Irei relutantemente, dada a presença de figuras como Francisco Pereira Coutinho: em pleno genocídio na Palestina chegou a negar este facto, alinhou pela propaganda, já negada, de que o Governo da Venezuela era um cartel da droga e assim sucessivamente.
Felizmente, pessoas como Nuno Ramos de Almeida salvarão a honra anti-imperialista.
Concordo com a relutância, mas construir maiorias sociais é falar com pessoas de quem não gostamos e que têm diferentes visões do mundo. Haver vozes de direita que são contra a guerra não prejudica a esquerda, prejudica a maioria da direita que é a favor da guerra.
ResponderEliminarO meu ponto é que negar o genocídio e contar historietas sobre cartéis é objectivamente apoiar a guerra. Nada contra a ideia da inclusão da Direita que de facto se opõe à guerra e é anti-fascista.
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