Confesso que estou em pulgas para ver como Isabella Weber aborda a questão nacional, no quadro da UE, no seu livro sobre economia antifascista que sairá em outubro. O antifascismo histórico passou por não deixar a questão nacional, incluindo no plano económico, à imaginação sórdida dos fascismos.
No livro A economia política do antifascismo e outros ensaios, do ano passado, que em parte partiu do impulso dado por um artigo de Weber, como aí assinalo, recupero, entre outros, G. Dimitrov, porque, em 1935, ele sabia muitas coisas muito importantes.
Dois exemplos: o fascismo “entrega o povo à voracidade dos elementos mais corrompidos e venais, mas apresenta-se perante ele com a reivindicação de um ‘governo honesto e insubornável’”; “o internacionalismo proletário deve ‘aclimatar-se’, por assim dizer, a cada passo e deitar fundas raízes no solo natal, [o que significa defender] a liberdade nacional e a independência do povo”.


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