Von der Leyen aproveita o “
momentum” para reforçar a sua agenda contra a soberania nacional, impondo um federalismo crescentemente
autoritário,
militarista,
vassalizado e em deriva estratégica,
cúmplice do sionismo genocida. No fundo, é o regresso da federalização proposta por Giscard d’Estaing na infame Constituição e que foi rejeitada nos países onde foi referendada.
Permita me discordar. Autoritária é a possibilidade de vetar. A democracia vive bem com opiniões contrárias, mas nao com bloqueios minoritários.
ResponderEliminarNao era bloqueios minoritarios ,era uso da razao .sem veto acabou
EliminarPermita-me discordar da sua discordância. O veto não é necessariamente autoritário. Ele é um entre muitos outros mecanismos do equilíbrio democrático. Permite evitar a "ditadura" da maioria e, só por esse motivo, deveria ser acarinhado como expressão da existência de alternativas.
Eliminarpermita-me concordar
ResponderEliminarCaro anónimo das 07:50, teria (alguma) razão, *se a comissão europeia fosse eleita por sufrágio directo*!! Mas como não é o caso, a possibilidade de veto, longe de autoritária, é uma *salvaguarda* contra as direcções cada vez mais inauspiciosas que a política externa de Bruxelas tem querido seguir (basta ver a tolerância absolutamente inenarrável que houve com o genocídio em Gaza...).
ResponderEliminarRazão tinha Varoufakis, quando argumentou, no seu *And The Weak Suffer What They Must? * (2016), que a UE caminha para uma tirania administrativa, na qual o voto do povo serve para cada vez menos: e aqui está mais uma prova, se as que já existem não bastassem...