O operário que perdeu um dedo num acidente do trabalho conhece a melhor receita para derrotar o fascismo, haja esperança nacional-popular. E, aconteça o que acontecer, nunca se desiste da pátria, ele nunca o fez. Repito o que escrevi há quatro anos: como sempre, perante a traição constante da elite entreguista, de todos os aparelhos ideológicos nacionais e internacionais que mobiliza para enganar o povo, só o povo salva a democracia, só o povo salva o povo: mulher, negra e de classe trabalhadora da Bahia, este é o último reduto de defesa. Viva o povo brasileiro.
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