há muito mais

De