sábado, 12 de março de 2016

A coerência do Pingo Doce num 8 de Março


«O pingo doce decidiu oferecer hoje, 8 de março, um desconto a todas as mulheres que comprassem detergentes e produtos para bebé. Detergentes e bebé, só e apenas. Alguém avise o pingo doce que a 8 de março se celebra o dia da mulher e não o dia da dona de casa.» (Pedro Sales)

Perfeitamente alinhado com as suas orientações estratégicas mais consolidadas, que contribuem para a definição de todo um perfil (e de todo um programa) - do planeamento fiscal à precariedade, do moralismo austeritário a subliminares investidas ideológicas, apresentadas como ciência) - o Pingo Doce já não surpreende ninguém. Nem no 1º de Maio, nem no 8 de Março.

18 comentários:

Adília disse...

de facto é quase inacreditável que em 2016 ainda se pretenda celebrar o dia da mulher reenviando-a para as tarefas que historicamente as excluíram do espaço publico e da participação na vida política. Mas está em consonância com aqueles que fazem lucros em Portugal e pagam impostos na Holanda ou em outro "paraíso" fiscal. Também não se apercebem que ao procederem dessa maneira estão a fraudar os legítimos interesses dos trabalhadores que os ajudaram a criar esses lucros, na medida em que a redistribuição deixa de ser efetiva através de serviços sociais que os impostos de todos devem pagar.

Jose disse...

Isto tem de acabar!
Onde no orçamento está a verba para as investigações sobre o útero artificial?
A mulher continua, apesar de todos os avanços ideológicos, a ser reconduzida à sua condição de parideira.
Avante pela igualdade!
A cretinice vencerá!

Anónimo disse...

O das 11 e 15 manifesta mais uma vez uma sentida comoção pelo Soares dos Santos.
Qual reflexo pavloviano ei-lo que salta num avante pelos avanços ideológicos da cretinice mal ouve falar num dos seus ídolos. Incontinente.

Porque este post toca em duas coisas sagradas para o referido sujeito:
-O Soares dos Santos , seu mestre na arte de fuga aos impostos como manifesta e justa auto-defesa do grande patronato
-O lugar devido às mulheres, pelo qual se bate há bastos anos ( contrariando os próprios preceitos maternos).
Teorizava em Setembro de 2013:
Os antigos tinham aqueles preconceitos acerca do género que muito provavelmente os levou a:
- Ter uma formação que desse bons soldados
- Ter uma formação que desse boas esposas e mães de soldados"
O mundo ideal para ele,esse dos antigos e dos seus preceitos.

A prova provada que no caso particular dele a ultima afirmação venceu mesmo?

Anónimo disse...

Já fez tempo para estas coisas acontecerem!
Já e´ tempo de fazer acontecer a “Verdade Democrática”!
Quando em alvores da XXIª Centúria as demandas sobre as mulhere vs homens parecem estar num estádio embrionário, mal vai a democracia …
Ao se projectar para o espaço politico e não para o espaço cultural, esta questão “de género” vai perdurar ate´ a eternidade…
Na minha opinião alguém quer fracionar o que a natureza juntou.
Ambos, somos a humanidade concreta, somos a formação do Todo… por que então tanta celeuma? Já minha avo´ me dizia que as “Cadelas apressadas parem sempre os cachorros cegos”.
Não vejo como legislar sobre esta matéria sem que se tenha em conta a raiz cultural que a precedeu.
Poder-se-á por ventura ignorar que toda esta pilheria tem sido espicaçada pelos Terratenentes, os Guardiões do Templo, ou seja, o sistema capitalista logo nos seus alvores?
Todavia há lugar no espaço cultural português para alavancar ou iniciar uma nova já velha noção humanística. Vamos a isso..! de Adelino Silva

Jose disse...

O coitado das 12:07, falho de ideias, parasita as ideias alheias, ora bajulando ora pervertendo.
Uma espécie de cuco ideológico.

Anónimo disse...

o pingo doce é bom é bom ée, diz o avô e diz o josée

Anónimo disse...

Denunciar os amancebados interesses comuns, ideológicos e não só, entre quem fala em cucos e Soares dos Santos não é parasitar ideias.
É identificar o registo de salta-pocinhas, papvloviano até ao ridículo, pelos ídolos e os comparsas.

Se depois o registo de admiração tola sobre os antigos, os soldadinhos e as mães dos soldadinhos constitui um corpo doutrinário próprio a necessitar de direitos de autor isso é que ainda me parece mais disparatado.
Porque ninguém quer comungar de tais "pérolas". Porque também Mussolini as subscreveu e a sua liturgia em torno dos soldadinhos redundou na entronização do Fascio.

Apaixonante esta reivindicação ultrajada, quiçá mesmo piegas,desta velharia bolorenta machista e imperial,lolol.

Anónimo disse...

José:

abraços ao duarte lima, dias loureiro, oliveira costa,espirito santo,.....................

Anónimo disse...

Parasitar as ideias alheias, bajulando ou pervertendo????

Qual carapuça. Expondo-as fotograficamente como testemunho dos caminhos ínvios, apodrecidos,feitos de aldrabice e pesporrência, ideologicamente marcados mas escondidos no baú à espera de dias melhores para surgirem de novo à luz do dia em toda a sua plenitude ditatorial.
O iluminar o trajecto de um "carreirista" desta marca, mal assumido troca-tintas ao sabor do púlpito e dos objectivos é também uma forma de mostrar como estas "coisas" funcionam e do que esconde o ovo da serpente.

Sobre a "condição da mulher", o "tento na língua" e a "legitimidade do agressor", escrevinhava este invocador dos cucos em Setembro de 2013:

"Suspeito que a mulher - na gloriosa senda da sua libertação - terá esquecido o prudente 'tento na língua' que no passado lhe era vivamente recomendado,
A genética tem as suas leis, e a língua de mulher pode facilmente configurar-se como matraca que o homem sente como ilegítima agressão!"

Anónimo disse...

sabujo zé
já ninguém te entende
porque odeias toda a gente ?
vai a um psiquiatra, sabujo zé, procura ajuda que estás doente
sabujo zé...vou passar a chamar-te doutra forma mais descritiva
cagalhão zé...pode ser ?
claro que a cretinice não vencerá
gajos como tu nunca fizeram história
sempre a direito até ao mar

Anónimo disse...

Em minha opinião enquanto persistir esta desigualdade a democracia não passa de um triste arremedo.
Esta questão fere profundamente a democracia, deve ser vista globalmente e em particular na área religiosa. Veja-se por exemplo no culto das duas maiores religiões – o cristianismo e o islamismo – as mulheres são simplesmente arredadas de qualquer actividade proficiente.
Alias, os próprios partidos políticos, os condutores da actual democracia, tem uma prática semelhante. Tanto que só recentemente alardearam como vitoria o tal processo das cotas no feminino…
Quando erigimos este tema para debate, devemos ter em vista que falamos de milhares de milhões de seres humanos… e que não e´ fácil eliminar esta Aberrante cultura com milénios de existência.
Aprofundemos! De Adelino Silva

Jose disse...

Ó cuco, como se passa de «...ilegítima agressão» para "legitimidade do agressor"?
Trafulha!

Anónimo disse...

A vida de muita gente que o mandante da revista egoísta e com todos os negócios do Casino realizou o maior despedimento colectivo para seu beneficio destruindo a vida desta gente com a corrupção paga por OFFSHORES.

Anónimo disse...

Só se volta a este assunto porque está em causa a dignidade das mulheres

O que preocupa quem diz as pesporrências denunciadas é a treta sobre a "legitimidade", exposta aí em cima e embrulhada num "cuco"?

"o homem sente como ilegítima agressão!" Temos assim que o tal homem,soldadinho de chumbo e filho dilecto das mamãs dos soldadinhos, sente a agressão ( a agressão?) como "ilegítima". A pergunta para cinco euros é:
O homem(zinho),sistematicamente defendido no seu entronamento de machista repelente,age de acordo com os mandamentos do que considera ser uma reacção à agressão considerada "ilegítima". E como agirá o tal referido "agressor""?
(Como age o grande patronato como medida de auto-defesa perante a carga fiscal?
Como agiria o próprio que anda aos cucos e que, candida mas enraivecidamente, exala estas pérolas defendendo a legitimidade do agressor?Cito ipsis verbis "Às bestas serve-se a força bruta se forem insensíveis a outros meios" ?)

Mas a fuga escondida com o trafulha (cito) de rabo de fora tem tantas continuações que até dói.A uma comentadora que se manifestou chocada com este convite directo à pesporrência "legítima", respondeu o referido "trafulha":
"não fora aquele período do mês em que andas com as hormonas aos saltos e nem te lembravas que há géneros e suas condicionantes!"

Ou esta perante outra comentadora que se manifestou mais crítica com tal comentário:
"Com uma língua dessas...já deves ter enfardado! Tento na língua...!"

A legítima e a ilegítima tem destas coisas. A legitimidade do agressor aqui defendida precisamente por um deles?


Carlos Duvrait disse...

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Antonio Cristovao disse...

Agora que se foi o Cavaco temos que arranjar aqui um bombo.Dá sempre jeito para se dizer mal , quando não há nada para transmitir. A porra é que os bifes lá são mais baratos e melhores.

Jose disse...

Ó cuco da triste figura, fica-te na tua imbecilidade.

Anónimo disse...

O bombo foi já aqui abordado pelo "bombinhas qualquer coisa . A repetição do tema obriga à repescagem:
"Bombo da festa que foi Cavaco"? Tchtchtch...que estremecimento enternecedor perante Cavaco, que, coitado, seria apenas um pobre tambor nas mãos da esquerdalhada. Aqui mistura-se alguma cumplicidade (agora envergonhada)com a impotência pelo facto de não poder ocultar aquilo que Cavaco de facto foi.

A novidade é mesmo a "porra e os bifes". Mais baratos lá sabe-se lá onde.
Quanto ao não haver nada para transmitir ...é desligar a TV e a boçalidade lá transmitida.

O cuco da triste figura,provavelmente filho também da pena de Cervantes terá também destas coisas. Assombra quem sofre de algum padecimento reumático resultante do longínquo dia 25 de Abril. A fuga do coitado para os braços da imbecilidade é apenas o menor dos males porque o retrato é de facto impiedoso