Aquando da pandemia, pensou-se que o sórdido negócio dos covidários turísticos, também conhecidos por cruzeiros, levaria um rombo eventualmente fatal. Tratou-se de uma ilusão, de várias: as coisas não tendem a melhorar espontaneamente depois da catástrofe, pelo contrário.
No capitalismo, esta festa continuou e cada dia mais intensa, incluindo iates cada dia maiores para milionários cada dia com mais milhões, e continuará até haver sujeito político que a trave.
Entretanto, os custos sociais são pagos pela comunidade e dentro dela pelos mais pobres, claro: dos efeitos da poluição intensa até à super-exploração laboral, passando pela difusão de vírus, como se vê uma vez mais, agora com o hantavírus. Diz que não é tão contagioso. Era o que mais nos faltava.


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