segunda-feira, 11 de maio de 2026

As coisas


Confesso que estou mortinho por conhecer os “novos rostos” que Daniel Oliveira vai tirar da cartola para a sua nova coisa político-partidária, essa sim, finalmente libertadora e realizadora. 

E mal posso esperar por ouvir os novos discursos dos novos rostos sobre a corrida armamentista e o quadro de regras austeritárias cada dia mais condicionadoras da UE, bem como o futuro do nosso Estado social neste desgraçado contexto, sem esquecer a luta laboral e outros assuntos menores conexos, tipo paz e solidariedade anti-imperialista. 

Bom, e nem falo de piquetes de greve e de outras formas de organização dos subalternos, indignos da esquerda brâmane, mas dignos dos que militantemente não desistem e que por isso são particularmente atacados pelas Impresas desta vida tão intensamente capitalista. Sim, estou a falar dos comunistas.

Tenho, entretanto, um conselho para os aspirantes a Tsipras: cuidado, se a história for destino, quando perderem, e obviamente perderão, serão mediaticamente trucidados pelo mesmo que vos aconselhou politicamente e promoveu mediaticamente.

6 comentários:

José A. Costa disse...

Então mas, para esse triste papel, não esteve já ele metido na criação do BE e, posteriormente, do Livre? Ainda haverá mais algum projeto a encravar entre o Livre e o PS? Isto já parecem as 4.as Internacionais desta vida....

HC disse...

É caso para dizer: de que é que o PCP tem medo?


Semisovereign People at Large disse...

O problema não está no PS e a solução não é a ala esquerda do PS
O problema não está no PS e a solução não é a ala esquerda do PS
Daniel Oliveira
Nas atuais circunstâncias, não há condições para um líder mais à esquerda no PS. Mesmo que vencesse as eleições, dependeria de um PSD pressionado à direita. O PSD radicalizou-se para responder ao crescimento da IL e do Chega. Por isso, é preciso polarizar fora do PS – com rostos vindos de fora da vida política dos últimos dez anos renovar também é preciso ...

Semisovereign People at Large disse...

e se não se renovar arriscam-se a minguar e desaparecer como está acontecendo

Anónimo disse...

terça-feira, 4 de abril de 2017
EXCESSO

Tem
De haver
Brilhantismo

Para a Posteridade e mais Além disse...

confesso que também eu queria novos rostos na política