bom dia amigo Paulo Coimbra, ‘off topic’: leu a entrevista feita ao sr Nuno Cassola - pessoa que eu não conhecia; e publicada no suplemento 2, do jornal Público do dia ontem? pergunto, porque gostava mesmo muito de saber a sua opinião acerca, da evolução e interpretação histórica; da desmistificação da relação dólar/‘estabilidade financeira’ (o papel da moeda americana nessa ‘estabilidade’); a volatilidade do sistema de taxas flutuantes; a falta de coerência entre países europeus - que abdicaram, cada um e alegremente, da sua autonomia cambial - na perseguição de um fim comum dentro desta desordem… e o mais que ache oportuno acrescentar. do que eu gostava mesmo era que entrevista tivesse sido feita por si. (e de um ‘apontamento’ ao nosso novo governador no banco de portugal - onde já tornou obrigatório o consumo de pastéis de nata (mesmo por diabéticos ^_^); mais uma forma de ignorância com pernas e olhos promovida. um grande abraço, rui
Bom dia, caro desconhecido. Agradeço o seu comentário, é bom ser lido. Vi a entrevista, sim. Cada uma daquelas afirmações, mereceria uma análise cuidada a fazer depois de respirar bem fundo e ter acomodado a profunda indignação que elas suscitam. Gente que estava a ver o filme todo e que só agora fala, enfim. Depois de publicada a segunda parte da entrevista talvez escreva sobre ela. Por agora, limito-me a reafirmar o que tenho escrito: “ Por mais que a Direita grite e a comunicação social reproduza o barulho, em 2011 o país não foi mergulhado numa bancarrota pela incúria despesista de Sócrates, mas foi, sim, alvo de um golpe orquestrado na União Europeia e implementado pela inação culposa do BCE, tudo isto no contexto de uma integração europeia que continua hoje tão ou mais disfuncional que antanho.” https://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2025/06/ainda-proposito-de-socrates-e-dos.html?m=1
bom dia amigo Paulo Coimbra, ‘off topic’: leu a entrevista feita ao sr Nuno Cassola - pessoa que eu não conhecia; e publicada no suplemento 2, do jornal Público do dia ontem? pergunto, porque gostava mesmo muito de saber a sua opinião acerca, da evolução e interpretação histórica; da desmistificação da relação dólar/‘estabilidade financeira’ (o papel da moeda americana nessa ‘estabilidade’); a volatilidade do sistema de taxas flutuantes; a falta de coerência entre países europeus - que abdicaram, cada um e alegremente, da sua autonomia cambial - na perseguição de um fim comum dentro desta desordem… e o mais que ache oportuno acrescentar.
ResponderEliminardo que eu gostava mesmo era que entrevista tivesse sido feita por si.
(e de um ‘apontamento’ ao nosso novo governador no banco de portugal - onde já tornou obrigatório o consumo de pastéis de nata (mesmo por diabéticos ^_^); mais uma forma de ignorância com pernas e olhos promovida.
um grande abraço,
rui
Bom dia, caro desconhecido. Agradeço o seu comentário, é bom ser lido. Vi a entrevista, sim. Cada uma daquelas afirmações, mereceria uma análise cuidada a fazer depois de respirar bem fundo e ter acomodado a profunda indignação que elas suscitam. Gente que estava a ver o filme todo e que só agora fala, enfim. Depois de publicada a segunda parte da entrevista talvez escreva sobre ela. Por agora, limito-me a reafirmar o que tenho escrito: “ Por mais que a Direita grite e a comunicação social reproduza o barulho, em 2011 o país não foi mergulhado numa bancarrota pela incúria despesista de Sócrates, mas foi, sim, alvo de um golpe orquestrado na União Europeia e implementado pela inação culposa do BCE, tudo isto no contexto de uma integração europeia que continua hoje tão ou mais disfuncional que antanho.” https://ladroesdebicicletas.blogspot.com/2025/06/ainda-proposito-de-socrates-e-dos.html?m=1
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