Se mais não houvesse e houve, este trabalho de amor chegaria para o colocar no panteão da história e da economia, tanto mais que colocou certeiramente a ideia de incerteza radical, onde o futuro não é uma sombra estatística do passado, no centro da vida e obra de Keynes.
Houve mais, de facto, incluindo um livro notável de macroeconomia monetária, onde a moeda só é neutra nas ficções convencionais; estamos sempre numa economia monetária de produção, onde o investimento precede a poupança.
Robert Skidelsky faleceu no passado dia 15 de abril. Este blogue curva-se perante a sua memória.


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