terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O retorno da religião à arena política (II)


Voltando à questão da crescente divisão entre cristãos e muçulmanos, e para finalizar este artigo, recordo a posição assumida pela revista francesa Marianne, num dossiê especial sobre o tema do voto suíço contra os minaretes (5-11/12/09): um “duplo não”. “Não à recusa dos minaretes”, nomeadamente por serem um atentado à laicidade. E, mesmo se muitos dos críticos do mundo muçulmano (na Arábia Saudita, no Irão, no Egipto, na Indonésia, etc.) à opção dos suíços não têm a mínima autoridade para o fazerem (porque, como exemplarmente mostrou a jornalista Margarida Santos Lopes no PÚBLICO, 26/12/09, os seus países promovem um puro “apartheid religioso”), a verdade é que a resposta ocidental não pode ser nunca na mesma moeda da intolerância.

Mas o segundo “não” da Marianne é para a “recusa em procurar compreender a realidade do medo face ao Islão na Europa”. Creio que a Europa, nomeadamente a UE, tem feito pouco para combater as razões de tais receios, designadamente por muitas vezes ceder em questões essenciais, dando razão àqueles que alegam existir uma certa “islamização da Europa”. Um exemplo disso tem sido, do meu ponto de vista, a forma absolutamente indulgente como tem sido tratada a candidatura de Ancara à UE, transigindo em princípios fundamentais: designadamente, aceitando prosseguir sem que a Turquia reconheça Chipre e conceda plenos direitos culturais, sociais e políticos à minoria curda (de que a ilegalização de um partido parlamentar curdo, DTP, foi apenas mais um episódio grave: PÚBLICO, 15/12/09). Esta transigência em princípios fundamentais faz o cidadão comum temer o pior no relacionamento da UE com o islão, pois que dá razão àqueles que alegam que o lobby pró-turco tudo pode e tudo subalterniza na sua defesa da caminhada de Ancara para a Europa.

Originalmente publicado no Público de 28/12/2009

6 comentários:

  1. Para que se saiba.
    Na prática a última coisa que maomé fez foi assassinar o seu próprio allah maometano.
    Disse que o seu allah não mais falaria e que ficava sem espírito.
    Mas antes, e no islam, maomé tirou o filho a allah e castrou-o para que nem descendência pudesse deixar.
    maomé também antes, assassinou a familia de allah, os amigos e todas as entidades espirituais boas,anjos, arcanjos, santos e outras.
    Pior ainda. No islam as coisas são cada vez piores.
    No islam, maomé só deixou o diabo à solta.
    No islam, satanás é a única entidade espiritual activa e que sussurra aos maometanos.
    Os maometanos eruditos podem confirmar isto.
    Dão é depois voltas e mais voltas a justificar, mas isso só prova que o islam é muito hábil a enganar
    os próprios e a tentar enganar os outros.
    Pode-se dizer que isto acontece no mundo imaginário, mas é este mundo imaginário que controla o maometismo.
    Estas verdades dão uma ideia da intolerância que existe na doutrina maometana.
    Para maomé um allah vivo ou qualquer entidade espiritual boa viva, seriam os maiores perigos ao seu poder.
    Nem o próprio allah maometano podia escapar com vida às suas mãos.
    Só fora do islam o bem(bom-senso/razão) e o Bom Deus podem existir, estarem vivos e manifestarem-se no mundo e nas pessoas.
    _________________________

    Mais coisas que se vão descobrindo sobre o islam.
    Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos e mesmo para com muçulmanos.
    Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará.
    Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islam, e os outros muçulmanos não o saberem.

    Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas.
    Para os muçulmanos, como não é muçulmano, não tem valor e é para submeter.
    Para o islam, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

    Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem.
    Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

    Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé e allah, quando foi o próprio maomé a revelar-nos que o seu allah era
    o responsável por todo o mal do mundo.

    Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam
    cegos e a não quererem ver o que o islam realmente foi, é e quer ser.
    Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islam.

    O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a
    sua maldade.

    Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islam, as boas pessoas têm o direito, dever
    e obrigação de defenderem e construírem o bem.

    ____________________

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  2. O islam é crime!
    Todo o islam é crime!
    Tudo no islam está ao serviço do crime!
    maomé não apresentou nenhum documento escrito pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
    maomé fez tudo á maneira dos bandidos.

    E o islam nem sequer é baseado no corão e todos os argumentos islâmicos são inválidos.
    No inicio nem corão havia e maomé já queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.

    Nas religiões há polémicas e problemas, mas têm espaço para o bem e para a procura do bem.
    O islam, não!

    E o islam nem sequer é religião. São os próprios que o dizem.

    O islam cria estruturas ditatoriais, úteis ao ditadores e aos seus lacaios e candidatos a isso.

    E oferece aos mesmos argumentos para justificarem toda a espécie de crimes úteis ao seu poder.
    Quando querem matar um adversário usam o slam.
    Quando querem matar a mulher, usam o islam.
    Quando querem matar o irmão, usam o islam.
    Quando querem matar os filhos, usam o islam.

    O islam estupidificou de tal modo os enganados por maomé que estes nem reparam naquilo que dizem, fazem e argumentam.
    Desde que lhes seja útil, tudo serve, mesmo se forem coisas a insultar maomé, como é o caso do próprio símbolo do islam.

    Como já se descobriu, o islam só existe se o muçulmano aceitar e justificar aquele que foi dos maiores crimes de todos os tempos.
    O assassínio de allah por parte do próprio maomé.
    maomé disse que o seu allah maometano não mais falaria e que ficava sem espírito.
    Na verdade, nem o próprio allah maometano pode escapar com vida às mãos de maomé.

    Só fora do islam, pode haver entendimento, paz e vida e o Bom Deus manifestar-se nas pessoas.
    Para os ateus, substituir Bom Deus por bom-senso/razão/humanismo.

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  3. "a verdade é que a resposta ocidental não pode ser nunca na mesma moeda da intolerância."

    [inserir o Marcelo]Não pode, mas é ...

    A verdade é que as chefias representadas pela maioria assim o querem e assim o fazem. A resposta das chefias orientais vai no mesmo sentido: 'não tem nada a ver mas "tasse" bem. Nós controlamos a nossa situação à nossa maneira e vocês à vossa'.

    A beleza das democracias representativas faz-me lembrar uma certa musica do Bonga.

    Precisamos de um exorcismo ...

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  4. Já agora. No texto do Anónimo façam um exercício mental e substituam "O Islam" por a "A Igreja", "Maomé" por "Constantino", "Corão" por "Bíblia", "Allah" por "Deus" e "maometanos" por "cristãos".

    A hipocrisia é muita ... ou alguém quer quantificar a percentagem de avanço cultural no ocidente em relação ao oriente ?

    É o problema: tentar quantificar algo intangível. A religião só dificulta as coisas dentro do impossível que já é ...

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  5. "Já agora. No texto do Anónimo façam um exercício mental e substituam "O Islam" por a "A Igreja",..."

    Totalmente impossível, nada têm a ver!
    Ainda hoje se podem consultar os processos da inquisição, enquanto os de maomé ou do islão, não.
    maomé, matou, sem sequer ter o corão.
    E sobre a inquisição, há outras versões sobre a mesma.
    A Igreja católica, sempre teve muitos e grandes inimigos que pintaram a coisa muito mais negra do que foi.
    Mesmo nos nossos tempos, os ateus e muçulmanos fartam-se de matar pessoas sem fazerem qualquer processo.

    Pela verdade e justiça,
    G.B.

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