segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Quantos pobres para fazer um rico?


Num país com tantos pobres, com tantos trabalhadores pobres, num país com desigualdades “chocantes”, seguindo a Comissão Nacional Justiça e Paz, é preciso insistir, entre outras, na questão garrettiana: quantos pobres para fazer um rico?

Num tempo ainda de desigualdades pornográficas, de grande impotência democrática, em que até parece que tudo se compra e tudo se vende, incluindo direitos de residência, é preciso criticar a economia política ainda dominante, até para que se identifiquem as políticas dominantes do capitalismo realmente existente; um sistema plutocrático onde no topo da pirâmide social não há grande vergonha, até porque não há grande receio político. Num contexto destes, não pode haver complacências por parte dos que querem construir uma alternativa a este estado de coisas.

Foi também por causa de preocupações destas que escrevi para o Le Monde diplomatique - edição portuguesa de Setembro o artigo que agora deixo por aqui:

Porno-riquismo

Numa reportagem do Expresso sobre o crescimento do luxo em Portugal, Miguel Guedes de Sousa, director do grupo Amorim Luxury (CEO, acrónimo em inglês, a língua dominante dos negócios sem fronteiras), afirmou que «não podemos ter pessoas de classe média ou média baixa a morar em prédios classificados»[1]. Guedes de Sousa é casado com Paula Amorim, o principal rosto da maior fortuna nacional, deixada por Américo Amorim e hoje avaliada em 4502 milhões de euros[2]. Daí o nome do grupo, detido e presidido por Paula Amorim, e que inclui, entre outros, «um espaço de indulgência único» na Avenida da Liberdade chamado JNcQuoi (a língua francesa ainda dá cartas no campo da distinção), englobando um restaurante e uma loja de luxo; esta última é parte de uma cadeia[3]. A mesma reportagem do Expresso informa-nos que os clientes mais indulgentes têm a honra de ter o seu nome gravado no balcão do bar. Entre os 48 nomes aí gravados no primeiro ano de funcionamento, encontram-se o do milionário francês do imobiliário Claude Berda, de que voltarão a ouvir falar neste artigo, o do político e advogado de privatizações para estrangeiros, José Luís Arnaut, ou o do gestor de rendas eléctricas também para estrangeiros, António Mexia: «Nomes que num fim de tarde passado entre queijos e vinhos Barca Velha e Château Margaux gastam facilmente dez mil euros e outro tanto (ou mais) numa manhã de compras, na loja Fashion Clinic no piso de baixo, entre roupas e calçado Gucci, Valentino e Dolce&Gabbana». 

Por sua vez, no novo suplemento mensal do minguado Diário de Notícias chamado DN Ócio«uma revista que aborda informação relativa ao mercado premium e de luxo – das questões práticas às aspiracionais», segundo o seu estatuto editorial – pode ler-se a enésima reportagem sobre a Avenida da Liberdade, sobre os seus «guardiões do luxo»[4]. Nela, Filipa Ferreira, «head concierge» (o inglês cruza-se convenientemente com o francês) do Tivoli Avenida da Liberdade, afirma que «o cliente pede e nós dizemos sempre que sim (…) vamos ter de concretizar o pedido seja como for». De forma certamente não intencional, a DN Ócio homenageia um livro clássico da economia política, que será em breve editado entre nós: A Teoria da Classe Ociosa. Publicado em 1899, numa era de desigualdades igualmente cavadas, Thorstein Veblen cunhou aí a noção de consumo conspícuo, sendo um dos seus críticos mais lúcidos. Para lá do ócio, a classe dominante dos grandes proprietários assentava a sua reputação de base pecuniária no consumo ostentatório, especializando-se de resto em actividades económicas predatórias de natureza predominantemente financeira. Ao mesmo tempo, os seus hábitos infectavam o resto da pirâmide social, gerando uma emulação consumista assente também no desperdício e na criação de obstáculos a uma comunidade inclusiva e com hábitos funcionais[5].

Ao serviço do porno-riquismo 

Avançando mais de um século e para este lado do Atlântico, cruzamos as declarações de Guedes de Carvalho e de Filipa Ferreira, oriundas dos dois lados da mesma avenida e da mesma divisão social, e encontramos uma realidade, com amplos reflexos mediáticos, em ascensão neste país e que precisa de um termo novo: porno-riquismo. O porno-riquismo é a nova fase do consumo conspícuo num tempo de capitalismo multi-escalar com desigualdades pornográficas, onde o dinheiro assim concentrado é sempre quem mais ordena, incluindo na dimensão pessoal, que é sempre política. O centro da cidade de Lisboa, ou do Porto, é cada vez mais visto como uma área para os ricos concretizarem todos os seus desejos, do prédio classificado ao hotel, passando pela loja, pelo restaurante e por uma miríade de serviços pessoais associados. Tudo de luxo. O porno-riquismo não se circunscreve ao centro das nossas duas principais cidades, já que também transborda para certos enclaves nas suas periferias e mesmo, usando os termos da reportagem do Expresso acima referida, para a «autenticidade» da «província», ou seja, e só para dar um exemplo, para uma «aldeia recuperada», entre Condeixa e Pombal, onde os clientes «são recebidos num heliporto privado, assinalado com um H em tamanho gigante, com o mesmo tipo de letra da marca francesa Hermès».

O que devem fazer muitos dos restantes 99% perante os hábitos dos 1%, e isto na mais heróica das hipóteses numéricas? Para os que são crescentemente compelidos pela especulação imobiliária a viver fora, mas a trabalhar dentro, das grandes cidades, servindo os ricos, a revista Visão, numa representativa reportagem, dedicada às «casas em Portugal que valem mais milhões», tem uma sugestão prática, mas de duvidosa moralidade, como em tudo nesta área: «Como sonhar ainda vai sendo actividade privada isenta de impostos, nada nos impede de apreciar uma moradia como aquela que está à venda na Quinta da Marinha por 28 milhões de euros, comercializada pela Sotheby’s»[6]. Nas sociedades capitalistas, certa comunicação social contribui para que os standards pecuniários pornográficos fixados pelos mais ricos, de resto muito pouco taxados, invadam até os sonhos. Nada que fosse estranho na era anterior de porno-riquismo sobre a qual Veblen escreveu.

No entanto, vale a pena descer do mundo onírico para o da realidade material concreta, convocando o conhecimento, explicitamente ao serviço de porno-riquismo, em linha com o que é apanágio, ainda que por vezes disfarçado, de toda a sabedoria económica convencional. Segundo Helena Amaral Neto, coordenadora de cursos executivos na área do luxo no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), que vão da gestão de marcas de luxo ao turismo e ao imobiliário de luxo: «O segmento [do luxo] não tinha qualquer expressão antes de 2012. Tudo o que está a acontecer hoje vem do movimento do imobiliário, que depois gerou turismo»[7]. E tudo, segundo esta também consultora de luxo, já vale quase 5% do Produto Interno Bruto (PIB).

No ano dois da Troika, o projecto de transformar Portugal numa espécie de Flórida da Europa ganhou literalmente terreno, assente no nexo entre imobiliário, turismo e finança internacional, com uma componente crescente de luxo, um padrão de especialização que tende a gerar baixos salários e enormes desigualdades socioeconómicas[8]. O conhecimento ao serviço do porno-riquismo requer sempre um Estado que o institucionalize. Não é certamente por acaso que Helena Amaral Neto atribui a máxima importância a duas medidas de política fiscal: o estatuto de residente não habitual, criado ainda no governo de José Sócrates, em 2009, e a autorização de residência para actividade de investimento, vulgo Vistos Gold, criada em 2012; e isto para não falar da possibilidade do que apoda de «global shoppers» (os chamados «consumidores globais») de fora da União Europeia e que podem pedir o reembolso do imposto sobre o valor acrescentado (IVA) para compras superiores a 75 euros; luxos fiscais para um consumismo conspícuo que não gosta de fronteiras.

A União Europeia já havia sido o principal agente na promoção da liberalização dos movimentos de capital em parte do continente. O esvaziamento da soberania democrática a que repetidamente aí se procedeu, privando os Estados nacionais de instrumentos decentes de política económica, favorece uma corrida para o fundo em matéria fiscal, com o capital agora livre para arbitrar: o poder dos mais ricos aumentou e a carga fiscal que sobre eles recai diminuiu, à medida que os Estados competem para os seduzir. Concretizando o «modelo Flórida» deste lado do Atlântico, Portugal transformou-se num «eldorado para os reformados» ricos, oriundos do centro europeu, em busca de sol, serviços pessoais relativamente baratos e, sobretudo, de borlas fiscais à boleia de duplas isenções de imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS)[9]. Por sua vez, os estrangeiros em idade activa, que invistam e trabalhem por cá em actividades de «elevado valor acrescentado», podem esperar pagar uma «taxa especial de 20% de IRS» durante uma década[10]. Para lá das seduções fiscais, no âmbito do estatuto do residente não habitual, Portugal transformou-se também num dos muitos países europeus – regiões seria mais correcto do ponto de vista da soberania económica – que vende direitos, neste caso de residência, ao abrigo dos Vistos Gold. Tudo se compra e tudo se vende. O porno-riquismo é sinónimo de corrupção geral.

Querem tudo 

Revisitemos a declaração de Miguel Guedes de Sousa, director da Amorim Luxury: «não podemos ter pessoas de classe média ou média baixa a morar em prédios classificados». A questão da habitação sempre foi um terreno da luta de classes no capitalismo, sendo hoje uma das áreas em que o porno-riquismo mais investe. Entretanto, a sua esposa, uma encarnação do capitalismo de herdeiros cada vez mais saliente, já tinha sido saudada no seu empreendedorismo independente na área do luxo por uma imprensa habituada a idolatrar os ricos, no preciso momento em que sucedia ao pai no conselho de administração da Galp: o luxo é «um negócio que lhe deu independência financeira e o saber quanto a custa ganhar» desde os anos noventa[11]. Paula Amorim certamente aprendeu a aceder ao luxo do lado da procura antes de se lançar do lado da oferta e não foi certamente prejudicada nestes seus hábitos pelos laços familiares, em particular no que diz respeito ao acesso a capital nas suas várias encarnações.

Como isto está tudo pornograficamente ligado pela integração europeia, o nome da globalização capitalista mais intensa nesta parte do continente, note-se que a participação da família Amorim na Galp é assegurada através da Amorim Energia. Detendo cerca de 33% da Galp, a Amorim Energia está sediada na Holanda para receber dividendos, com o mínimo de impostos. Ou seja, os pornograficamente mais ricos estão sempre a beneficiar fiscalmente. Na Amorim Energia participa também a angolana Esperanza Holding, detida parcialmente por essa agora periclitante encarnação angolana do porno-riquismo multi-escalar que é Isabel dos Santos, a que um dia declarou: «Tive sentido para os negócios desde muito nova. Vendia ovos quando tinha seis anos»[12].

Naturalmente, o apelido Amorim cruza as rendas, pouco tributadas, dos combustíveis com a cortiça, o rentismo fundiário ou a especulação imobiliária. E daí as declarações do CEO da Amorim Luxury. Uma parte da Herdade da Comporta, correspondente ao fundo de investimento imobiliário nas mãos da falida Rioforte do antigo Grupo Espírito Santo, está na mira de Paula Amorim, em consórcio com o francês Claude Berda, um dos 48 que tem o nome inscrito no bar do restaurante da Avenida da Liberdade com sotaque francês. Este consórcio tem concorrência apertada. Quando o leitor estiver a ler este jornal, poderá já saber quem são os donos daquilo tudo. Sejam eles quem forem, Amorim e Berda, citados no Expresso, afirmam que «a Comporta tem todos os ingredientes para se tornar um destino turístico de excelência no mundo a par de Capri, Sardenha, Punta del Este ou Saint Barths»[13]. Os seus planos de construção incluem, ainda segundo o Expresso, cinco hotéis de luxo, muitos apartamentos e moradias de luxo, o tão inevitável quanto insustentável campo de golfe e até uma igreja, desenhada por Frank Gehry, já que a história da agulha e do camelo parece ser o único espectro que, por agora, paira sob um porno-riquismo sem grandes razões para ter medo nesta vida. Age como se a história tivesse acabado.

Lembrando que o problema não é este ou aquele apelido, mas sim o sistema que lhes confere todo o poder, ficámos, entretanto, a saber, por uma reportagem da Visão, que, nos hectares a perder de vista onde os Espírito Santo diziam brincar aos pobrezinhos, foram feitas ao longo dos anos mais de uma centena de obras ilegais, que transformaram cabanas em moradias de luxo, numa zona supostamente protegida por razões ambientais, à boleia de múltiplos indícios de corrupção, tendo sido já constituídos vários arguidos, incluindo antigos responsáveis autárquicos e responsáveis da herdade. Pouco importa, já que mesmo por aí, «há casas a passar de mão por €350 o metro quadrado [falta, pelo menos, um zero, €3500, arrisco eu] (os lotes mais pequenos estão a ser vendidos por mais de um milhão) e a serem alugados por €700 por noite via Airbnb»[14]. A mesma Visão que em Abril recomendava o sonho do porno-riquismo aos que não são ricos deu conta do pesadelo em Julho: na era do porno-riquismo, do desperdício sistemático, dos bens posicionais que implicam exclusão sistémica, tudo se vende e tudo se compra. Mas sendo isto reconhecidamente verdade, a jornalista que assina a reportagem não resiste a convidar o leitor a sonhar com o luxo, embora num tom mais melancólico: «Se ficou com vontade de ser, por um dia, Espírito Santo nos seus tempos áureos, e andar pela Comporta com roupas chiques e chinelo no pé, saiba que algumas dessas casas já têm lotação esgotada até ao fim do ano». 

Terminemos onde começamos, no centro da capital desta Flórida da Europa: «Sei que os meus consumidores são raros, diversos e complexos; estão bem conectados e têm poder», revelou Paula Amorim na conferência internacional Condé Nast Luxury[15]. Organizada pela editora internacional da revista Vogue, Suzy Menkes, dedicada à «linguagem do luxo», foi uma das várias do género realizadas recentemente em Lisboa. Numa intervenção onde a introspecção esteve certamente presente, Amorim afirmou ainda: «O que podemos oferecer àqueles que têm tudo? Àqueles que exigem o inesperado? Eles não querem produtos, querem experiências únicas, sentir algo que seja um reflexo dos seus valores. Quanto mais virtuais as nossas vidas se tornam, mais apetite temos por autenticidade, serviços humanos, um respeito pela privacidade, pelo anonimato, pela personalização, por produtos feitos à medida, por conteúdo e por relações».

Querem tudo, comem mesmo tudo e deixam cada vez menos: porno-riquismo é um nome feito à medida, por conteúdo e por relações, tal como o capitalismo realmente existente.

[1] Expresso, 14 de Julho de 2018.
[2] Forbes, Julho/Agosto de 2018.
[3] www.jncquoi.com/pt/restaurante.
[4] DN Ócio, 28 de Julho de 2018.
[5] Thorstein Veblen, The Theory of the Leisure Class, The Modern Library, Nova Iorque, 2001.
[6] Visão, 26 de Abril de 2018.
[7] Diário de Notícias, 14 de Maio de 2018.
[8] Ainda antes de ascender ao cargo de economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, entre 2008 e 2015, Olivier Blanchard já havia explicitamente defendido o «modelo Flórida» para Portugal, acompanhado da redução dos salários, num influente artigo que resultou de um estudo encomendado pelo Ministério das Finanças: «Adjustment within the Euro: the difficult case of Portugal», Portuguese Economic Journal, Abril de 2007, pp. 1-21.
[9] Negócios, 2 de Maio de 2017. [10]www.portaldascomunidades.mne.pt/images/GADG/IRS__Regime_Fiscal_Residente_N%C3%A3o_Habitual.pdf.
[11] Negócios, 26 de Maio de 2017.
[12] Negócios, 20 de Março de 2013.
[13] Expresso, 21 de Julho de 2018.
[14] Visão, 26 de Julho de 2018.
[15] www.vogue.pt/cnilux-dia-1-uma-vis-o-disruptiva-do-luxo.

32 comentários:

Ricardo disse...

E quanto ao que podemos fazer :

Câmara de lisboa pretende vender oito edifícios históricos na zona da av. da liberdade .
O destino : hotéis e apartamentos de luxo . ( entre os quais a sede da EPAL nos restauradores ).

Quanto à escandalosa venda dos hospitais da colina de santana em Lisboa e não só :

Hospital São José Vendido, Hospital Curry cabral ,Hospital de Santa Marta , Hospital dos Capuchos , Hospital de Arroios, podem ler estes artigos.

https://sol.sapo.pt/artigo/604263/lisboa-os-negocios-da-colina-de-santana

https://www.dn.pt/portugal/interior/pcp-exige-reversao-da-venda-dos-hospitais-da-colina-de-santana-5683890.html



Anónimo disse...

Clap! Clap! Clap!

Muitíssimo bom

Jose disse...

O porno-riquismo é na sua maior expressão uma manifestação de mau-gosto típica do novo-riquismo. Manifesta-se com a mesma intensidade nos diversos graus de novo-riquismo.
No passado causava-lhes embaraço o velho-riquismo, num tempo em que este tinha relevância política e social. Hoje nada os detém; a política está pela maior parte nas mãos de patos-bravos ambicionando subir na escala social e o velho-riquismo deixou de ser padrão visível numa sociedade em que a sofisticação deu lugar à bruteza, na muito democrática prevalência do vulgar.
Merece o porno-riquismo abundantes referências denunciadores da sua perversão, mas o disparate ao serviço do corretês ideológico bem se dispensaria para que este fosse eficazmente reprimido.
- «no topo da pirâmide social não há grande vergonha, até porque não há grande receio político» - a falta que nos fazem os comissários políticos!
- «vem do movimento do imobiliário, que depois gerou turismo» um disparate que inverte a ordem dos acontecimentos.
- «uma componente crescente de luxo, um padrão de especialização que tende a gerar baixos salários» outra boutade sem qualquer lógica económica ou prova funcional.
- «porno-riquismo requer sempre um Estado que o institucionalize» mais uma boca sem outro sentido que o de apelar ao Estado que o reprima.
- «O esvaziamento da soberania democrática» quando é essa mesma soberania que viabiliza a competição entre Estados para atrair os ricos.
Entendamo-nos num ponto: os ricos, velhos ou porno, têm hábitos que escandalizam os pobres. Mas é tão legitimo perguntar «quantos pobres para fazer um rico» como ‘quantos pobres alimenta um rico’.

Anónimo disse...

A ideia de que são os ricos que fazem os pobres é em si mesma muito pobre por simplista e revela todo um deserto de ideias.

oitomenosum che disse...

Os ricos e aspirantes a ricos, arranjam sempre maneira de mascarar as suas acções,porque na realidade são eles no seu sistema capitalista que que produzem esta classe de gente.

Anónimo disse...

O porno-riquísmo é uma expressão preciosa

Porque justa. E porque define com precisão o que se quer definir

Compreende-se que gere anticorpos entre a claque

Anónimo disse...

Todo um deserto de ideias?

Um deserto de ideias é de quem não vê ainda hoje a enorme verdade da frase de Almeida Garrett : “Quantos pobres são precisos para produzir um, somente um, rico”?

A questão não radica só no deserto de ideias que habita a pobre alma que chama simplista a Garrett e aos demais que,com este, partilham a ideia.

A questão é bem mais grave e funda e tenta ocultar uma concentração de riqueza cada vez mais obscena.

E que, ao mesmo tempo, tenta absolver este estado de coisas e este tipo de sociedade

Tal como na altura houve tipos que não gostaram nada da frase, também hoje em dia há quem acene com desertos e simplismos. A vida desmonta e faz em estilhaços tais afirmações gratuitas.

Confirmado aliás pela suprema desfaçatez dum assumido servidor do porno-riquísmo mais abjecto,, que invoca aquela figura de traste dum rico a alimentar pobres , tal como aqueles nutridos, lustrosos , sebentos e encardidos patrões ao reunir os trabalhadores para a jorna. Engordavam cada vez mais com o trabalho alheio e os trabalhadores definhavam à medida que aumentavam as gorduras patronais

Ou não fosse o mesmo sujeito em causa, apologista da caridade dos almoços dos porno-canalhas da Legião portuguesa e da caridadezinha pútrida e abjecta das dondocas que pastavam ao lado de salazar

laranja disse...

Precisamos comunismo asap

Jose disse...

A inveja tomada como virtude política, transforma em vício tudo o mais.
O porno-riquismo é tão só o chavão mais propício à mobilização dessa 'virtude'.

Anónimo disse...

Umas vezes umas coisas, outras outras. De acordo com a audiência e os objectivos a alcançar

"O porno-riquismo é na sua maior expressão uma manifestação de mau-gosto típica do novo-riquismo. Manifesta-se com a mesma intensidade nos diversos graus de novo-riquismo"

Miguel Guedes de Sousa, um dos porno-ricos citados aqui, dirá :~
"não podemos ter pessoas de classe média ou média baixa a morar em prédios classificados".

Jose dirá mais ou menos o mesmo uns dias mais tarde , exprimindo o mesmo pensar do porno-riquismo nacional:

"mas a cambada quer ir para a Baixa a preço da uva mijona".
( num estilo mais "caceteiro" como é seu hábito e confirmando que o porno-riquismo é na sua maior expressão uma manifestação de mau-gosto típica do novo-riquismo, manifestando-se com a mesma intensidade nos diversos graus de novo-riquismo"

Anónimo disse...

A conversa da treta em uso pelo novo porno-riquismo, a assobiar para o lado como se não fosse nada com ele, torna-se ainda mais hipócrita quando levamos jose ao encontro das suas próprias palavras em 16 de Julho de 2018 e a um seu comentário esbaforido, crispado e irritado face a um texto de João Rodrigues, exactamente intitulado "Porno-riquismo"
http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2018/07/pornoriquismo.html

Dizia nessa altura aquele que agora tenta sacudir a água do capote, numa manifestação de solidariedade muito rica com os porno-ricos:

"Nós, os portugueses, vamos enxotar os ricos produzidos por outros capitalistas?
Nós, os portugueses, vamos catar os ricos produzidos pelo nosso capitalismo?
Nós, os unidos trabalhadores do mundo, vamos dar cabo do capitalismo, por fim à globalização, uma moedinha por nação patriótica, e cada um por si?

E para confirmar este estado untuoso em torno dos porno-ricos, diria a 23 de Julho,às 19 e 23, também como seu primeiro comentário a um novo texto de JR ("Ao serviço do porno-riquismo"):

"Se bem percebo, há que escorraçar os ricos - no mínimo dizer muito mal deles - para que vivamos a nossa pobreza sem ter que contemplar os seus excessos"

Agora é falar em "patos-bravos" esquecendo que a definição destes engloba também os passarões que pusilaminemente agora apontam para o lado do pedigree dos porno-ricos

Anónimo disse...

Jose parece que mudou de táctica.

E da reivindicação tonta e tola do pedigree dos velhos porno-ricos ( já lá iremos) passou ao fadinho da "inveja"

Uma questão tão só de inveja.

Deixar estar toda a trampa no sítio porque o que eles têm é inveja. Não é mesmo?

Anónimo disse...

Consta que quando foram dizer a Salazar que alguns dos seus ministros, alguns dos maiorais do patronato, alguns dos capitalistas de alto coturno, alguns dos porno-ricos da época, tinham sido apanhados no escândalo do Ballet Rose, alguém lhe terá segredado ao ouvido:

"É só inveja, senhor presidente do Conselho. É só inveja".

Salazar mandou logo abafar completamente o caso. Por causa das coisas e das loisas.

E os porno-ricos suspiraram de alívio. O chavão mais propício à mobilização dessa 'virtude' salazarenta tinha surtido efeito.

Mas continuaram, procurando esconder as pulhices dos olhos alheios. Afinal bastava imitar mais o boss, que as fazia pela calada

Anónimo disse...

" o velho-riquismo, num tempo em que este tinha relevância política e social"

Esta é a crónica mundana dos porno-ricos. À procura da sua "relevância política e social". Como se emanassem doutra casta ou doutra dimensão e tivessem direito pelo sangue, pela pilhagem , pelo saque ou pelo crime ao estatuto relevante na esfera pública e social.

Tal estatuto obtinham-no no estado novo à custa do regime, da pide, da censura e dos mecanismos que amplificavam a ideologia única permitida.

Tal como afirmado no texto por JR: " O conhecimento ao serviço do porno-riquismo requer sempre um Estado que o institucionalize"

De tal forma na mouche que em jeito de despeito há quem confira a tal frase logo a categoria de "boca"

Será por inveja ou por impotência? Inveja-impotente? Impotente-inveja?

Anónimo disse...

Infelizmente a propaganda de jose ao porno-riquismo descamba para a comédia grotesca:

" o velho-riquismo deixou de ser padrão visível numa sociedade em que a sofisticação deu lugar à bruteza, na muito democrática prevalência do vulgar."

-Sofisticação? Género pato-bravo dos finais dos anos 60, início dos anos 70?

-Democrática? Essa coisa tão vulgar?
Pois atentemos nas palavras de porno-riquismo actual, a mostrar a reivindicação de casta:
"Sei que os meus consumidores são raros, diversos e complexos; estão bem conectados e têm poder"

Não são tão guicos? Os porno-ricos de hoje tão parecidos com os de antanho

Anónimo disse...

Essa velha pecha de admiração pelo donos de Portugal , à cata de um pedigree obtido pela herança ou pelo saque ou herança-saque.

E vejam como se reivindica uma sofisticação ( quando salazar mandava matar e morrer em África, recebia de forma sofisticada as senhoras donas em chás-canastas veramente sofisticados) idiota e pateta a lembrar uma outra reivindicação , igualmente idiota e pateta sobre os banqueiros

"Sabe porque é que essas antigas famílias regressaram ao poder económico?
Umas indeminizações ajudaram, mas no essencial têm crédito porque são credíveis – ia dizer que sabe gerir e honram os seus compromissos, mas honra já vi que é coisa em grande descrédito!"

Estávamos em Março de 2013.

Depois foi a trampa toda dos banqueiros e seus comparsas, paga pelos portugueses com língua de palmo.

Uns sofisticados duns sacanas de facto

Jose disse...

O Cuco e os ovos que recorrentemente põe no Ballet Rose.
Quarenta anos de regime político e um mini escândalo se comparado com o processo Casa Pia.
Tem vergonha!

Anónimo disse...

Um mimo. Um autêntico mimo

Esta é uma frase lapidar
- «no topo da pirâmide social não há grande vergonha, até porque não há grande receio político» -
Esta é uma frase inquestionável e verificada por quem seja minimamente honesta

Como alguém responde a esta frases?

Protegendo o topo com a invocação idiota dos "comissários políticos"

Ou seja, à comprovada impunidade do topo da pirâmide responde apressado, afobado e agastado alguém.
E como responde?
Invocando os "comissários políticos"

Não se sabe se isto é para rir ou para chorar...a rir. Isto tem qualquer coisa de pavloviano. Também tem qualquer coisa de medo, de receio que lhe estraguem os seus terratenentes.

Mas isto não é um pouco, como dizer, submisso demais? Um pouco apressada demais, numa manifestação de darwinismo social demasiado esclerosada e pronta?

Os do topo são mais iguais do que os outros, não é mesmo? E a simples denúncia do facto faz desbobinar a cassete protectora do estatuto do topo?

Isto é uma manifestação de servidão mafiosa aos respectivos bosses. E algumas outras coisas coisas mais

Servilismos a porno-ricos

Anónimo disse...

Começa-se assim:

"O porno-riquismo é na sua maior expressão uma manifestação de mau-gosto típica do novo-riquismo. Manifesta-se com a mesma intensidade nos diversos graus de novo-riquismo"

Umas horas mais tarde conclui-se assim:

"O porno-riquismo é tão só o chavão ..."


Quem diz estas coisas é definitivamente um aldrabão. Sem seriedade intelectual e cívica. Confirmando o que faz, porque o faz e como o faz.

E é muito mais coisas.

Mas sinceramente estes volteios de prima dona em luta pelo berro de propaganda idiota em prol do porno-riquismo já não dão para mais


Anónimo disse...

Mais uma vez jose e a apetência pelas aves. Volta assim ao cuco, respeitando a tradição familiar?

Ah, e esse tratamento coloquial que não engana ninguém, marca indubitável de frustração e irritação.


Mas não passa. Nem a crispação, nem o silêncio impotente perante os múltiplos comentários que desmontam uma farsa e um farsante.

Nem a casa pia e o ballet rose o safam. A protecção miserável ao porno-riquismo caiu por terra, apesar das roupagens próprias de travestis de princípios

Anónimo disse...

Mais uma vez são necessários mais pontos nos is.

Comparar escândalos a ver qual é o maior é sinónimo de infantilidade. O termo é propositadamente suave, porque como se sabe é bastante mais do que isso.

A gravidade dos factos é real. Tanto num caso como no outro. Mas esta tentativa de menorizar um "mini-escândalo" deste modos e com estes trejeitos acima descritos não pode passar.

Não. O Ballet rose não se tratou de um mini-escândalo. Revelou a podridão infecta das elites do fascismo e do alto "tecido empresarial português" .

Anónimo disse...

O Ballet Rose foi um processo em que se demonstrou que homens ligados às mais altas cúpulas do Estado Novo participavam em orgias com crianças entre os 8 e os 12 anos e em práticas de sado-masoquismo, as quais levaram à morte de, pelo menos, uma mulher.

O escândalo Casa Pia sabemos nós o que foi.

Percebe-se que jose tente menorizar a trampa infecta do porno-riquismo terratenente. Que diacho meninas muito jovens, de 8 , 9 , 10 anos, que eram entregues pelas mães para se prostituírem com vários dignitários do Regime. Gente muito influente do fascismo. Além de Condes, Marqueses, ( os avoengos terão feito o mesmo?) estavam implicados grandes industriais, empresários e um Ministro do Governo de Salazar. Os porno-ricos nos seus jogos de salão.

Salazar como é óbvio mandou abafar o caso. Jose, 50 anos depois tenta fazer o mesmo.

Não passa.

Jose disse...

Só mesmo um esquerdopata pode tentar qualificar os níveis de corrupção e imoralidade de um regime que durou 48 anos através de um episódio que, ainda que criminoso e imoral, mal compara com todo o lixo político e moral da democracia subsequente.
Toda a esquerdopatia vigente especulou, adornou e se pendurou nesse episódio, tal é a escassez de outros exemplos que alimentem a sua paranoia.
Como vergonha é coisa que não têm, babam-se a todo o tempo sobre 1-Ministro-1, e pluralizam quanto podem tudo o mais com a verrina que produzem em abundância. Um nojo!

Anónimo disse...

Quem comparou o ballet Rose com a Casa pia sabia o que fazia

O que assistimos foi a uma espantosa tentativa de branqueamento de um processo que retrata a trampa do porno-riquísmo do fascismo

Assim escondida atrás duma idiota e acéfala comparação com um outro caso e da incrível qualificação do Ballet Rose como um” mini- escândalo”

Salazar , os fascistas em geral, tudo fizeram para ocultar os factos e os dados. O tal “mini” teve repercussão internacional. O assassinio foi escondido. A violação dos garotos de 8, 9, 10 anos por membros com título de nobreza, por membros do governo de Salazar, por patrões de alto coturno e empresários boçais sem escrúpulos , foi censurada por parte dos censores que jose tanto gosta. A informação reprimida e a perseguição para quem ousasse denunciar a cloaca fétida que as elites do estado novo produziam

Por isso não passa esta tentativa de minimizaçao de factos graves que mancharam o pedigree dos porno-ricos de antanho

Anónimo disse...

Mas há mais más notícias para jose que atestam o nojo que constitui a defesa da merda do estado dito novo

Os níveis de corrupção e imoralidade não se fundam só neste “ mini-escândalo” ( no vocabulário sinistro de jose)

Era política geral dum governo que mandava a PIDE prender, torturar e matar.

Não consta que as ordens de Salazar para assassinar Humberto Delgado tivessem a ponta de um chavelho de “ moralidade”.

Nem o sangue de espanhóis que encharcaram a pretensa sotaina de Salazar pode ser justificada pela “moral e bons costumes”.

Nem as ordens de Salazar para ir matar e morrer em África tinham qualquer ponta de moralidade. Agravadas pela corrupção e imoralidade que constituiu o evitar da tropa por muitos dos filhos-família das elites salazaristas

Anónimo disse...

Continuam as más notícias para jose:

Este episódio do ballet rose foi apenas um episódio...

Mais banha-da-cobra, tal como a que este sujeito tentou utilizar, vendendo a ideia dum salazar a pagar as dívidas do plano Marshall e a "honrar compromissos" ( pode-se deixar o link a pedido, para uma das maiores tretas salazaristas que por aqui passaram)

"O investigador da Universidade de Coimbra Bruno Paixão considera que a censura no Estado Novo e o sensacionalismo actual falseiam a percepção da corrupção política.

Bruno Paixão contestou ainda a ideia de que os políticos actuais são mais corruptos do que durante a ditadura.

"As pessoas têm uma perceção da realidade, mas isso não significa que esta esteja correta", disse à agência Lusa Bruno Paixão, apontando para um estudo realizado pelo próprio em 2013, com uma amostra de cinco mil pessoas, em que 70% dos inquiridos afirmavam que formatavam a "informação e o conhecimento do que se passa no mundo" a partir da comunicação social.

Essa percepção da realidade através dos meios de comunicação toma uma proporção "maior no que diz respeito ao período do Estado Novo", em que a informação "se restringia a jornais e à rádio, em que era censurada e por isso significa que não saíam cá para fora os casos de corrupção e de escândalo".

"Ou seja, a corrupção ocorria, mas permanecia incógnita. Em regimes autoritários, a imprensa está condicionada pelas objecções do poder dominante", defendeu.

Para além da censura durante o Estado Novo, o "imediatismo actual e a competição no mercado da informação" levam a que haja uma "’tabloidização’ da informação e que se use e abuse do info-entretenimento".

"O escândalo e a corrupção têm os ingredientes necessários para um jornalista arrancar uma boa história que depois estica ao máximo e a personaliza bastante", frisou o investigador.

A própria democracia "está mais vulnerável à corrupção e a escândalos políticos", sublinhou Bruno Paixão, explanando que, "normalmente, o escândalo sai da esfera privada para a esfera pública, semeado por adversários políticos", que procuram expor os pontos fracos de pessoas de outros partidos e grupos de interesse.

Nas tensões e conflitos "entre opositores internos e externos", o escândalo "pode ser uma arma poderosa", observou.

Todas estas características favorecem "a proliferação dos casos que ocorrem na democracia, mas não significa, nem pode significar, que haja hoje mais corrupção política do que em tempos de ditadura", concluiu Bruno Paixão.

Bruno Paixão é membro do projeto de investigação "Corrupção Política nos Media", apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e dinamizado pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo.

Anónimo disse...

Mas as notícias continuam.E continuam a ser más para o dito jose

"Como vergonha é coisa que não têm, babam-se a todo o tempo sobre 1-Ministro-1, e pluralizam quanto podem tudo o mais"...blablabla

Engana-se o pobre jose. Não foi 1-ministro-1 ( adivinha-se jose a levantar-se da cadeira, quando escreve com inicial maiúscula a palavra "ministro")

Pelo menos dois ministros implicados até ao pescoço:

-José Gonçalo da Cunha Sottomayor de Abreu Gouveia Correia de Oliveira (em grafia antiga José Gonçalo da Cunha Sottomayor d' Abreu Gouveia Corrêa d' Oliveira): procurador à Câmara Corporativa, Ministro de Estado Adjunto do Presidente do Conselho e Ministro da Economia.

-Quintanilha Mendonça Dias, Ministro da Marinha entre 1958 e 1968.


A miúda que despoletou o caso tinha na altura 16 anos. Ficou a saber-se que desde os nove anos andava a ser aproveitada por indivíduos como o Conde Monte Real, o Conde Caria, o Conde da Covilhã, uma data de gente da alta sociedade. Tudo porno-ricos de antanho.

O instrutor do processo era um que estava ligado ao assassinato de Humberto Delgado, o agente Parente.

Quando se soube a idade das meninas envolvidas, percebeu-se que isto não era um processo de Ballet Rose à maneira do caso Profumo [Inglaterra] ( também um mini-escândalo), cuja mais nova tinha 17 anos, mas um processo de corrupção de menores, com impúberes de nove anos.

O caso foi completamente abafado. Não houve qualquer punição. Todos apresentaram "caução de boa conduta"

A bem de salazar. E dos porno-ricos de antanho

Jose disse...

Nem li o lixo todo. Bastou-me avistar 'a ordem de Salazar para matar Humberto Delgado' como se fosse necessário esperar na fronteira se o quisesse fazer. Estupidez e verrina!

Anónimo disse...

Foge jose de forma desabrida e â desfilada.

Também o fez quando a estupidez e a ideologia o levou a tentar vender a historieta anedótica do Salazar a ter honra e a pagar as dívidas do plano Marshall

Curiosamente a estupidez é também a linguagem de marca dos fascistas assassinos. Apresentar tal como argumento para o não ser, é sinal evidente daquilo que é E de um profundo desnorte

Parece que i assassino do jornalista da Arábia Saudita foi um manifesto exemplo da referida estupidez. Das bestas

Anónimo disse...

Voltaremos a este tema.

Quanto ao lixo...

ah esta cumplicidade com os porno-ricos de antanho.

Jose disse...

Muito gosta o ora Cuco ora Gaio ruidoso e pouco limpo, de retratar-me em estado de aflição e desnorte. E imagino o quanto o reconfortará imaginar-me em fugas desordenadas, temeroso de argumentos tão portentosos quanto confeitos.

Doces delírios de delirante criatura!

Anónimo disse...

Mais uma vez jose tenta afastar o debate. A todo o custo e até para o seu umbigo

Agora temos este choradinho sobre o seu putativo estado.

Queremos lá saber se jose sujou o fatinho a 25 de Abril ou nos idos de Março

O que vemos é a fuga de jose pelo que se debate

Fuga desordenada, temerosa pelos factos que se denunciam, entre eles a trampa dos porno-ricos de antanho, sinal inequívoco da trampa fascista

Fuga desordenada como meio de afastar a denúncia da corja satélite

Fuga desordenada pela sua impotência confrangedora perante factos e dados. A denúncia do porno-riquusmo tem destes efeitos neste sujeito

A re-confirmação está no próprio comentário de 28 de Outubro das 18 e 05: Um cuco ou um Gaio, a imaginação de jose e os seus doces delírios. Um ruidoso e pusilânime silêncio

Saia agora 1-ministro-1 , perdão, 1- mini-escândalo-1 , para conforto de quem assim foge deste modo tão acobardado