sábado, 12 de setembro de 2026

Depois do outro 11 de setembro


O azar destes 4,5 milhões, meu capitão, é que são puras e ignoradas estatísticas. Não são “brancos, maioritariamente loiros e de olhos azuis, educados numa cultura com pontos de contacto com a ‘nossa’”. 

E isto para lembrar as palavras imorredouras de um intelectual dito de esquerda, que, num contexto de guerra mais recente no leste europeu, naturalizou/justificou, como se fosse um liberal dos séculos que o liberalismo leva, a empatia ocidental seletiva, a linha de cor – o racismo, caramba, João, para com eufemismos. 

Entretanto, voluptama, lembra outra faceta de uma história que insiste em não passar – “Pequena lembrança para mais distraídos: a Al-Qaeda, que fez o ataque de 11 Setembro [de 2001], foi criada e financiada anteriormente pelos EUA para combater o comunismo e a URSS no Afeganistão. E, mais tarde, foi apoiada e financiada para derrubar Assad na Síria e, agora, preside à Síria”.

Sem comentários:

Enviar um comentário