Em 2026, quando a melhor historiografia já se livrou da categoria de totalitarismo, com o fascismo de novo em ascensão, a influente deputada Eva Cruzeiro acha por bem colocar nazis e comunistas lado a lado, citando uma sobrestimada filósofa liberal de guerra fria.
A levar a sério tal linha totalitária, os criadores dos campos de extermínio seriam iguais aos seus libertadores. E é como se Salazar e Caetano fossem iguais a Cabral e a Neto.
Sei bem o que se pretende com esta linha tão sectária quanto desmemoriada, os sinais estão por todo o lado nos “progressistas”, um “conceito” de Rui Tavares, segundo a extraordinária ficha técnica de uma página agora criada: o PS quer ter apenas os verdes com bombas do Livre à sua “esquerda” (ou será à sua direita?).
Felizmente, sabemos que não há antifascismo consequente sem os comunistas, até porque toda a unidade séria começa na luta laboral, incluindo nos piquetes de greve.


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