domingo, 29 de novembro de 2020

Tempos difíceis

1. Vale a pena recuperar, nos dias que correm, este texto de João Ferrão sobre o processo de difusão do Covid-19 e a importância do território. Nele se sugere que num primeiro momento a incidência da pandemia resultou da maior exposição das áreas metropolitanas ao exterior (sobretudo a AMP), seguindo-se a propagação para contextos com dinâmicas mais relevantes de interação regional e nacional (em particular as cidades médias), criando as condições para formas de contágio generalizadas e difusas, em função da suscetibilidade e vulnerabilidade de outros espaços.

2. De facto, se no início se registou uma maior incidência da pandemia no norte litoral, a par de alguns concelhos na AML e outros pontos mais específicos, a segunda vaga carateriza-se por uma incidência mais generalizada e dispersa, a par da anterior prevalência de certos contextos. O que quer dizer que se na primeira fase os surtos eram mais definidos e delimitados (fábricas, lares, festas, etc.), facilitando o rastreio, na segunda prevalece o contágio mais difuso e de micro-escala (agregados familiares e comunidades), associado a um certo relaxamento social na sequência do desconfinamento e ao regresso à «normalidade», e por isso mais difícil de rastrear.


3. Quer isto dizer que faz hoje ainda menos sentido que na primeira vaga o foco mediático em eventos pontuais e únicos - do 25 de abril ao 1º de maio, do 13 de maio à Festa do Avante, ou do 13 de outubro ao Congresso do PCP - quando o maior risco de descontrolo da pandemia advém de um contágio generalizado e disperso. Não é a mesma coisa - ainda que se compreenda o sentimento de injustiça - permitir a celebração de um 13 de maio em Fátima (isto é, num dia e num local precisos), e autorizar missas e funerais por todo o país, em que se torna impossível verificar e garantir o cumprimento das normas de segurança, nos diferentes dias e locais em que esses eventos ocorrem.

4. Sabemos bem, contudo, que esta obssessão mediática por eventos únicos em contexto de pandemia (o episódio mais recente é o Congresso do PCP) não é inocente nem isenta, visando precisamente alimentar a crispação social. O que, de um ponto de vista pedagógico, é duplamente perigoso. De facto, esta obsessão mediática dirigida não só é desiformativa em relação aos processos e formas de contágio mais relevantes (atribuíndo um risco a eventos únicos e pontuais que estes não têm), como promove uma equivalência de eventos (de natureza partidária e os outros), que desvaloriza pilares essenciais da democracia. Desta forma, os tempos tornam-se ainda mais difíceis.

37 comentários:

Tavisto disse...

O vírus não é particularmente perigoso para os infetados nos mais variados eventos que ocorrem pelo País fora. É sim para os que ficam em casa ou nos lares, por já não terem saúde para ter uma vida social ativa. O perigo não está na ida, mas no regresso a casa.

Nuno Carvalho disse...

Sr. Nuno Serra, você já imaginou o quão cruel e paradoxal é determinar como uma das razões para o contágio difuso do vírus os funerais de pessoas que morreram por não Covid-19, mas por outras doenças que não foram tratadas à custa do combate à epidemia do Covid-19? Começa a ser estranhíssimo que você não consiga introduzir, de modo intelectual, as questões da circulação no problema da difusão do contágio. Isso chega a ser até bizarro, para alguém que prepara uma dissertação sobre "O Imaterial e o Político na Economia das Cidades", não antever uma relação forte entre a circulação de capital e circulação de pessoas do capitalismo contemporâneo. E o mais insensível de tudo é o seu "relaxamento" crítico perante os preenchimentos a cor que faz nas divisões administrativas, como é tão típico dos positivistas quantitativos. Mas olhe que essa insensibilidade vem por ignorância... se você não fosse ignorante, saberia muito bem que os "funerais autorizados" enquadram-se no tipo de "surtos mais definidos e delimitados" - sabe porquê? porque as pessoas escrevem o seu nome no livro de registo e lembrança do próprio funeral, permitindo isso rastrear. Tempos difíceis são aqueles que perdemos lendo... enfim.

Anónimo disse...

Este Nuno Carvalho não é aquele que comenta sem ler aquilo que comenta?
E que série de asneiras. Ainda por cima sem serem em holandês

JE disse...

Nuno carvalho ou aonio eliphis ou joão pimentel ferreira ou uma série de outros nicks tenta reproduzir por aqui a estratégia de Bolsonaro. Multiplica-se como se multiplicam as asneiras do que debita.
Mas confessemos que as suas idiotices são uma das suas imagens de marca.

Nuno Carvalho disse...

Anónimo, eu comentei a publicação e não o texto, para que o autor (N.Serra), daqui para a frente, deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares, os pontos de equilíbrio e as percentagens. Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim. Mas, já agora, deixe-me aproveitar para escavar um pouco mais a questão. As primeiras publicações do N. Serra sobre este assunto, que correspondem à primeira vaga de contágio, eu republiquei-as no meu facebook, porque as achei correctas e incisivas para formar uma boa opinião política à esquerda. Só que nesta segunda vaga não (e talvez por isso as venha criticar) - Porquê? Por causa do termo "difuso". Quando lemos esse termo é meio caminho andado para sabermos que o autor não entende do que fala, ou para que o autor começe a disparatar explicações sobre um qualquer fenómeno (e foi esse o caso). Acontece que "difusão" é uma ocasião simultânea de diferentes coisas (daí o erro dele em procurar um "equilíbrio") - e quais foram as diferentes ocasiões/explicações do sr. N. Serra? Foi o "relaxamento social" (seja lá o que isso signifique) e não as opções governativas, e também foram as "missas e funerais autorizados" (por quem?). Bom, eu até percebo que N. Serra queira aqui atacar os "imaterialistas"... só que esse acirramento é uma coisinha típica dum comunista saloio de 80 anos. Eh pah, talvez o problema seja meu em exigir mais da esquerda, mais radicalidade, mais dialética, e até um pouco mais de cultura holandesa. Sim... ser de esquerda é difícil, porque é preciso saber um pouco de tudo. Anónimo, sabe o que é falar em holandês? É falar com esse metodozinho quantitativo sobre o território que o N. Serra utiliza - Sabe porquê? porque a holanda é plana.

JE, você por acaso não quis dizer as estratégias do Steve Bannon? Deixe-me dizer-lhe já que não. Nem Bannon nem Bolsonaro - livrai-me de tal desgraça! Sou comunista, JE... Agora que você se admirou, leia de novo o texto e compreenda que a minha crítica é bem localizada sobre o texto da publicação. Não é uma crítica geral da publicação. Sabe qual é um dos problemas da esquerda actual? São os cirandeiros(as) como você, que não gostam de usar a cabeça para pensar, e apenas querem papaguear baboseiras. A esquerda tem a obrigação de ser reflexiva e inteligente. A esquerda tem sempre que ser um terreno fértil, e a ser útil para gente que o saiba lavrar. Por isso, não precisamos de si. Vá ocupar-se com canais de entretenimento. Isto não é lugar para cirandeiros(as). Andar...

JE disse...

Mais uma vez o "nuno carvalho" faz aquelas fitas de vestal assim vestal tipo vestal

Tipo isso mesmo. De travesti holandês

Sorry mas não passa

A 26 de Novembro de 2020, um sujeito com o nickname de "nuno carvalho", perante um post de Nuno Serra começa assim o seu comentário:
"vou aqui comentar sem ter lido o texto na íntegra..."

Só se conhece um aldrabão desta "qualidade" por aqui: Aonio eliphis pimentel ferreira etc etc etc

O blablabla que se segue a esta frase portentosa confirma o que se diz. As idiotices têm uma marca registada

JE disse...

Começa agora este "nuno carvalho" por responder assim a um anónimo que lhe destapou a careca:

"Anónimo, eu comentei a publicação e não o texto, para que o autor (N.Serra), daqui para a frente, deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares, os pontos de equilíbrio e as percentagens. Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim"

Sério? Comentou o texto que não leu ou comentou a publicação que também não leu?

Mas comentou a publicação ou o texto ( que não leu) porquê?

Citemos "nuno carvalho":
Para que o autor ( N.) Serra daqui para a frente deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares e blablabla...

Ora bem

http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2020/11/do-equilibrio-dificil-entre-saude-e.html

O texto em causa não é de Nuno Serra.

Este transcreve um artigo de Luís Campos.

Não há qualquer análise de regressões lineares

Mas "nuno carvalho" continua:

"a minha crítica é bem localizada sobre o texto da publicação"

Qual publicação? A do Nuno Serra? Aquela que ele fala em regressões lineares? O motivo pelo qual não chegou a ler o que critica? Aquela que afinal N Serra não escreveu?

"nuno carvalho" "engana-se" mais uma vez. E o paleio idiota que a seguir desbobina sobre o "deixe-me ser claro" é a tentativa imbecil de esconder um facto muito simples. Mais uma vez tropeça nos factos e inventa "coisas" e loisas. Como um vulgar provocador. De direita. À bolsonaro


JE disse...

Eis a imagem tenebrosa dum Facilitador de Processos

À direita, na extrema-direita.

Os Facilitadores de Processos são assim

Anónimo disse...

Eh pah só um tipo por aqui consegue ser tão vigarista e ainda por cima tentar defender o ministro holandês em forma de cócóltura holandesa
O tal Pimentel Ferreira cuja honestidade é plana. Não se vislumbra

Nuno Carvalho disse...

JE, você é nocivo(a) para a esquerda e é nocivo(a) para este blog, porque você impede o diálogo e a reflexão. Você é mesmo um cirandeiro(a)! O seu problema é que você não tem uma cabeça, você tem uma panela, porque você lê, lê e lê com todo o cuidado aquilo que escrevem, mas não consegue entender os conteúdos. Então, à vossa pessoa só resta pegar na colher e desatar a bater com ela na sua panela para fazer barulho. E depois as pessoas afastam-se. É por cirandeiros(as) como você que a esquerda perde. Já lhe disse, você quer se entreter? Não é aqui. Não é na esquerda. O trabalho da esquerda não é entretenimento meu caro(a)... é preciso pedalada.

Já que você é um cirandeiro(a), responda lá pelas publicações de N. Serra:

1) Quais relações você consegue fazer entre os mapas apresentados por N. Serra e os rituais religiosos? Hum, que as Áreas Metropolitanas tem mais incidência de contagiados porque as suas populações são mais religosas? Ou seja, que os lugares com maior circulação de capital são os lugares mais religiosos? É isso?
2) Quais relações você consegue fazer entre os mapas apresentados por N. Serra e o "relaxamento social"? (coloque o significado que quiser em "relaxamento social").
3) O que é que a mediação social dos eventos do PCP ou da Igreja tem a ver com o problema da difusão do vírus no país?
4) Como é que você encontra os ditos equilíbrios sem regressões lineares?
5) Como é que se chama o título da publicação de N. Serra em que se cita o texto de Luís Campos? E, já agora, você reparou na diferença entre um título e outro?
6) Cirandeiro JE, porque você é tão parecido a escrever (quiçá até a pensar) com os bot's bolsominions das redes sociais?
7) Cirandeiro JE, porque você não pede ajuda para entender os conteúdos dos textos? Porque você não conversa com o amigo(a) seu(a) sobre estes assuntos e, assim, introduzir-se no campo da crítica?
8) Cirandeiro, você vai agarrar outra vez a colher pra fazer barulho com a sua panela?

JE disse...

Lolol

Pobre pimentel ferreira.

Para concluir: temos os rituais religiosos.Temos as populações mais religosas. Temos os lugares mais religiosos

Depois temos os mapas e o relaxamento intelectual do pobre pimentel ferreira

Depois temos a igreja holandesa e os eventos do PCP.

Depois temos as regressões lineares

Depois temos o título

Depois temos o bolsonaro

Depois temos o amigo do joão pimentel ferreira

Depois temos a panela...e a colher

Temos toda esta mixórdia própria de um aldrabão de feira.

O que não temos são os verdadeiros motivos que nos esclareçam a idiotia dum tipo que comenta antes de ler o que comenta

E que quando interrogado pelo motivo pelo qual é um aldrabão, diz que é para que o autor (N.Serra), daqui para a frente, deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares, os pontos de equilíbrio e as percentagens"

Acontece que o post de Nuno Serra é de um texto de outro autor. Que Nuno Serra não faz qualquer regressão linear. E que o motivo pelo qual o pobre pimentel aonio eliphis ferreira comenta um texto que não leu é porque quis mostrar coisas ao autor do post que não estão no post do autor do post

Com o devido respeito por Nuno Serra ...só há alguém tão idiota e desonesto que tenta fazer passar estas imbecilidades como de gente séria se tratasse

Esse mesmo . João pimentel ferreira, dito aonio eliphis.

Um aldrabão desprezível. E muito mais

Anónimo disse...

RIP Nuno Carvalho
Mais um apanhado com a mão na massa no pote da coleção do arruaceiro pafista

Nuno Carvalho disse...

Anónimo, você não entendeu... e parece que você também é um cirandeiro(a). Você precisa estudar. Em primeiro lugar, eu nunca disse que discordava das opiniões do sr. Nuno Serra. Em segundo lugar, o que eu disse foi que existia uma enorme distância entre o documento (a prova, a justificação, o método, o mapeamento, a aproximação à verdade - sei lá, o que quiserem chamar) e as opiniões lançadas como explicação para a difusão do vírus no território. E em terceiro lugar, esta publicação é uma mixórdia de temas sem grande nexo, que vai da difusão viral à religião, ao relaxamento social até à comunicação social, mas sem uma estrutura que os una, apesar de serem temas aqui expostos que nós (esquerda) os sentimos como verdade.
E porque levamos com esta salada? Aí que se localiza a minha crítica (repetindo o segundo ponto), porque o método utilizado por Nuno Serra é fraco, e é fraco porque é um método bem liberalzinho, é um método anglo-saxónico de olhar para o território. Isso é que é uma coisa "holandesa", ora bolas... você não entendeu sequer a minha graçola e apenas está interessado em papaguear - em ser cirandeiro(a)!

Nuno Carvalho disse...

JE, me desculpe, não quero que se enerve mais. Vamos pôr fim a este problema. Eu sou um aldrabão. Era essa a sua questão, não era? Pois bem, eu desisto e admito que sou um aldabrão. Espero que isso resolva o seu conflito e o faça sentir melhor, porque agora eu sou mais um aldrabão e sou mais um que também desistiu de si.
Mas, antes de pôr fim a isto, peço só que repare que você não mais conseguiu produzir um texto, mas frases soltas. Você não conseguiu mais alinhar ideias (embora você só consiga repetir frases e palavras como um papagaio) e você começou esse comentário pela conclusão (!). Você precisa estudar, como quem diz: ler melhor. É apenas um conselho e só aconselha quem ainda quer ser amigo. É também amigo aquele que avisa e eu tenho um aviso para lhe dar: já no seu comentário anterior as frases eram soltas e o pior é que você fazia aquele corta-e-cose... aproveitando partes das palavras dos outros para denegrir (e denegrir mal) - isso é uma prática típica de um facistinha... Tenha cuidado. Lá no fundo, você não é de esquerda. Você não aceita a crítica e isso é um problema grave que só você pode resolvê-lo, dado o contexto actual. Mas de novo, eu não farei mais crítica porque aparentemente sou um aldrabão. Tudo bem, eu farei minha crítica na democracia interna do parte. Lá, as pessoas são de esquerda, porque eu crítico e criticam outros, e aprendemos uns com os outros. Lá não existem donos do saber. Lá estamos juntos para resolverem problemas. Quer um exemplo material? Vá comparar a primeira versão do projecto de resolução política do PCP com a nova versão, que pelo meio teve 1403 propostas de alteração. Sabe como isso se faz? com modos de participação e não com repressão ou imposição.
Você, JE, precisa retratar-se.

Anónimo disse...

Olha o nado morto Carvalho levanta-se da tumba. Tu pareces o Passos Coelho travestido de holandês. Assim um cota neoliberal de 80 anos, jarreta, num baile de travestis

JE disse...

"nuno carvalho" e toda esta mixórdia própria de um aldrabão de feira.

Lolol.

Mais uma vez a fuga para a frente. Também uma forma de cobardia, a que não é alheia a burrice e o enviesamento ideológico sem escrúpulos.

Agora temos a difusão da mixórdia, o método bem liberalzinho,o método anglo-saxónico e a coisa "holandesa". A olhar para o território.

E nós só queríamos saber porque motivo o pobre pimentel ferreira comentou a publicação sem a ter lido e porque quis mostrar ao autor do post, coisas que não estão no post do autor do post.

Dirá ainda numa manifestação de pimentalice típica: "Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim".

Então, não? Por isso voltámos a ter direito à mixórdia, traduzida nesta fuga patética do pobre coitado do nuno carvalho pimentel aonio eliphis etc etc etc

Confessemos que não é bonito ver joão pimentel ferreira todo embonecado, a ver se assim passa por entre os pingos da sua aldrabice institucionalizada

Nuno Carvalho disse...

O pessoal do Blog ainda não percebeu que os anónimo e JE são bot's? Repetem sempre a mesma coisa e do mesmo modo, com um único objectivo: impedir uma conversa, logo, impedir que a esquerda tenha um discurso rico para quem venha com curiosidade. Pessoal do Blog, ainda não perceberam a diferença para uma pessoa real? (quer dizer, se forem reais... são completamente paranoicos e vocês não estão a ajudar).

JE disse...

E as fitas de joão pimentel ferreira continuam assim deste modo berdadeiramente cómico.

Apanhado com a mão na massa,identificado como um aldrabão desonesto,o que resta a "nuno carvalho" etc etc etc?

Tentar colar os seus disparates imbecis a outrém. Numa espécie de sacudir a sua própria trampa para os demais.

E vemos o coitado do aonio eliphis pimentel ferreira nuno carvalho a assumir-se como um diácono Remédios em estilo de embonecado evangélico

Agora temos direito a um "eu crítico e criticam outros, e aprendemos uns com os outros"

Lá em cima era:"se você não fosse ignorante" ou um "Tempos difíceis são aqueles que perdemos lendo"

Lá em cima era : "Por isso, não precisamos de si. Vá ocupar-se com canais de entretenimento. Isto não é lugar para cirandeiros(as). Andar..."

Agora é um "com modos de participação e não com repressão ou imposição."


As aldrabices e as asnices têm marca registada. Voam ao sabor da desonestidade individual.

( ainda por cima "nuno carvalho" navega noutro equívoco.
Ao que parece jpf mascara-se mesmo do que não é. Os tipos do PC não são poltrões.
Cai assim pela base o continho de fadas do jpf, vulgo nuno carvalho,vulgo Diácono Remédios em versão de farsante pífio)

Nuno Carvalho disse...

Cirandiero(a) JE, ainda não percebeu que não há nada para desmascarar?

Anónimo disse...

Amém diácono remédios Este é daqueles que já se finou e ainda não reparou

Nuno Carvalho disse...

Cirandeiro JE, sabe o que as pessoas leem nos seus comentários? apenas três coisas: 1) você só sabe citar o que outros dizem, e de modo disparatado; 2) só sabe usar adjectivos, muitos adjectivos; 3) e fazer apontamentos pessoais, excessivos, principalmente esses seus frissons sexuais com uns cangalhos quaisquer de direita.

Cirandeiro JE, sabe o que as pessoas não leem nos seus comentários? também três coisas: 1) ideias, ou um relativo domínio de conceitos; 2) estrutura de texto e lógica; 3) o seu nome.

JE disse...

Pobre jpf

Primeiro era o "típico dos positivistas quantitativos"...e o "se você não fosse ignorante

Antes fora apanhado a comentar, sem ter lido o comentário

Apressado, apressou-se a esclarecer.Todo catita à positivo quântico:
"Anónimo, eu comentei a publicação e não o texto, para que o autor (N.Serra), daqui para a frente, deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares, os pontos de equilíbrio e as percentagens. Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim."

Teve azar o pobre "nc" . O texto em causa não era de Nuno Serra.Este transcrevia um artigo de Luís Campos.Não havia qualquer análise de regressões lineares

(esta das regressões lineares faz tanto lembrar o mesmo jpf mais a sua segunda derivada montada em Passos Coelho...lolol)

Depois era o cirandeiro(a).E a mixórdia, daquele jeito taralhoco de jpf:
" os rituais religiosos,as populações mais religiosas, os lugares mais religiosos, os mapas e o relaxamento intelectual do pobre pimentel ferreira,a igreja holandesa e os eventos do PC... e as regressões lineares mais o título,o bolsonaro,o amigo, a panela e a colher"

Continuava-se sem saber os verdadeiros motivos que nos esclarecessem a idiotia dum tipo que comenta antes de ler o que comenta. E porque esse mesmo tipo nos quis mostrar coisas dum autor do post que não estão no post do autor do post

Sem ponto de fuga tivémos lugar a uma outra mixórdia. À jpf, claro. Ou seja, o método bem liberalzinho,o método anglo-saxónico e a coisa "holandesa",a olhar para o território.

Apanhado com a mão na massa,identificado como um aldrabão desonesto,o que restava a "nuno carvalho" senão tentar colar os seus disparates imbecis e atribuí-los a outrém, numa espécie de sacudir a sua própria trampa para os demais. E tivemos direito a um Diácono Remédios,todo tremuras, todo solícito assim do género:"aprendemos uns com os outros" ou um ainda mais lacrimoso "modos de participação e não com repressão ou imposição." Até de forma pia e beata cita 1043 propostas, numa sua repetida manifestação de cobardia

Dá-se um pouco mais de corda a joão pimentel ferreira.E o que vemos?

Passamos a ter direito a um "Pessoal do Blog, ainda não perceberam a diferença para uma pessoa real?"

Dá-se ainda mais alguma corda. E o que vemos?

As ideias, os conceitos a lógica e o nome. Mais as citações,os adjectivos, os frissons sexuais (Freud explicará?) e os cangalhos

E é assim com uma gargalhada que vemos desaparecer os seus trejeitos pios de evangelista catequizador, com os seus "não à repressão e à imposição", mais os" Vocês não estão a ajudar"

Voltámos ao cirandeiro ( que não cirandeira, lol).

Basta dar-lhe um pouco de corda.

Ele próprio se enforca nela, como acontece com qualquer aldrabão

Nuno Carvalho disse...

Anónimo, precisamos de esquerda reflexiva, não de esquerda cirandeira. O que você quer afinal? quer ser um anónimo... e quer ser mais o quê, um acrítico? um anómico também? Vá para a direita. Lá eles são assim: burrinhos e cobardes. Nunca dão a cara quando falam, nunca põem o nome quando escrevem. Isso é coisa de direita - vá para lá. Eles não pensam igual a você. Faça um grupinho de anónimos 2.0, ou outra trenguice qualquer de direita.

Anónimo disse...

O nado -morto agora pede a identidade. O travesti holandês também a pedia até ser apanhado com identidades falsas.

JE disse...

Pobre jpf

Volta o sotaque do diácono remédios,mas agora entremeado com o tom caceteiro próprio do coitado do jpf

Mais corda para o seu próprio destino

Temos assim uma esquerda reflexiva e temos uma esquerda cirandeira, embora esta coisa seja uma peculiaridade suspeita do nc,enredado na língua do ministro holandês.

O mistério do enforcamento é este. Começa jpf por encrespar a esquerda cirandeira (?), a tal coisa suspeita a que jpf se agarra repetidamente, quando não está em diácono Remédios.

Mas não está satisfeito com isso.E não é que o triste e confesso aldrabão agora quer empurrar a esquerda para a direita?

"Isso é coisa de direita" diz o pobre.
Nós sabemos que pimentel ferreira sabe isso.

"Vá para lá". Continua jpf.
Também sabemos que jpf dá uma a()chega aí

"Eles não pensam igual a você" Insiste jpf.
Ainda bem, lolol. Igual a eles, já temos o aonio eliphis pimentel ferreira etc etc etc

"Faça um grupinho de anónimos 2.0, ou outra trenguice qualquer de direita" conclui jpf

E conclui bem. Por vários motivos. Vê-se que esse terreno da direita é algo que conhece bem e reconhece as "qualidades" intrínsecas desse terreno

Mas o que dá mais gozo é verificar que a corda dada é aproveitada mesmo pelo coitado

Então esse tal anónimo agora passou a existir? Não era um bot? Então já passou a uma pessoa real? E ainda por cima completamente paranoico?

E agora é jpf que não está a ajudar?

Tchtchtch...
E como diria o anónimo que decretou a defuntez em nuno carvalho, este quedou-se mas ainda rabia

E como diria o próprio "nuno carvalho" e passo a citá-lo com gosto:
"Eu sou um aldrabão. Era essa a sua questão, não era? Pois bem, eu desisto e admito que sou um aldabrão"

Já o sabíamos, lolol. Há muito.

Nuno Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
JE disse...

Mais uma vez o pobre nuno carvalho pimentel ferreira estrebucha e tenta uma fuga.

Enquanto segue a informação sobre usurpação de identidades, continuemos a desmontar o modus faciendi dum neoliberal sem vergonha, travesti anedótico da seita de um ministro holandês

Diz o pobre aldrabão:

"JE, é muito curioso ver o quanto você se concentra naquilo que foi dirigido à pessoa do Nuno Serra, e o quanto você não se concentra naquilo que é da autoria do Nuno Serra. Será que ficou ofendido por ele? Curioso..."

O pobre coitado esquece-se de uma coisa. O direito ao bom nome de uma pessoa e o dever de desmascarar os Facilitadores de Processos que usam todos os truques para insultar os autores deste blog. E no caminho boicotar o que aqui se debate

Está esclarecido o pobre coitado do pimentel ferreira?E que por aqui não se admitem ainda processos de sicários sem vergonha?

JE disse...

Esperemos que o pobre pimentel ferreira tenha percebido.

Posto este esclarecimento fundamental,passemos a outro:

O pobre pimentel ferreira quer poleiro.Quer parlapié. Ora para as aldrabices do sujeito já demos. Já se esgotou a paciência para um admirador da obra "social" de Hitler e para um sujeito que prolifera por tantos nicks, aqui e numa quantidade de outras caixas de comentários, desde o Público ao Observador.

Um provocador com dotes de publicitário da coisa

Pelo que o tal joão pimentel ferreira, agora vulgo nuno carvalho, não leva mais do que tem o direito a levar.

E, apesar deste rasgar de vestes aqui em cima espresso, continuaremos a desmascarar processos e métodos, ideologias de pulhas e pulhices, manipuladores e aldrabões


E não. Ainda não chegámos aos tempos da Pide em que estes interrogavam os presos deste modo do travesti holandês:

"O que você precisa responder..."

Lolol. Era o que mais faltava. Esse tirocínio para pidezinho aqui não resulta

JE disse...

Voltamos assim ao ponto em que estávamos no debate.

Ao desmontar de um aldrabão e dos seus processos. Concentremo-nos neste desnudar dum evangélico neoliberal

Começa nc por tentar justificar uma sua afirmação espantosa. Fora apanhado a comentar, sem ter lido o comentário.

Como "justifica" ele a coisa?

Desde jeito igualmente espantoso:
"Anónimo, eu comentei a publicação e não o texto, para que o autor (N.Serra), daqui para a frente, deixasse para segundo plano de análise as regressões lineares, os pontos de equilíbrio e as percentagens. Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim."

O que se passava?:
O texto em causa não era de Nuno Serra.Este transcrevia um artigo de Luís Campos.Não havia qualquer análise de regressões lineares

A "justificação" tida como "clara" por nc, aliás jpf, era uma aldrabice.Uma aldrabice mascarada com um "Fui claro desta vez? Espero sinceramente que sim", tão característico dos aldrabões de feira, muito em uso por este tipo

JE disse...

A estória de nc,aliás jpf, aliás aonio eliphis, aliás etc, tinha já contornos de provocador barato e caceteiro

Como ele iniciara aqui a sua vulgata:

"Sr. Nuno Serra, você já imaginou o quão cruel e paradoxal blablabla estranhíssimo que você não consiga introduzir, de modo intelectual, blablabla isso chega a ser até bizarro, para alguém que prepara uma dissertação sobre "O Imaterial e o Político na Economia das Cidades" blablabla e o mais insensível de tudo é o seu "relaxamento" crítico blablabla ...Mas olhe que essa insensibilidade vem por ignorância... se você não fosse ignorante blablabla Tempos difíceis são aqueles que perdemos lendo... enfim."

E continua, dirigindo-se ao autor do post, confirmando o estilo de berdadeiro apologista de Passos Coelho e dos seus processos de caceteiro institucional:
"só que esse acirramento é uma coisinha típica dum comunista saloio de 80 anos"

Voltará ao tema mais tarde. Primeiro tentando emendar a mão. Depois , desmascarado, voltando a este estilo que se lhe cola como uma pele

JE disse...

Temos depois direito a um enumerar idiota e tonto feito interrogatório tonto e idiota.

Era chegado o tempo d "os rituais religiosos,as populações mais religiosas, os lugares mais religiosos, os mapas e o relaxamento intelectual,a igreja holandesa e os eventos do PC... e as regressões lineares mais o título,o bolsonaro,o amigo, a panela e a colher"

Mas estas idiotices não lhe bastavam.Sem ponto de fuga tivémos lugar a uma outra mixórdia. À jpf, claro. Era agora a vez do "método bem liberalzinho,o método anglo-saxónico e a coisa holandesa,a olhar para o território"

Apanhado com a mão na massa,identificado como um aldrabão desonesto,o que restava a "nuno carvalho" senão tentar colar os seus disparates imbecis e atribuí-los a outrém, numa espécie de sacudir a sua própria trampa para os demais.

E aqui chegamos a outro ponto grave da forma de actuar desta "coisa"

Porque se tenta fazer passar pelo que não é.

A trampa que se lhe cola começava a ser demasiado pesada. E como procede?

JE disse...

Deste jeitinho abjecto:

"Tudo bem, eu farei minha crítica na democracia interna do parte. Lá, as pessoas são de esquerda, porque eu crítico e criticam outros, e aprendemos uns com os outros. Lá não existem donos do saber. Lá estamos juntos para resolverem problemas. Quer um exemplo material? Vá comparar a primeira versão do projecto de resolução política do PCP com a nova versão, que pelo meio teve 1403 propostas de alteração. Sabe como isso se faz? com modos de participação e não com repressão ou imposição"

Faz-se nuno carvalho passar por comunista. Até por membro do PCP

Não o sendo eu, socorri-me de amigos daquele.

nuno carvalho, aliás joão pimentel ferreira,aliás aonio eliphis nunca o foi.Mente como todas as letras e com todos os dentes que possui

Um belo exemplo de actuar duma coisa verdadeiramente execrável


E é aqui que temos direito à sua versão de Diácono Remédios.Todo solícito, assim do género:"aprendemos uns com os outros" ou um ainda mais lacrimoso "modos de participação e não com repressão ou imposição."

Para trás ficavam os seus apartes do tempo que perdia lendo estes posts.Ou dos seus insultuosos "você é um ignorante"

JE disse...

Reparo que jpf, vulgo aonio eliphis, vulgo nuno carvalho acaba de remover o seu comentário das 10 e 41, que justificou estes meus últimos comentários.

A causa do seu apagamento é-me desconhecida.

O seu tom acintoso e provocador não se apaga assim. Nem o processo que deve levar a esclarecer coisas estranhas vindas da Holanda.


Nuno Carvalho disse...

JE, "a causa do seu apagamento [do comentário] é-me desconhecida" é a primeira frase em que você demonstra que quer saber algo da mim, sem ser você a dizer o que sou, o que eu disse mas afinal não disse, e que li ou não li, e toda essa trapalhada própria duma cabeça confusa. Por isso, como o meu carácter é público e não privado e escondido como o seu, vou responder-lhe: a troca de comentários consigo acabou. Acabou porque você está mesmo enganado em relação a mim, sou mesmo um tal de "nuno carvalho". Acabou porque você é teimoso em disparatar coisas sem sentido ou descontextualizadas, como se as pessoas não tivessem olhos para ler o que foi escrito. E acabou também porque na esquerda nem todos somo animais de estimação como você é, aqui.

Anónimo disse...

Este estava morto e só agora reconhece que está morto
Porque apagou o comentário, porque mentiu e mente. Era o que se impunha responder
Mais nada

JE disse...

Vamos lá a ver

nc, aqui a não se assumir como jpf, é o que é. Os adjectivos não são nada simpáticos, mas agora sigamos outro caminho

A fuga aí está, mais uma vez como imagem de marca. Agora mascarada por uma espécie de choradinho lastimoso e lastimável. Diz nc,vulgo jpf:

"primeira frase em que você demonstra que quer saber algo da mim..."

Bom. Alguém que se queixa aqui que não querem saber de si, é alguém positivamente com problemas do foro psíquico.

Sejamos claros. Estamo-nos nas tintas para este fadinho lacrimoso.
O que se quer é discutir ideias. Denunciar fraudes. Desmascarar vigaristas. Desmontar ideologias e apontar, quando é o caso,falhas de carácter que sejam indicativas de procedimentos néscios

Se alguém não recebeu o seu quinhão de doces diários, se bebeu demais, se a Nádia fez um aborto porque não tolerava mais idiotas, ou se a Matilde subiu o preço dos seus serviços não interessa nada

Mas alguém vir dizer que "a causa do apagamento [do comentário] é-me desconhecida" como sendo a primeira frase em que se demonstra que se quer saber algo do coitado é demais

Para além de tudo o que jpf é, há uma outra coisa que também é. Também passará por aqui a burrice? Ou ele faz-se de burro? Ou toma-nos como tal?

Vamos então explicitar as coisas para que nc não se sinta assim. Está lá tudo, mas pode ser que assim ele perceba

A causa pelo qual alguém faz comentários a um texto, sem ler o referido texto, é-me desconhecida.

A causa pela qual alguém inventa uma aldrabice desconexa e idiota é-me desconhecida, embora suspeite porque o faz

Alguém que entra com entradas de leão e insultos à ilharga para com o autor do texto é-me desconhecida, embora ache que saiba o motivo

Alguém que se refugia num blablabla confrangedor, é-me desconhecida,embora no caso vertente penso que conheça os motivos concretos

Alguém que muda o discurso, qual pluma ao vento, à medida que vai sendo desmascarado, é-me desconhecida, embora tenha uma ideia muito aproximada

Alguém que tenta atirar a porcaria que o recobre para outrém, é-me desconhecida, mas é tão significativa

Alguém que se faz passar por militante do que quer que seja e que, desmentido frontalmente, se cala duma forma tão cobarde, é-me desconhecida, mas tão claramente reveladora

Ficou assim o pobre jpf mais confortadinho? Não vai fazer mais fitas de canastrão mimado?

JE disse...

Patético e risível

O resto é a fuga habitual em jpf quando se lhe desmascara um disfarce em uso.

Diz que acabou com este ar de virgem ofendida e abala pela porta baixa dos comediantes medíocres