Como se não fosse nada, o editorial do Financial Times de ontem diz que a China tem reservas contracícilicas de bens essenciais e controlos de preços, o que ajuda a absorver os choques num contexto em que a República Popular é melhor vista pela maioria do mundo do que os EUA.
Só falta dizerem que a propriedade pública de grande parte da banca ajuda a China a dirigir o crédito para os setores em que a política industrial aposta ou que os controlos de capitais são barreiras às crises financeiras...


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